A origem do canário belga é, obviamente, a Bélgica. No entanto, apenas a linhagem a que ele pertence é que veio de lá, pois os antepassados dos exemplares dessa e de outras variedades têm raízes nas ilhas Canárias, um arquipélago do Atlântico junto ao continente africano. Os canários-do reino, por exemplo, são da mesma espécie do belga, mas ganharam essa denominação por que as aves costumavam chegar ao Brasil vindas do ‘reino’ de Portugal. Já o canário-da-terra, sim, faz parte de uma outra espécie, nativa do Brasil.
Pertencente à família dos Fringilídeos, o canário-belga mede entre 14 e 15 centímetros da ponta do bico à extremidade da cauda. A cabeça é pequena e estreita, as pernas longas, o peito arredondado e cheio. A plumagem é compacta e lisa, sem frisos. Como é um animal de origem estrangeira, a criação não precisa de autorização do Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis.
Existem mais de 400 cores de canários reconhecidas no mundo. Mas é a amarela, da linhagem belga, a mais popular por aqui. A busca por novas e diferentes tonalidades e combinações é um dos principais objetivos de boa parte dos criadores, que também se interessam pela definição do porte do pássaro. Apresentação em exposições e melhoramento genético da raça são outras finalidades da criação comercial do canário, que ainda desperta a atenção pelo seu belo canto.
O canário não dá trabalho. Exige pouco espaço, e sua criação pode ser mantida na cidade ou em áreas rurais, servindo até como terapia para algumas pessoas. Entretanto, como é pequeno e frágil, demanda cuidados no manejo. Quando em grupo, os pássaros podem ser acomodados em viveiros; casais podem ficar em gaiolas separadas. As gaiolas mais recomendadas são as de arame galvanizado, que podem ser encontradas facilmente no varejo.
Apesar de vulneráveis a doenças respiratórias, os canários logo se curam se prontamente tratados com medicamentos vendidos em lojas especializadas. Mas é preciso separar o pássaro doente, no caso de enfermidades mais prolongadas. É recomendável manter limpo o local de criação e fora do alcance do sol e do vento. Para evitar acúmulo de sujeira e falta de ventilação, mantenha a posição da gaiola a dois centímetros da parede.
Os objetivos da criação de canários podem ser:
1 – Diletantismo ou lazer (“hobby”);
2 – Terapia ocupacional;
3 – Ganhar concursos;
4 – Interesse científico;
5 – Criação de novas raças ou mutações;
6 – Melhoramento das espécies;
7 – Interesse financeiro;
8 – Interação social;
9 – Outros.
Quaisquer que sejam os objetivos, o início será sempre o mesmo – aprender acriar. Só depois é que se poderá pensar na consecução dos objetivos pretendidos.
A proposta desta publicação é exatamente esta – ensinar os conceitos básicos, regras e procedimentos, orientando os interessados a dar os primeiros passos na criação de canários.
Como só se aprende a fazer, fazendo, a criação de canários ensejará muitas oportunidades para praticar esses ensinamentos e evidenciará a necessidade de aprofundar os conhecimentos, mediante pesquisas e estudos complementares.
Convém esclarecer que não existe obstáculo legal quanto à criação do canário doméstico e que a matéria é regulada pela Instrução Normativa nº03/2011, de 1º de abril de 2011, do IBAMA.
Quanto à questão de manter os canários aprisionados em gaiolas, por muitos considerado como maldade, saibam todos que libertá-los é que seria uma tremenda maldade, pois não encontrariam alimentos, não resistiriam às intempéries e muito menos saberiam se proteger dos predadores, não conseguindo sobreviver, isto porque há séculos que o mesmo é criado em cativeiro, tendo sofrido várias modificações através dos anos, inclusive em seu código genético, que, hoje, é muito diferente do pássaro silvestre de origem. Tanto é verdade que até muitos canários já não criam seus filhotes.
A contrapartida do esforço e dedicação empregados na criação de canários é a alegria de vê-los saudáveis, cantando e as emoções da reprodução, com o nascimento e crescimento de filhotes e para alguns, a felicidade de ver seus pássaros premiados em concursos e ter canários campeões.
Aqueles que desejarem participar de concursos e exposições deverão filiar-se a algum clube de criadores de canários e identificar seus pássaros com anéis da FOB – Federação Ornitológica do Brasil, fornecidos pelo clube.
O tecelão-de-cabeça-preta (Ploceus melanocephalus) é uma ave da família Passeridae. O macho caracteriza-se pela plumagem amarela, que contrasta com a cabeça preta.
Esta ave distribui-se pelo continente africano. Em Portugal foi introduzida como ave de gaiola, tendo posteriormente estabelecido populações em estado selvagem, geralmente em zonas húmidas com abundante vegetação palustre.
Caracteristicas
Tem cerca de 20,5 centímetros.
É delgado, de cauda longa, negra. Tem uropígio e coberteiras superiores médias das asas amarelas cor de enxofre.
Seu bico é cinzento-azulado claro, a íris é branca ou pardo clara.
Possui uma voz nasal: “quä-ä”.
Canto melodioso, de grande beleza, timbre lembrando o Corrupião, p.ex. “dü, düliö-di di”, repetido sem pressa.
Reprodução
Constrói um ninho de bolsa, com crina vegetal preta, tecido com a precisão de uma máquina, o ninho tem 58 centímetros de comprimento.
Gera, em média, 2 ninhadas por estação, com 3 ovos cada uma.
