13 de abr. de 2021

Criação de Avestruzes

 

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Visão geral criada por IA

A criação de avestruz, ou estrutiocultura, é uma atividade pecuária rentável que envolve a produção de carne (vermelha e magra), couro, plumas e ovos. Exige instalações com cercas altas (1,5m+), piquetes de pasto e um galpão coberto. É um negócio que demanda manejo especializado, principalmente nos primeiros 90 dias de vida dos filhotes.

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Criação de Avestruzes.

Classificação: Struthio Camelus Austrálias conhecido no Brasil como Avestruz, é uma ave corredora de grande porte e está incluído no grupo das " Ratitas", ( RATITAS , vem do Latim, significando “jangada” ). O esterno destas aves é plano, desprovido de carena, ao contrário das aves voadoras. A carena nas aves voadoras, é sede de inserção dos potentes músculos peitorais. O avestruz não é uma ave voadora, logo, não tem músculos peitorais desenvolvidos como um pato ou galinha. