CAROS
AMIGOS, MEU NOME É CARLOS PENA, TÉCNICO AGRÍCOLA E ADMINISTRADOR
DE EMPRESAS, FUNCIONÁRIO APOSENTADO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE
VIÇOSA, AGORA INFUENCER DIGITAL E COMERCIALIZO SEMENTES DE
FLORES,HORTALIÇAS E FRUTAS EXÓTICAS. SE HOUVER INTERESSE, ENTREGO
VIA CORREIOS TEMOS MIRTILO, TOMATE DE ARVORE,MELÃO ANDINOO E ETC, SE
QUISERES ENTRE EM CONTATO VIA COMENTARIO DO BLOGGER PARA FORNECER
DETALHES DA TRANSAÇÃO.
Manejo, para os que estão iniciando a sua criação de rãs, são todos os procedimentos adotados pelo ranicultor que, direta ou indiretamente, afetam o desempenho das rãs em cativeiro. Logicamente, o tipo de instalações utilizadas também refletem significativamente no desempenho. É importante esclarecer que na criação de qualquer animal existem algumas regras básicas de manejo que são estabelecidas em função das condições de ambiente oferecidas a eles. Entre elas, podem ser mencionadas:
- A densidade adotada;
- A alimentação;
- O conforto nas instalações; e
- A sistemática das atividades de rotina praticadas no manejo diário, pelo tratador.
A criação de rãs, conhecida como ranicultura, é uma atividade rentável e pioneira no Brasil, focada principalmente na rã-touro americana. Os animais exigem ranários confinados com controle estrito de temperatura, água limpa e separação por tamanho para evitar o canibalismo, alcançando o peso de abate de 200
gr a 300 gr
Etapas da Criação
O ciclo produtivo da rã é minucioso e divide-se em quatro fases principais:
Reprodução e Eclosão: As matrizes acasalam em tanques próprios e as fêmeas depositam milhares de ovos em ninhos ou aguapés. Eles são recolhidos manualmente e levados para berçários/pisciculturas para eclodir.
Girinagem:
Os girinos vivem em tanques ou açudes adequados com água de fonte natural e sem cloro.
Metamorfose: Fase em que os girinos desenvolvem as patas e consomem a própria cauda como fonte de energia, transformando-se em rãs jovens.
Engorda: As rãs jovens são transferidas para baias (sistemas inundados ou semi-inundados) onde recebem ração rica em proteína e são rigorosamente separadas por tamanho para evitar canibalismo
Cuidados Essenciais
Para o sucesso do ranário, alguns pilares são inegociáveis:
Qualidade da Água: Precisa ser abundante, limpa, vinda de poços ou fontes naturais e trocada com frequência.
Controle de Canibalismo: Rãs maiores devoram as menores. É fundamental separá-las em lotes uniformes.
Prevenção de Estresse e Predadores: As baias devem ser teladas para evitar a entrada de aves, répteis e insetos predadores. O estresse faz com que parem de se alimentar.
Alimentação: Consomem ração extrusada flutuante de alta proteína, o que costuma ser o maior custo do produtor
Mercado e Comercialização
O Brasil é o segundo maior criador de rãs do mundo (atrás apenas de Taiwan). A carne de rã é considerada uma iguaria nobre, valorizada pelo alto teor proteico e baixo nível de gordura.
Preços: O quilo vivo costuma ser vendido pelo produtor entre R$ 25 e R$ 30, enquanto a carne processada chega a mercados e restaurantes por valores entre R$ 60 e R$ 150 o quilo.
Exigências Legais: Por ser um animal silvestre/exótico no manejo confinado, a criação exige licenciamento ambiental e acompanhamento da Defesa Agropecuária do seu estado.
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Uma das principais atividades exercidas no Brasil é a agropecuária, em que se destaca, principalmente, a criação de gado, sendo responsável por classificar o país como um dos maiores exportadores de carne bovina do mundo. Este é um dos ramos empresariais que mais se valoriza na atualidade, podendo render altíssimos lucros para quem trabalha corretamente.
