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16 de mai. de 2026

criação de aves ornamentais


CAROS AMIGOS, MEU NOME É CARLOS PENA, TÉCNICO AGRÍCOLA E ADMINISTRADOR DE EMPRESAS, FUNCIONÁRIO APOSENTADO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, AGORA INFUENCER DIGITAL E COMERCIALIZO SEMENTES DE FLORES,HORTALIÇAS E FRUTAS EXÓTICAS. SE HOUVER INTERESSE, ENTREGO VIA CORREIOS TEMOS MIRTILO, TOMATE DE ARVORE,MELÃO ANDINOO E ETC, SE QUISERES ENTRE EM CONTATO VIA COMENTARIO DO BLOGGER PARA FORNECER DETALHES DA TRANSAÇÃO.

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criação de aves ornamentais


As pessoas que habitam os grandes centros urbanos têm uma necessidade cada vez maior de se aproximar do campo e da natureza, muitas vezes como hobby em suas horas vagas. A criação de aves ornamentais é uma alternativa para favorecer este processo. Aspectos relacionados às técnicas de cuidado e criação, bem como as licenças e autorizações para a criação de aves ornamentais já estão evoluídos, não representando riscos de descumprimento das leis de proteção aos animais, assim como as normas do IBAMA para criação de animais exóticos. As pessoas de modo geral buscam companhia e realização pessoal na atividade relacionada a cuidar de bichos de estimação. Segundo vários terapeutas, é uma excelente forma de manter o equilíbrio entre a saúde física e mental, reduzindo os níveis de stress e depressão. Aspectos como a grande variedade das espécies e suas diferenças nas cores, tamanhos e formas, acabam gerando um senso de competição entre os criadores, sejam eles admiradores que se dedicam a cuidar de poucas aves, ou mesmo os criadores em escala, que buscam aperfeiçoamento constante das técnicas de manejo e reprodução das espécies. E esta competição acaba promovendo eventos em que os animais são expostos e cativam a atenção e interesse de novos adeptos, tornando o negócio de criação de aves ornamentais interessante sob o aspecto financeiro. Nesta "Idéia de Negócio" serão apresentadas informações importantes para o empreendedor que tem intenção de investir em criação de aves ornamentais. Entretanto, este documento não substitui o Plano de Negócios, que é imprescindível para iniciar um empreendimento com alta probabilidade de sucesso. 

A criação de aves ornamentais é uma atividade focada na beleza, preservação e exibição de espécies com características estéticas únicas, movimentando um mercado altamente lucrativo que atende desde hobbistas a donos de chácaras e sítios. Para iniciar um criatório de sucesso, o planejamento correto do espaço, a escolha das espécies e o cumprimento das normas legais são fundamentais.

Principais Espécies Criadas
  • Pavões: Símbolos máximos de exuberância, com destaque para as variedades Azul e Branco.
  • Faisões: Apresentam alto valor de mercado, com destaque para as raças Dourado, Prateado e Venerado.
  • Galinhas Ornamentais: Muito procuradas por sua plumagem e características exóticas, como as raças Polonesa, Sebright e a valorizada Galinha Sertaneja Balão (GSB).
  • Aves Aquáticas: Marrecos, patos e cisnes, ideais para lagos artificiais em propriedades rurais.
Estrutura e Manejo Essencial
  1. Instalações Adequadas: Construa viveiros arejados, protegidos contra vento excessivo, chuva e predadores. Galpões para galinhas ornamentais exigem distanciamento regulamentar e ninhos confortáveis para a coleta de ovos.
  2. Especialização: Evite misturar muitas espécies distintas no início. Começar com apenas uma ou duas variedades facilita o aprendizado sobre o manejo alimentar e sanitário.
  3. Genética e Confinamento: Mantenha as linhagens separadas. A mistura indesejada de cores ou raças reduz drasticamente o valor de mercado dos filhotes e ovos férteis.
  4. Criação de aves ornamentais: saiba tudo sobre elas aqui | Petz
    Criação de aves ornamentais: saiba tudo sobre elas aqui | Petz
    Galinhas ornamentais e exóticas - mercado e custos com a ...