Nome cientifico -(Ploceus melanocephalus)
Reprodução –como a maioria dos tecelões estes também são muito exigentes na criação, para se conseguir obter bons resultados e conseguir criar estas aves é essencial um viveiro com grandes dimensões, com arbustos e pequenos molhos de canas que se possa por no viveiro na tentativa de imitar um canavial, os machos fazem os seus ninhos nesses canaviais escondidos, ou pendurados a pequenos ramos, assim o macho consegue atrair as fêmeas com a sua construção, tentando sempre atrair o maior numero de fêmeas, estes machos são polígamos por isso devemos sempre manter mais fêmeas que machos no viveiro, por norma de 2 a 6 para cada macho. Após a femea escolher o ninho, feito por o macho vai fazer a postura de 2 a 3 ovos, que serão incubados por 12 a 14 dias. Alimentação –a alimentação destas aves é á base de mistura para exóticos africanos, gostam muito de fruta como por exemplo maçã e pêra, indispensável o grit como em todas as aves, e na época de reprodução para obter bons resultados é também indispensável o alimento vivo como o tenébrio e outros insectos que tenha-mos possibilidade de fornecer.
FÊMEA
Descrição - É uma ave com cerca de 13 a 16cm, sociável com aves da mesma espécie ou com outras aves, apesar de serem muito agressivos na altura de criação, podendo vir a matar espécies mais pequenas que habitem o mesmo viveiro.
Distinção - A distinção desta ave na altura de reprodução é muito fácil, pois o macho possui uma cor amarelo vivo e a cabeça preta, já a fêmea apresenta uma tonalidade mais escura. Fora da época de reprodução os machos apresentam a mesma coloração das fêmeas.
Zona de distribuição – esta ave é originária de África, pode ser encontrada em zonas húmidas como rios, lagoas e pequenos riachos, tendo sido registadas também algumas populações já bem definidas em Portugal.
Clique na busca do google abaixo e visite inúmeros textos e vídeos
sobre esta postagem
Ele está entre os pássaros mais apreciados pelos passarinheiros devido ao seu jeito dócil e seu canto melodioso. Já ocorreu risco de extinção, mas em conjunto, criadores e autoridades se dedicam a preservação da espécie.
O Pintasilgo da Venezuela está entre os mais conhecidos do mundo. Ele é encontrado principalmente na Venezuela pois a altitude variável e o ambiente árido, são de preferência dessa espécie.
Seus costumes são parecidos com os dos Pintasilgos brasileiros, pois gostam de regiões tropicais e vegetações abertas com pequenos arbustos.
No Brasil já existem diversos criadores comerciais e amadores que se dedicam a criação desses pássaros.
O Tarim da Venezuela também é o responsavel pela pigmentaçao vermelha nos Canários que hoje existem.
Como Criar
É bem fácil criar essa espécie para quem tem os fundamentos básicos de criação. É necessário adquirir pássaros de procedência de criadores sérios e que tenham experiência na área.
Ao adquirir uma ave, deve coloca-la em quarentena para observar se há algum pássaro doente.
Feito isso é hora de preparar as aves para a criação. É necessário colocar os machos em gaiolas individuais e as fêmeas, a principio, podem ser colocadas em um gaiolão todas juntas. Ao chegar no mês de julho, devemos começar a separar as fêmeas em gaiolas e introduzir ninhos e material para ela poder confecciona-lo. A partir do momento em que a fêmea começar a pegar os fiapos de juta e voar de um lado para o outro da gaiola é a hora de soltar o macho.
Com o decorrer do tempo a fêmea irá fazer o ninho e botará aproximadamente de 2 a 4 ovos, as fêmeas fazem até 3 posturas por temporada. Alguns criadores usam algumas canárias para chocar e criar os ovos de Tarim, possibilitando algumas fêmeas a fazerem até 4 posturas no ano. Quando as fêmeas botarem é necessário retirar os ovos e sustitui-los por ovos de plástico. Quando a fêmea colocar o último ovo é a hora de colocar os ovos retirados para que possa nascer todos no mesmo dia dando possibilidades de sobrevivencia iguais para todos os filhotes.
Alimentação
Basicamente se alimentam de grãos como: alpiste, niger, perila, chia, linhaça, erva-doce, etc. Cada criador tem preferência por um tipo de misturas de sementes.
Existem no mercado diversos tipos de farinhada adequadas para esse tipo de pássaro, particularmente uso a da marca Protein e da Angercal.
Ninhos, Gaiolas e Acessórios
As gaiolas podem ser usadas a do tipo argentinas que também são usadas na criação de canários por ser de fácil manuseio e limpeza.
Comedouros e bebedouros devem ser externo pois além de facilitar o dia a dia, evitam contaminação com as fezes dos pássaros. Devem se trocar os comedouros e os bebedouros a cada 15 dias, lavando-os com cloro e higienizando-os com Lisoform.
O ninho usado é o de corda ou o de bucha utilizados na criação de curió.
Cuidados
Mesmo sendo fácil o manejo dessas aves, é necessário alguns cuidados:
Alguns machos tem por costume furar os ovos postos pela fêmea. Quando isso acontece é necessário usar uma grade divisória para separar o casal quando a fêmea estiver próxima à postura. Tenho como costume colocar a divisória toda tarde anterior a postura de cada fêmea para evitar que isso aconteça. Feita a postura não há mais necessidade de apresentar o macho à fêmea.
Outro cuidado que devemos ter é que quando as fêmeas estiverem próximas a postura, devemos observar se o ninho não está sujo, pois algumas fêmeas, quando encontram o ninho sujo tem o hábito de botar fora do ninho.
Também é necessário usar algumas canárias como amas-seca para eventual abandono do ninho. Isso acontece devido a variadas situações.
Por fim é necessário que cada criador conheça algumas manias e custumes que cada pássaro particularmente possuem para obter o sucesso na sua criação.