Dentre os principais fatores inibidores da produção de carne bovina no Brasil, estão aqueles inerentes ao processo produtivo, ligados a alimentação, sanidade, manejo e potencial genético. Os sistemas de criação, normalmente extensivos em regime de pastagens, sujeitam os animais à escassez periódica de forragem, comprometendo seu desenvolvimento e sua eficiência reprodutiva, e concentrando a oferta de carne em determinada época do ano. A falta de adequação do potencial genético dos rebanhos ao ambiente e ao manejo, ou vice-versa, também é um dos principais entraves do setor produtivo. Esses problemas culminam em subutilização dos recursos disponíveis, resultando em baixa produtividade, sazonalidade de produção e, conseqüentemente, baixa disponibilidade de proteínas de origem animal para o consumo humano.
Visão
geral criada por IA
Criar bovinos de corte exige planejamento em nutrição, manejo sanitário e divisão de pastagens (rotacionado) para garantir rentabilidade. Comece com animais adaptados à região, foque na qualidade do pasto, suplementação mineral e controle de parasitas. A recria é ideal para pequenos produtores, enquanto a cria demanda maior manejo reprodutivo.
Principais Pilares da Criação de Bovinos:
Nutrição e Pastagem: O pasto é o alimento mais barato e eficiente. Utilize sistemas de pastejo rotacionado com espécies de alto desempenho, como BRS Curumi, para otimizar pequenas áreas. Suplementação (sal mineral/proteinado) é essencial, especialmente na seca.
Manejo Sanitário: A cura do umbigo em recém-nascidos evita infecções, bicheiras e caruara, garantindo maior peso à desmama. Adote calendário de vacinação (aftosa, brucelose, clostridioses) e controle de parasitas.
Gestão Reprodutiva (Sistema de Cria): A vaca tem aptidão para emprenhar 3 meses após o parto. A desmama ocorre entre 7 e 9 meses. Recomenda-se um touro para cada 25 a 30 vacas.
Estrutura Básica: Necessário curral, cerca reforçada, cochos de alimentação e bebedouros.
Gestão Financeira: Acompanhe o custo por arroba produzida e planeje o fluxo de caixa, pois o retorno não é imediato.
Dicas para Iniciantes:
Comece pequeno: Inicie com categorias mais leves (bezerros) se tiver pouco espaço ou capital, focando na recria.
Mercado Regional: Observe a demanda da sua região (bois inteiros, castrados, raças) antes de comprar os animais.
Treinamento: Frequente leilões e sindicatos rurais para aprender técnicas de manejo.
A criação em pequenas áreas (1-2 hectares) é viável com uso de capineiras ou confinamento, mas exige manejo intensivo da pastagem para superar a falta de forragem na seca.
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Vida no campo, Canto de pássaros, Sons do entardecer, Vida na roça, Sinfonia de pássaros
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Os
"sons da roça" formam uma sinfonia natural e cultural
que remete à tranquilidade da vida no campo. Eles podem ser
divididos entre os sons dos animais, fenômenos da natureza e ruídos
típicos do trabalho rural.
Principais
Sons da Roça
Sons
de Animais:
Galo: O
clássico canto do galo ao amanhecer .
Gado: O
mugir das vacas e bois
Cavalos
e Burros: O
relinchar dos cavalos e o zurrar (ou rinchar) dos burros .
Aves
e Insetos: O
canto dos pássaros silvestres, o cacarejar das galinhas e o zumbir
das cigarras e abelhas .
Para
ouvir exemplos específicos, você pode acessar a biblioteca
do FreeAnimalSounds .
Sons
da Natureza:
O
barulho do vento nas folhagens, o correr de riachos e o som da
chuva caindo em telhados de telha ou zinco .
Você
pode relaxar com faixas como "Manhã na Roça"
disponíveis no Spotify .
Sons
da Cultura e Trabalho:
Carro
de Boi: O
som estridente do eixo de madeira, conhecido como "canto do
carro de boi".
Monjolo: O
batido rítmico da madeira usada para socar grãos em moinhos
movidos a água.
Instrumentos
musicais também buscam reproduzir essa atmosfera; veja como
no Globoplay
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Como forma de diminuir os efeitos da estacionalidade na produção de forragens, a irrigação é condição básica e imprescindível na Região Meio-Norte do Brasil, onde o período de estiagem pode prolongar-se em até 7 meses do ano. De outro lado, nessa região, as condições de temperatura e luminosidade propiciam o ano todo, condições favoráveis ao crescimento das forrageiras tropicais. A disponibilidade de água, por meio da chuva ou da irrigação, conjugada a um manejo adequado de adubação, pode proporcionar oferta de pasto ao longo de todo o ano para as vacas em lactação, gerando uma grande vantagem comparativa locacional dessa região para a exploração da pecuária leiteira.
Uma opção eficiente para a irrigação de pastagens e que tem encontrado boa aceitação na região é o sistema de irrigação por aspersão convencional semifixo de baixa pressão e vazão, também conhecido como sistema de aspersão em malha. A aspersão em malha tem-se destacado como uma alternativa viável de irrigação de pastagens, cana-de-açúcar e capineiras, devido a um diferencial em relação à aspersão convencional no seu dimensionamento, o que implica a redução dos custos de investimento e mão de obra operacional. Nesse sistema, as linhas laterais, de derivação e principal são enterradas, necessitando apenas da mudança dos aspersores (um por linha ou malha), diferenciando do sistema de aspersão convencional, que requer a mudança tanto dos aspersores quanto das linhas laterais. Apresenta ainda como vantagens o baixo consumo de energia, a adaptação a qualquer tipo de terreno e a durabilidade, considerando que as linhas de irrigação são tubos de PVC de pequeno diâmetro, que enterrados podem-se conservar por 30 anos. Com essa alternativa, a irrigação de pastagem deixa de ser uma prática onerosa aos pequenos e médios produtores, permitindo ainda que o produtor possa planejar-se em função da disponibilidade hídrica de sua propriedade e de sua capacidade financeira. Cada hectare irrigado representa um custo inicial de investimento da ordem de R$ 2.000,00 a R$ 2.500,00.
Considerando-se ainda o baixo consumo do sistema, a disponibilidade limitada de água na propriedade também pode ser aproveitada, uma vez que para a irrigação de pequenas áreas (corte ou pastejo) o consumo pode ser dimensionado até para 3 m3 /hora-1 por hectare irrigado.
A pastagem irrigada é uma estratégia para manter a produção de forragem durante períodos de seca ou veranicos, permitindo aumentar a taxa de lotação para mais de 10 cabeças por hectare e ganhos de peso superiores a 1 kg por animal/dia.
Benefícios e Viabilidade
Segurança Alimentar: Reduz a dependência de silagem e ração no cocho durante a seca, pois o animal colhe o próprio alimento.
Aumento de Lotação: Permite dobrar ou até triplicar a capacidade de suporte da fazenda.
Sobressemeadura de Inverno: Em regiões frias, a irrigação viabiliza o plantio de aveia e azevém sobre o pasto tropical, garantindo comida no frio.
Retorno Financeiro: Embora o investimento seja alto, o lucro por hectare costuma ser significativamente superior ao sistema de sequeiro devido à constância produtiva.
Métodos de Irrigação Comuns
A escolha depende do tamanho da área, topografia e disponibilidade de mão de obra:
Aspersão em Malha: Sistema de tubos enterrados com aspersores móveis. É ideal para áreas acidentadas e permite piquetes quadrados, o que melhora a eficiência do pastejo.
Pivô Central: Indicado para grandes áreas planas (geralmente acima de 40-50 hectares). É altamente automatizado, mas requer alto investimento inicial.
Carretel Autopropelido: Sistema móvel que se desloca por um cabo de aço. Tem menor custo de aquisição, mas exige mais manejo e tem menor durabilidade de mangueiras.
Melhores Capins para Irrigação
Para compensar o custo da água e adubação, utilizam-se variedades de alta resposta:
Panicum (Colonião): Variedades como BRS Zuri, Mombaça e Tamani são as mais recomendadas por sua alta produção de massa.
Cynodon:Tifton 85 e Coastcross respondem muito bem à fertirrigação, especialmente para gado de leite.
BRS Kurumi: Um capim elefante anão de alta qualidade nutricional, excelente para sistemas rotacionados intensivos.
Custos de Implementação (Estimativas 2024/2025)
O investimento varia conforme o nível de automação:
Sistemas Manuais/Simples: A partir de R$ 6.000 por hectare.
Sistemas Automatizados: Podem chegar a R$ 10.000 por hectare.
Custo Médio Geral: Estimado em cerca de R$ 8.600 por hectare, considerando materiais e instalação.
Dica de Manejo: A irrigação noturna é recomendada para reduzir custos, aproveitando tarifas de energia elétrica mais baixas e menor evaporação da água.
Você gostaria de um projeto específico para gado de corte ou leite, ou prefere detalhes sobre o custo operacional mensal de energia?
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