    Principais Espécies Criadas
    • Pavões: Símbolos máximos de exuberância, com destaque para as variedades Azul e Branco.
    • Faisões: Apresentam alto valor de mercado, com destaque para as raças Dourado, Prateado e Venerado.
    • Galinhas Ornamentais: Muito procuradas por sua plumagem e características exóticas, como as raças Polonesa, Sebright e a valorizada Galinha Sertaneja Balão (GSB).
    • Aves Aquáticas: Marrecos, patos e cisnes, ideais para lagos artificiais em propriedades rurais.
    • Psitacídeos e Pássaros Exóticos: Calopsitas, Ring Necks, Canários Belgas e Diamantes de Gould, focados no mercado pet.

    Estrutura e Manejo Essencial
    1. Instalações Adequadas: Construa viveiros arejados, protegidos contra vento excessivo, chuva e predadores. Galpões para galinhas ornamentais exigem distanciamento regulamentar e ninhos confortáveis para a coleta de ovos.
    2. Especialização: Evite misturar muitas espécies distintas no início. Começar com apenas uma ou duas variedades facilita o aprendizado sobre o manejo alimentar e sanitário.
    3. Genética e Confinamento: Mantenha as linhagens separadas. A mistura indesejada de cores ou raças reduz drasticamente o valor de mercado dos filhotes e ovos férteis.

    Regularização e Legislação no Brasil
    A atividade exige atenção estrita às leis ambientais e sanitárias para que a comercialização seja legalizada:
    • IBAMA: Regula a criação e venda de animais da fauna silvestre e exótica, exigindo registros comerciais e emissão de nota fiscal com a origem do animal.
    • Ministério da Agricultura (MAPA): Normatiza o controle sanitário da avicultura (como a Instrução Normativa nº 56), prevenindo doenças aviárias graves.

    Potencial de Lucro e Mercado
    O retorno financeiro pode ser expressivo através da venda de casais jovens/adultos, pintinhos ou ovos férteis enviados para todo o país. O mercado comprador é composto principalmente por proprietários de áreas rurais que buscam embelezar suas terras e colecionadores dispostos a investir em genética diferenciada.
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10 de nov. de 2021

Sistemas de Criação de Galinhas Caipiras no Brasil

 

Definir um sistema que seja adequado para a propriedade é fundamental para o processo de criação de aves. 

Com base no sistema escolhido o avicultor vai projetar os espaços necessários para o manejo adequado de sua criação. 

A ocupação dos galpões deve ser de no máximo 10 aves por metro quadrado de área e os piquetes de 4 a 5 metros de área para cada ave. 

Para manter um bom programa de biosseguridade o avicultor deve obedecer o sistema de criação onde todas aves alojadas tenham a mesma idade, essa pratica é conhecida popularmente como “todos dentro todos fora”. Assim, é possível fazer uma limpeza e higienização de forma mais efetiva e que combinada com o vazio sanitário possa eliminar boa parte das bactérias do lote anterior. 

Sistema Intensivo

Assim como na criação industrial de frangos de granja, o sistema intensivo também se aplica na criação de galinha caipira. As aves são mantidas em confinamento do nascimento até a data de abate e é fundamental manter a densidade correta de aves para a capacidade do galpão, obedecendo um limite de no máximo 8 aves por metro quadrado. 

Sistema Semi Intensivo

O sistema semi-intensivo é bastante usado na criação de galinhas caipiras ele é uma combinação da criação intensiva com a criação solta, para isso é necessário a utilização de piquetes para as aves fazerem o pastoreio durante algumas horas do dia. O espaço para o piquete deve ser de no mínimo 4 metros quadrados por ave. 

Sistema Extensivo

Esse é o sistema que oferece as melhores condições para a criação de galinhas caipiras. Nesse sistema as aves passam o dia todo soltas, ciscando e se alimentado com gramíneas e restos de frutas e verduras produzidas na propriedade. Ao entardecer, são recolhidas no galpão onde possam se proteger contra predadores as intempéries climáticas e onde possam receber ração balanceada. O limite de ocupação dos piquetes é de uma ave para cada 5 metros quadrados de área. 