Dicas
Vários criadores dizem e já li também em vários lugares que criar tarim não é difícil, mas por outro lado tem alguns segredos e macetes para ter êxito na criação, os quais descreverei mais abaixo.
Na minha opinião criar tarim não é difícil, mas também não é fácil como criar canários por exemplo, alias criar canários também têm os seus macetes, mesmo assim é mais fácil de criar do que o tarim.
Uma valiosa dica para você começar é estudar a fundo o tarim. Conhecer a sua origem, seus hábitos, sua alimentação, seu comportamento em cativeiro, enfim tudo que você puder reunir de informação antes de comprar o primeiro casal.
Tenha em mente que este tipo de criação custa caro, não vou ser hipócrita e dizer que são só maravilhas, pois não são. A compra de matrizes muitas vezes leva os iniciantes e entusiastas a desistirem por serem de custo elevado. E porque o custo elevado? Bem a população de tarim em cativeiro no Brasil não é tão grande assim e como eu disse acima ele não é tão fácil assim de criar, muitos filhotes morrem já no primeiro ano por falta de conhecimento de quem compra ou quem esta criando e muitos morrem depois de um ano, por serem mal alimentados ou mal cuidados, mas isso são pequenas pedras no caminho e não se desanime com estes relatos, pois a criação de tarim é muito prazerosa também, alem de serem lindos, tem um comportamento interativo com seus donos e criadores, então vale a pena investir no tarim.
Ambiente de criação.
O ambiente ideal para criação de tarim é um lugar limpo, bem iluminado, e bem ventilado ou que ofereça troca de ar constante, isso é o básico. O ambiente para criar tarim deve ser para criar tarim e não outra ave. E porque?
Primeiro que é para preservar o canto e não haver mistura de com outros cantos, ex: canários. Tenha em mente que em longo prazo o tarim começa a aprender algumas notas que não fazem parte do seu canto original e isso para o criador não é interessante.
Segundo, se você criar no mesmo ambiente dos canários, o tarim esta sujeito a pegar doenças que também não seriam adquiridas se ele estivesse em ambiente próprio.
Existem criadores de canários que usam o tarim para tirarem híbridos, e com isso eles convivem no mesmo ambiente, alias foi a partir deste cruzamento que surgiu o canário com fator, mas isso é outro assunto. Então prefira fazer um ambiente só com a finalidade de criar tarim e não com outras espécies misturadas.
As gaiolas. Recomendo que tenham em media o tamanho da gaiola de criação de canários, 63 de comprimento, 34 de altura e 27 de profundidade em centímetros, isso porque às vezes o espaço no criadouro é limitado, mas se você tiver mais espaço poderá optar por uma gaiola com mais comprimento, assim eles desenvolvem mais a musculatura e a capacidade respiratória e não se esqueça que ela tem que ter divisória.
Compra das matrizes.
A compra das matrizes é um ponto importante para ter sucesso na criação.
Você deve adquirir matrizes de criadores e não de atravessadores, ou seja, de quem traz o tarim recém capturado e com pouco tempo de cativeiro. Porque?
Bem, este tarim recém colocado em cativeiro é muito atraente por estar em estado natural e muitas vezes com preços mais baixos, mas o problema deste tipo de ave é que muitas delas não se acostumam em cativeiro e logo acabam morrendo. Muitas vezes já chegam muito debilitadas pelos maus tratos e viajem. Cuidado, esse atravessador tem artimanhas para iludir possíveis compradores.
Primeiro nunca dizem onde é o criadouro deles, fazem questão de levar os tarins até você.
Segundo, o tarim é uma ave hiperativa, então quando os atravessadores vão lhe mostrar o tarim eles deixam a ave bem perto e começam a mexer com ela ou na gaiola, assim o tarim não para, dando a falsa impressão que a ave esta saudável, mas não esta. Então tome cuidado com os atravessadores.
Por isso procure adquirir matrizes de criadores. Mas qual seria a vantagem de comprar com quem cria? A meu ver são muitas e influenciara no seu sucesso.
Comprando do criador você terá certeza que a ave é nascida em cativeiro, logo as chances de sobrevivência são muito maiores. Você também poderá aprender muitas dicas que este criador ira lhe passar, tais como: manejo, alimentação, possíveis medicamentos, dicas para os períodos de criação, etc...
Fazendo isso alem de você ter maiores chances de sucesso, também estará prestigiando uma pessoa que aprendeu com erros e acertos a criar o tarim e agora pode lhe oferecer o fruto desses acertos, então prestigie o criador, ele merece.
Chegada no criadouro.
Quando o tarim chegar no seu criadouro você deve deixar previamente desinfetada a gaiola em que será colocado, eu utilizo o Kilol L para este fim. Também coloque um pouco de piolhicida na bandeja da gaiola. Troque a gaiola a cada seis meses.
Você deve fazer quarentena, mas como fazer a quarentena no tarim?
Quarentena como o nome diz são quarenta dias, mas nas aves esse tempo não é necessário, pois as doenças que elas são acometidas não chegam a este tempo de incubação, bastando fazer a quarentena por 20 a 25 dias.
Quando o tarim chegar aplique plumas kleen (repelente natural de insetos e piolhos) e repita a aplicação no décimo e vigésimo dia. Após a aplicação coloque na gaiola e deixe separado do resto das aves que você possa ter. Se você tiver possibilidade de fazer exames de fezes eu aconselho.
Coloque um polivitamínico na água por quinze dias.
Na parte de alimentação, lembram que eu disse para comprar de um criador? Pois bem, você deve fornecer a mesma alimentação nos primeiros dias que era usada pelo criador, porque a quarentena também é uma adaptação de uma nova forma de manejo e alimentação. Você também pode continuar com esta alimentação, se for saudável ao tarim.
Neste período não forneça nenhum tipo de medicamento para não mascarar possíveis doenças. A não ser que tenha feito exame de fezes e neste foi detectado algum problema.
Converse sobre isso também com o criador e pergunte se ele forneceu algum medicamento.
No período de quarentena se faz necessário muita observação: comportamento da ave, fezes, se esta se alimentando bem, se esta alegre, etc...
Após vinte cinco dias se nada foi constatado coloque a ave com o resto do plantel. Lembre-se bem, muita observação neste período.
Alimentação.
Uma boa alimentação é tudo para qualquer ave, então forneça água fresca e limpa livre de cloro e outros produtos. As sementes devem ser de boa qualidade e procedência garantidas, eu recomendo colocar nas sementes um absorvente de micotoxinas (uso o Agromanol).
O tarim tem algumas manias na alimentação, as quais você deve ficar atento. A maioria dos tarins não se alimenta no fundo das gaiolas criadeiras, então você deve colocar os comedouros e bebedouros na altura dos poleiros. Alguns tarins não tiram as cascas dos comedouros e pensam que acabou a comida e ficam sem se alimentar, então fique atento e sopre sempre as cascas dos comedouros. Não são todos que tem essas manias e você deve observar e adequar o seu manejo conforme as necessidades do seu tarim.
Época de criação.
O ninho.
O ninho deve ser na forma de taça tipo usado na criação de canários, mas deve ser um pouco menor e não tão profundo. O material usado pela cardinalita para confeccionar o ninho geralmente é a juta, fibra de coco, pelos de animais e algodão.
A posição do ninho deve ser em lugar alto da gaiola. Alguns criadores usam camuflar os ninhos. Eu recomendo você a usar com e sem camuflagem e deixe a cardinalita decidir qual lhe agrada mais, lembrando que a camuflagem deve ser discreta para não atrapalhar a visão da fêmea, pois a cardinalita gosta de ver o que se passa ao seu redor.
Quando a fêmea for iniciar a postura dos avos o ninho deve estar limpo, se não estiver a fêmea pode ficar embolada ou agitada ou ainda colocar o ovo fora do ninho, então fique atento a este fato e limpe o ninho se necessário, continue verificando isso até o fim da postura. Após o nascimento dos filhotes quando a fêmea não estiver mais limpando as fezes do ninho você deve fazer esta limpeza, por este motivo prefira os ninhos rasos que são mais fáceis dos filhotes evacuarem.
O casal.
Os tarins são muito fogosos na época de reprodução, principalmente o macho, então quando o casal começar a copular fique atento ao macho, pois muitas vezes a fêmea começa a fazer a postura e o macho vem galar ela no ninho e com isso pode acontecer do ovo quebrar, para que isso não ocorra é aconselhável substituir os ovos por replicas de plástico, após o termino da postura colocar os ovos verdadeiros para serem chocados. Lembrando também que durante a postura você deve ao final de cada dia colocar a divisória da gaiola até no outro dia que for feita a substituição com o ovo de plástico, depois disso você pode tirar a divisória até chegar o final do dia novamente, faça esse processo ate o fim da postura.
Alguns criadores deixam o casal juntos o ano inteiro e também durante toda a criação sem ter nenhum problema com isso, mas nos casos em que o casal é muito fogoso isso não é possível, pois ira trazer problemas, tais como: quebra de ovos, fêmea abandona o ninho, fêmea abandona os filhotes recém nascidos para começar nova postura, etc...
Por este motivo eu recomendo que o macho fique com a fêmea somente até ela deitar em choco, ficando assim a tarefa de criar os filhotes somente com a fêmea.Apos o término da criação dos filhotes, introduza o macho novamente para que se inicie uma nova postura.
Fique atento a isso então, e observe bem o seu casal para ver qual é o caminho a seguir.
O uso de Amas.
Eu não recomendo o uso de “amas”. Quem deve criar os filhotes são os pais. E porque?
Ao longo do tempo que for usado “amas” o cardinalito vai perdendo a capacidade de criar seus próprios filhotes, ficando parecido com o diamante gold que para poder criar necessita de manons. Também a alimentação das “amas”, que geralmente são canários, não é a mesma do tarim. Outro problema com o uso sucessivo de “amas” é a perda do canto original do cardinalito. Então se você precisar usar “amas”, só as use em casos como:
As fêmeas abandonam os ninhos com poucos dias de incubação para iniciar uma nova postura. A fêmea se assusta com o nascimento dos filhotes e os abandona. Em dias muito frios, a fêmea não dorme mais em cima dos filhotes a partir do sexto dia do nascimento, isso é natural, porque algumas fêmeas ainda trazem isso dos seus ancestrais do equador. Fêmeas que se assustam com visitas, barulho, etc... Nestes casos e somente nestes, sempre é bom ter “amas” à mão.
Para terminar.
Na época de acasalamento a temperatura ideal é entre 20 e 30ºC. A umidade deve estar em torno de 40 a 70%. Entre 14 a 16 horas de luz. A anilha usada é de diâmetro 2,5.
Um mês antes de começar as criações você deve fornecer cálcio e um polivitamínico que contenha um teor mais alto de vitamina E, mas só até iniciar a postura.
A fêmea coloca entre três e cinco ovos e a incubação é entre treze a quinze dias.
Durante o período de criação não recomendo receber visitas em seu criadouro.
Nascimento dos filhotes.
O nascimento dos filhotes é o auge da criação, mas nem por isso devemos descuidar nesta época, os cuidados têm que se manter em dobro.
Como citado acima, algumas fêmeas podem não dormir mais sobre os filhotes a partir do sexto dia e você terá que colocá-los em “amas”.