31 de out. de 2021

Instalações e Equipamentos para Galinhas Caipiras

 

Habitação

Na construção do galpão o principal objetivo é oferecer às aves um ambiente onde seja capaz de encontrar água em abundancia, alimentação, proteção contra predadores, abrigo contra chuva ou frio e garantir um manejo adequado contra as doenças das aves. As instalações devem ser funcionais e acima de tudo simples, não havendo necessidade da aquisição de material de alto custo para execução do projeto, o que é de extrema importância neste caso é o cumprimento de todas às exigências técnicas de higiene e manejo para evitar futuros problemas relacionados a doenças das aves e consequentemente prejuízos financeiros. 

Afim de diminuir os custos do projeto o avicultor deve, na medida do possível, aproveitar as construções já existentes na propriedade. 

O piso do galpão deve ser construído preferencialmente de cimento, para que o processo de limpeza e desinfecção seja feito de forma simples e eficiente e que não permita a passagem de umidade do chão para a cama das aves, ter uma inclinação de aproximadamente 2% para facilitar a saída da água no processo de desinfecção, que não seja totalmente liso e que esteja a 20 cm de altura em relação ao terreno. 

A construção deve ser feita no sentido leste-oeste para que o sol, no período do verão, passe sobre a cumeeira. Evitando assim, que os raios solares não entrem no galpão (conforme desenho ao lado). 

O galpão/galinheiro deve ser construído em local com um leve declive para evitar que água da chupa emposse e contribua com a proliferação de moscas e mosquitos. 

O ideal e que o mesmo fique próximo da casa do tratador uns 50 metros aproximadamente, e que tenha um sistema de fornecimento de água potável e energia elétrica. Deve possuir muretas nas laterais de aproximadamente 20cm, cantos arredondados, que seja totalmente fechado com tela para evitar a entrada de pássaros e outros animais. 

O telhado deve ser construído com o pé direito em conformidade com a largura do aviário de modo que o interior do aviário seja ventilado e que não seja muito quente nos horários de maior incidência do sol. A cobertura do telhado deve passar pelo menos 90cm da parede lateral para evitar a entrada de chuva, as paredes laterais deve possuir cortinas para proteger as aves dos ventos e chuva. 

Os galpões devem ser construídos a uma distância mínima de 50 metros uns dos outros. 

DIMENSÕES

O tamanho do galpão deve ser com base nas expectativas de produção do avicultor, pois o mesmo deve acomodar no máximo 10 aves por metro quadrado. Porém, deve-se levar em consideração algumas dimensões que, na prática, tem apresentado melhores resultados. A largura do aviário está diretamente ligada com o tipo de clima da região onde o mesmo será implantado. Em locais de clima quente e úmido a largura de 10 metros é a mais recomendada e em regiões de clima quente e seco a largura ideal fica entre 10 e 14 metros. 

O pé direito do galpão é determinado em função da largura do mesmo, de forma que essa combinação favoreça o processo de ventilação natural dentro do aviário e com isso reduzir a temperatura interna (veja tabela abaixo). Quanto mais largo for o aviário, maior tem que ser a sua altura. O avicultor deve considerar a intensidade dos ventos de sua região quando a altura do pé direito ultrapassar os 3 metros de altura. Em regiões de ventos fortes deve-se reforçar a estrutura do galpão para evitar transtornos futuros. 

 


Equipamentos e Utensílios  

A utilização de alguns equipamentos exclusivos para a avicultura se faz extremamente importante em um projeto de criação de galinhas caipiras e o avicultor deve providenciá-los o mais breve possível para atender as necessidades básicas das aves. 

Comedouros

Os comedouros mais utilizados em projetos de avicultura são os tipos tubulares, mais isso não impede de o avicultor possa improvisar esses equipamentos na propriedade, levando em conta que os mesmos devem ser projetados com o intuito de facilitar a alimentação das aves, manter a ração sempre limpa e, sobretudo, evitar o desperdício. Os comedouros do tipo bandeja são os mais usados nos primeiros dias de vida dos pitinhos e deve ser considerado a proporção de 80 pintos por comedouro. 




O avicultor deve regular a altura do comedouro conforme o desenvolvimento da ave durante o período de criação, de forma que a borda superior do mesmo se mantenha na altura do dorço das aves. 