Observe bem este período para ver se a fêmea esta alimentando bem os filhotes e se eles estão se desenvolvendo por igual. Ofereça uma alimentação rica e variada, use uma farinhada rica em proteínas. Eu recomendo adicionar a esta farinhada um medicamento encontrado em farmácias com o nome de LEIBA, que nada mais é do que Lactobacillus acidophilus que ajuda no melhor funcionamento do intestino e não deixando desenvolver bactérias patogênicas que fazem mal a qualquer ave. Misture três a quatro cápsulas de LEIBA por kilo de farinhada.
Separação dos filhotes.
Após 30 a 35 dias geralmente os filhotes já estão aptos a comer sozinhos e devem ser separados da mãe.
Este período é muito traumático e estressante para os filhotes podendo acorrer mortes.
Esta fase aumenta muito o nível de stress das crias e isso aumenta o nível de coccidios e respectivamente a coccidiose.
Para amenizar este período de stress podemos auxiliar as crias a se adaptarem melhor tomando alguns cuidados e precauções, tais como:
- Quando separar os filhotes colocar em uma gaiola igual a que foram criados, ou seja, em uma criadeira e não em voadeiras.
- Devem-se observar os primeiros dias em que as crias foram separadas. Se notar algum triste ou encorujado, deve voltar com este para a gaiola da mãe.
- Observe se todos estão comendo, se não estiverem devem retornar por mais dias com a mãe.
- Usar utensílios parecidos com o que tinha na gaiola com a mãe e se possível nas mesmas posições.
- A alimentação muitas vezes não é mantida a mesma, sendo isso um erro grave. A alimentação deve ser igualmente rica e variada como eles tinham na gaiola da mãe.
- As crias recém separadas devem ficar na gaiola com os seus irmãos de ninho e não com aves mais velhas.
Isso deve ser mantido por pelo menos 15 dias após a separação, neste período inicial deve se manter constante vigilância com as crias.
Os tarins são aves muito delicadas especialmente nos primeiros seis meses de vida e são vitimas fáceis de coccidiose e enterite. As sementes de alface lisa e crespa têm se mostrado grandes aliadas para deixar o intestino em bom funcionamento, também recomendo que o uso do medicamento LEIBA seja mantido constantemente neste período.
O tarim é uma ave muito ativa e seu sistema digestivo leva em torno de 20 minutos para digerir o alimento, então forneça uma alimentação saudável, água limpa, frutas e verduras bem lavadas e desinfetadas. Não abuse de antibióticos para fazer prevenção e sim somente quando a ave estiver doente. Se quiserem usar preventivos, use os naturais.
COMO ALIMENTAR SEU PINTASSILGO
Muitas vezes me perguntam como alimentar corretamente seus carduelis(pintassilgos).
Lembro a todos que os relatos abaixo são um apanhado de dicas dadas por vários criadores de todo o mundo e adaptadas para a nossa realidade aqui no Brasil.
Todos sabem dar comida a pintassilgos. Também todos sabemos que os pintassilgos se alimentam principalmente de sementes.
O problema é acertar na escolha da comida e das sementes. Fazendo as escolhas acertadas teremos aves saudáveis e predispostas a cantar e a criar.
Tradicionalmente os pintassilgos capturados são alimentados só com alpista ou níger.
O níger eu não recomendo, pois mais abaixo irão saber porque.
Aqueles que resistiam e se adaptavam a esta alimentação com alpista tinham uma vida longa. Alguns relatos apontam para idades de 10 anos de vida em gaiola.
Se alimentarmos um homem só com pão, provavelmente não morrerá de fome. Também não irá sofrer de diabetes, nem terá crises de fígado causadas por excessos na alimentação. Nas sociedades modernas, sabemos que os doces, os fritos prejudicam a saúde de quem abusa destes alimentos, ricos em açucares ou gorduras.
Por isso não recomendo o níger para pintassilgos, por se tratar de uma semente muito gordurosa.
Atualmente existem no mercado misturas de sementes feitas para pintassilgos ou ditas apropriadas para pintassilgos.
Nestas misturas predominam sementes com alto teor em gordura. Sendo este tipo de sementes mais apetitoso para os pássaros. As sementes brancas ricas em hidratos de carbono, como por exemplo a alpista, são ignoradas.
Quando ingerimos muitos alimentos ricos em gordura, obrigamos o fígado a um trabalho suplementar, para as decompor e expulsar do organismo. Também no corpo há uma acumulação de gordura que prejudica o cio dos machos.
Não é por acaso que na tradição os machos de pintassilgo que eram alimentados só com alpista cantavam mais e eram mais apreciados o seu canto. O canto do macho predispõe a fêmea a ovulação.
Alimentar um pintassilgo macho só a alpista não o prejudica. O problema é alimentar as fêmeas só com alpista, pois nem todas irão ter as reservas necessárias para formar os ovos, nem depois poderão alimentar as crias só com alpista.
No repouso durante Inverno fornecer um mistura “light”, onde a alpista é a semente predominante. Acrescento em dias alternados uma colher de chá de mistura balanceada
Com sementes de: perila, cardo,alface, chicória e sementes selvagens. Algumas destas sementes são difíceis de achar aqui no Brasil então poderiam ser substituídas por:
Semente de alface crespa que é parecida com o niger, semente de alface lisa, semente de almeirão, semente de repolho e couve, semente de grama bermuda, semente de jiló, etc...
Lembrando que estas sementes tem que ser classificadas para pássaros e não para plantar, pois a que é para plantar já vem com agrotóxicos.
A intenção é obrigar os pintassilgos a comer alpista nos dias em que não se fornece a as outras sementes.
Na Primavera comece a fornecer sementes germinadas misturadas com um pouco de papa que tenha um bom nível de proteína animal.
Estes alimentos são importantes para as fêmeas alimentarem as crias.
Verduras e frutas também são muito benéficas.
Eu recomendo o brócolis, espinafre, dente de leão, maçã etc... Forneça as que você tem a diposição. Sempre sem exageros e sempre diversificar e não ficar em uma só fruta ou um só legume.
E claro não esqueça de fornecer no mínimo uma vez por mês o vinagre de maçã.
O método de alimentar é simples, cabe a Natureza fazer o resto.
Clique na busca do google abaixo e visite inúmeros textos e vídeos
sobre esta postagem
O Starfinsh (nome popular inglês) ou Diamant à Queue Rouge (nome popular francês) é um gracioso passarinho que vive do Norte ao Nordeste da Austrália, principalmente próximo a rios e riachos e em regiões ricas em paisagens arbustivas. Esse tipo de vegetação é predileta da espécie para a construção de seus ninhos.
Em estado selvagem, o ninho do Starfinsh costuma ser esférico, e o pássaro gosta de fazê-lo entre os arbustos. No seu habitat ele vive em pequenos grupos, e se alimenta de grãos. Bastante dócil, essa espécie que mede de 10 a 11 cm é muito sociável e pode ser criada facilmente em viveiros. Aliás, no Brasil ele só existe em cativeiro.
Essa ave é dona de uma pelagem lindíssima. Sua cabeça é matizada por um forte vermelho carmesim, "salpicada" por pequenas manchas brancas até a altura da garganta, próximo às asas. Seu corpo é verde-oliva, e a cauda de um vinho "sóbrio e charmoso". A parte de trás das asas é verde acinzentado, e o bico, vermelho.
O Starfinsh é um passarinho calmo e meigo. Tranqüilo, é ideal para pessoas que tenham o mesmo temperamento. Canta baixo e não é dos mais barulhentos.
O Starfinsh não é exigente nem chato, vivendo bem numa gaiola pequena. Não se esqueça, porém, de dispensar-lhe o mínimo de condições de higiene.
Limpe com uma escova as grades, poleiros e o fundo da gaiola, lembrando-se também de forrá-lo com papel. Água fresquinha para beber e para os banhos gostosos (em vasilhas distintas) também são indispensáveis.
Reprodução
Identificação: A fêmea é um pouco menor do que o macho, e ainda apresenta a mancha vermelha da cabeça também em proporção menor.
Postura e Nascimento: A exemplo de outros pássaros da mesma família, o Starfinsh não é muito dado às funções de "administrar sua prole". São raríssimos os casos em que a fêmea chega a chocar seus ovos. Na maioria das vezes, entra em cena o Manon (Lonchura spp), famoso pela suas qualidades de perfeito pai adotivo.
O Starfinsh põe 1 ovo por dia, durante 4 a 6 dias, num ciclo que tem um intervalo de 15 dias, por todo tempo de acasalamento, que dura aproximadamente 6 meses. Assim, retire os ovos do ninho do Starfinsh à medida em que forem sendo postos, e resrve-os em uma caixinha propriada. No quarto dia da postura, coloque 4 ovos no ninho do Manon. A eclosão dos seus ovinhos se dá aos 13 dias. No 20º dia você poderá ver os filhotinhos recobertos de plumagem.
Os machos são facilmente distinguidos das fêmeas, por possuirem uma máscara maior na cabeça. Os machos cantam e durante o canto existe um alongamento do pescoço e suas penas na cabeça ficam arrepiadas.
Alimentação do Star Finch
Para um pássaro tão pequeno, o Star Finch realmente gosta de sementes grandes. Descobri que eles separam a maioria das pequenas sementes encontradas na mistura pronta para pássaros, então eu utilizo o paínço Branco (importado). Eles também adoram as farinhadas com ovos cozidos espremidos em uma peneria. Gostam também de Grit (areia especial ou quirela de milho nivel 0) e cálcio sob a forma de cascas de ovos secas e trituradas e os cuttlebones que são aqueles ossos de peixe encontrados nas lojas de rações (cuidado com imitações). Algumas referências mencionam alimento vivo como insetos, especialmente quando têm filhotes no ninho, mas eu apenas alimento com ovos cozidos na farinhada.
Criação de Star Finch
Os Star Finch estão no mesmo nível de dificuldade de criação dos Diamantes Gould. Para mim, eles são semelhantes em muitos aspectos, por isso a minha abordagem para produzi-los é semelhante. Os Star Finch são pássaros tímidos e preferem ninhos bem fechados, com uma pequena entrada se possivel. Bem diferentes dos passaros mandarins que gostam de olhar para fora do ninho estando dentro deles.
A postura do Star Finch é de 4 a 6 ovos. A incubação normalmente começam após o 3 ou 4 ovo. Eles são facilmente perturbados por barulhos estranhos por isso a incubação deve ser feita em um ambiente calmo e sem muito agito. Os filhotes nascem em cerca de 13 dias e são cor de rosa e muito pequenos, parencedo um formigão. Eles irão permanecer no ninho aproximadamente 21 dias.
Enquanto no ninho são relativamente quietos e calmos, mas quando eles saem do ninho, vira uma bagunça. Eles são barulhentos e insistentes para serem alimentados. São rápido e muito velozes. Você quase não consegue ver direito quem é quem.