Bebedouros

O fornecimento de água requer por parte do avicultor uma atenção especial, pois as aves devem sempre receber água potável e em temperatura abaixo da temperatura ambiente em seus bebedouros. Os equipamentos que melhor atendem as necessidades de bom manejo são os bebedouros automáticos. 


A borda superior dos bebedouros devem ficar a uma altura de mais ou menos 4 cm acima do dorço das aves, para evitar que os pintos derrame a água sobre a cama (veja desenho ao lado). Os outros modelos devem ser regulados conforme orientação dos fabricantes. 

Campánulas

Nos primeiros dias de vida do pintinho, manter uma boa fonte de calor é de fundamental importância para o desenvolvimento dos mesmos. Para isso, é utilizado dois modelos de campânolas: as elétricas e as campânulas à gás GLP (de cozinha). Esses utensílios são encontrados com facilidade nas lojas do ramo. Normalmente, as campanolas podem ser a gás ou com energia elétrica. As mais usadas são as com capacidade para 500 pintos. As campanolas podem ser usadas até os 30 dias de vida do pintinho, isso depende da temperatura da região onde o aviário está localizado. Os pintinhos nascem com uma temperatura em torno dos 39,5°C e o produtor deve aos poucos, ir baixando essa faixa de temperatura conforme os pintinhos vão ficando empenados. A falta ou excesso de calor pode prejudicar a saúde dos pintinhos. Portanto, o tratador das aves deve manter a atenção redobrada enquanto houver a necessidade de aquecimento externo.Cortinas

Para reduzir custos, o avicultor pode improvisar uma campânula usando uma lâmpada de 60 ou 100 watts com um algum material que possa refletir o calor em direção ao chão do galpão (ex. bacia revestida com papel alumínio). 

O avicultor deve criar as condições necessárias para que as aves encontrem o conforto ambiental dentro do aviário. As temperaturas adequadas para um desenvolvimento saudável das aves são as seguintes: 

Cortinas

Localizada nas laterais dos galpões, este é um recurso muito usado para proteger as aves contra as intempéries climáticas e fazer a troca de ar no interior do galpão. Este item não pode ser negligenciado no projeto dos aviários. 

Ninhos

No galpão de aves de postura deve-se colocar uma “bateria de ninhos” com a finalidade de evitar que galinhas ponham os ovos no chão do galpão. Isso evita maiores problemas de infecção por fungos e bactérias nos ovos. 

Poleiros

Este recurso está mais ligado a uma prática de bem estar animal em função das aves, quando soltas, procurarem lugares mais altos para passarem a noite. 

Ventiladores

Nas regiões mais quentes do país, o uso de ventiladores se torna indispensável nos projetos dos aviários, pois eles possibilitam uma redução considerável da temperatura dentro do galpão. O uso dos ventiladores não dispensam a plantação de árvores ao redor dos galpões para proporcionar sombras às aves. 

Gerador de energia

Este equipamento não precisa ser adquirido na fase inicial da avicultura. Porém, o avicultor deve providenciá-lo com a maior brevidade possível para que em caso de falta de energia da operadora, esse equipamento possa fornecer energia à propriedade, principalmente quando tem ovos sendo incubados. 

Caixa de agua

As aves, assim como os humanos, necessitam receber água de qualidade para seu consumo diário. Desta forma, é possível garantir ao plantel melhores condições de higiene e, sobretudo, proteger as aves contra uma série de doenças. Em todas as fases de criação da ave a água deve ser oferecida em temperatura média 22°C e de forma abundante. O consumo da água está diretamente ligada a temperatura do ambiente, idade das aves, quantidade de sal e proteínas da ração e qualidade da mesma. Veja tabela abaixo. 

Balança

Periodicamente, a pesagem de amostras da criação é de extrema importância para acompanhar o desenvolvimento das aves. Para isso, o criador deve providenciar uma balança que possa atender de forma satisfatória essa necessidade. 

Thermo Higrômetro

O avicultor deve acompanhar diariamente as condições climáticas do seu aviário e tomar as medidas necessárias para proporcionar às aves uma condição adequada para um bom desenvolvimento. Para monitorar a temperatura e a umidade do aviário o termo-higrômetro deve ser mantido a uma altura de aproximadamente 50 cm do chão do aviário.