Os Star Finch pais fazem muito bem a alimentação dos filhotes. Todas as suas necessidades podem ser satisfeitas com o ovo cozido junto com a farinhada. Os jovens são desmamados com cerca de 35 a 45 dias. Eles parecem demorar um pouco mais do que algumas outras espécies australianas e é melhor esperar até ter certeza de que eles estão se alimentando por conta própria. images
O jovem Star Finch tem um verde oliva escuro com uma barriga amarela. A cauda tem uma dica do rabo vermelho (rufous) que os adultos têm. O bico é preto e eles não têm o vermelho ou as manchas dos adultos. Eles levam muito tempo a fazer a muda para a plumagem adulta. Bem mais tempo que os Diamantes Gould. Aproximadamente 8 a 12 meses. Eu li em algum site que que há uma plumagem intermediária nas mudas juvenis antes de mostrarem suas cores finais. Eu já percebi isso, mas achava que eles estavam demorando mais por causa do inverno. Os Star Finch Jovens do sexo masculino começam a cantar ainda com a plumagem juvenil, além de qualquer jovem que mostram penas vermelhas que aparecem abaixo do queixo pode ser identificado como do sexo masculino, na verdade fica evidente que a mascara do macho mesmo juvenil é maior que a da fêmea.
Os Star Finch são muito sociais e vivem bem com qualquer pássaro. Eles são muito unidos e adoram viver em bando. No meu viveiro possuo alguns caisais e eles se relacionam muito bem. Como os Star Finch são muito sensíveis eu não havia conseguido criar antes de colocá-los em um vivieiro, eles precisam de no mínimo 7 metros quadrados de área para poderem criar seus filhotes por conta própria. Voce vai conseguir apenas ovos galados se tentar criar Star Finch em gaiolas. star_y1
Exitem duas cores predominantes de cabeça do passaro star finch, uma é a cor vermelha e a outra é a cor laranja.
Seus corpos normalmente são verde oliva claro, mas temos os verde oliva escuros e os pastéis que são uma diluição do verde oliva tornando o pássaro mais claro e mais bonito.
Clique na busca do google abaixo e visite inúmeros textos e vídeos
sobre esta postagem
A lenda diz que foram os primeiros colonos que encontraram a Rosella Oriental na Colina de Rosa, agora, subúrbio de Sydney Austrália. Eles então chamaram-na de Rosa Hiller que eventualmente passou a se chamar Rosella
Uma segunda história conta que o nome é derivado de Rosetta, primeiro nome da esposa de George Fife Angas, um colono na Austrália, mas ele esqueceu de cruzar os Ts dele (deixando parecer com Ls), consequentemente Rosella
Características
Uma rosella é uma de 5 entre 8 espécies de papagaios australianos coloridos do gênero Platycercus. Platycercus quer dizer "largo - " ou "rabo avantajado", refletindo uma característica comum às rosellas e outros membros da subfamília de papagaio de rabo largo.
Tamanho: De 25 a 38 cm.
Rosellas são nativos da Austrália e de algumas ilhas próximas onde habitam em florestas, bosques, terras agrícolas, parques suburbanos e jardins. Eles são limitados às montanhas litorais e planícies e estão ausente de áreas remotas ou áridas. Populações introduzidas também se estabeleceram na Nova Zelândia e Ilha de Norfolk.
Por causa da plumagem notavelmente colorida, várias espécies são amplamente mantidas como pets.
Eles podem viver por mais de 20 anos
Confinamento
Todos têm uma reputação de ser agressiva em cativeiro, portanto, é recomendado que sejam mantidos separados dos outros pássaros, melhor ter apenas um pássaro por gaiola.
Reprodução
Rosellas em geral são pássaros fáceis de reproduzir
Os filhotes são incubados por cerca de 21 dias pela fêmea. O macho alimenta a fêmea durante algum tempo enquanto ocorre a incubação
Após 5 semanas o filhote já pode ser separado dos pais.
Alimentação
Sua dieta inclui sementes, frutas e vegetais.
Frutas: Maçã, pêra e uva
Vegetais: Alface e beterraba
Variações
Western Rosella
26 cm de comprimento , a menor Rosella . O macho é principalmente vermelho com manchas amarelas na bochecha , alcatra verde , e uma cauda verde escuro. A fêmea é mais maçante , com uma cabeça principalmente verde, testa avermelhada , as cores de penas diferem entre duas subespécies. A íris é marrom escuro .
Crimson Rosella
36 cm de comprimento, as cores predominantes são azul com tom puxado para o roxo e vermelho.
Green Rosella
37 cm de comprimento, a maior Rosella . Ele tem uma cabeça e peito amarelos com as bochechas azuis e uma faixa frontal vermelho acima do bico . As penas nas costas e interiores das asas são pretas com linhas verdes em suas pontas, e as penas das asas exteriores são azul e verde.
Pale-headed Rosella
30 cm de comprimento, na maior parte coberta em azul , exceto a parte superior da cabeça, que são creme, amarelo, a cauda é azul, preto e verde, e uma área ao redor da cauda é vermelho.
Eastern Rosella
30 cm de comprimento. Cabeça vermelha e bochechas brancas. A parte superior do peito é vermelha e parte inferior é amarela, algumas penas verde claro sobre o abdome . As penas das costas e ombros são negros, e têm margens amarelada ou esverdeada. As asas e penas da cauda laterais são azuladas, enquanto a cauda é verde escuro.
Northern Rosella
28 cm de comprimento, testa, coroa e nuca são na cor preta , com bochechas brancas e azul . A parte de trás e da asa penas tem bordas azuis, enquanto as penas da barriga, peito e nádegas são amarelas com bordas pretas dando origem a uma aparência recortada pálida , cauda é verde azulado. O bico é cinza pálido.
O Ringneck, periquito-de colar, periquito-de-colar-rosa ou periquito-rabo-de-junco, é uma espécie da família amplamente distribuída na Ásia, África e Europa. É a única ave da família dos papagaios e periquitos em liberdade na Europa.
Esta fabulosa ave se bem tratada pode em alguns casos superar os 40 anos de idade.
Apresenta a plumagem na maior parte verde. A cauda é longa e afilada. O bico é grande e vermelho, em forma de gancho. O macho tem um anel preto e rosa no pescoço que surge somente as seus dois anos, indicando a sua maturidade sexual.
Como uma curiosidade sobre a espécie, os ring-necks africanos possuem o bico preto enquanto os asiáticos o têm vermelho.
Peso: 130g adulto
Alimentação
Mistura de sementes: Alpiste, painço, senha, girassol (sem exagero), linhaça, castanhas, pinhão, milho verde etc.
Frutas, legumes e verduras: Goiaba, maçã (retirar as sementes), cenoura, pimentão, jiló, beterraba, almeirão, repolho. Pode ser dada alface, pois há o risco de diarreia.
Não forneça: Abacate, chocolate, bebidas alcoólicas, alimentos que contenham sal, cafeína ou gordura em excesso.
Importante: Deixar disponível uma barra de cálcio ou osso de siba, principalmente, na época de reprodução. Além de “afiar” o bico, ajuda na formação e postura dos ovos.
No período de troca de penas (dezembro/janeiro) e reprodução é bom dedicar uma atenção maior à alimentação, variando-a o máximo possível.
Água limpa sempre a disposição.
Gaiolas e Ninhos
Localizada, preferencialmente, onde seja possível às aves terem acesso ao Sol da manhã e que tenha uma proteção de sombra e que os proteja do frio e vento excessivo. Quanto às medidas, estas podem variar, mas é importante que tamanho mínimo seja de 1,50 m X 0,60 m X 0,60 (comprimento x largura x altura).
Cuidado com telas muito finas, eles podem cortá-las.
Feche bem as portas, pois são aves curiosas e num descuido podem abri-las e fugir.
Cuidado com jornais, revistas ou outros materiais que podem entrar em contato com seus pássaros... podem ser tóxicos. Jornal, por exemplo, contém substâncias que se acumulam no corpo do pássaro e com o tempo podem levá-lo ao óbito.
Procure instalar poleiros de espessuras variadas, para estimular o exercício da musculatura dos pés.
Os ninhos podem variar: há criadores que preferem os verticais e outros, os horizontais. pode ser utilizados os ninhos horizontais, medindo: 45 cm X 25 cm X 25 cm (comprimento x largura x altura).
Reprodução
Período de Julho a Janeiro.
Na época de reprodução, as fêmeas instintivamente gostam e precisam fazer o ninho. Porém como este já está pronto, às vezes, ela rói algumas partes do mesmo. Por isso, para que ela o faça, pode-se pôr dentro dele um pouco de serragem e/ou pedaços pequenos de madeira para que o casal o prepare a seu modo e não danifique o que está pronto.
Formação do Casal
A diferença entre os machos e as fêmeas se dá aproximadamente, após a segunda ou terceira troca de penas, ou seja, do segundo para o terceiro ano de vida. Os machos passam a exibir um colar ou anel preto e rosa no pescoço, daí o nome Ringneck (do inglês: ring = anel, neck= pescoço). As fêmeas ficam apenas com o sinal do anel, assim como os jovens ou filhotes.
No final do inverno começa o período de reprodução. Os machos intensificam as exibições para as fêmeas, cantando e dançando e passam a alimentá-la com mais frequência. Esta, por sua vez, numa atitude de receptividade e aceitação, abaixa-se ou inclina-se um pouco, contraindo os olhos e produzindo um som semelhante a um gemido. Todo este ritual indica que o casal está, realmente acasalado.
Depois de formado o casal e com o ninho já instalado no viveiro é só esperar os ovos e os filhotes.
Também na época da reprodução pode se fornecer vitamina E.
Se o casal for adquirido junto e mudarem de ambiente, adaptaram-se facilmente.
Se já houver uma ave e outra for introduzida, é importante observar se a ave que já estava inserida no viveiro vai ser receptiva ou se, para proteger o território, será hostil com o novo companheiro (a). Como são aves gregárias convivem bem juntas.
Os casais ficam prontos para reproduzirem-se a partir do segundo ano de vida, as fêmeas (principalmente as verdes) podem até reproduzir no primeiro ano, mas o ideal é não forçá-las a botar usando medicamento. Já os machos, por serem muito jovens, podem ainda não fecundar os ovos no primeiro ano, estando aptos somente no segundo ano.
Visão
geral criada por IA
O termo ring neck (ou pescoço anelado) é mais comumente associado ao periquito-de-colar (Psittacula krameri), uma ave exótica muito popular como pet devido às suas cores vibrantes e capacidade de "falar". No entanto, o nome também descreve várias outras espécies de animais que possuem uma marca distinta ao redor do pescoço
Aqui estão os principais exemplos:
Periquito-de-Colar (Indian Ringneck): Conhecido por sua longa cauda e pelo anel preto e rosa que os machos desenvolvem ao redor do pescoço por volta dos 3 anos de idade. Eles existem em diversas mutações de cores, como verde, azul, amarelo e cinza.
Faisão-de-Coleira (Ring-necked Pheasant): Uma ave de caça originária da Ásia, onde o macho apresenta uma plumagem colorida e um anel branco bem visível no pescoço.
Cobra-de-Colar (Ring-necked Snake): Uma pequena serpente inofensiva com dorso escuro e uma faixa amarela ou laranja brilhante logo atrás da cabeça.
Zaragora-de-Colar (Ring-necked Duck): Um pato mergulhador norte-americano que, apesar do nome, tem um anel canela no pescoço que é difícil de ver de longe; ele é mais facilmente identificado pelo anel branco no bico.
ASSISTA O VÍDEO
Clique na busca do google abaixo e visite inúmeros textos e vídeos
sobre esta postagem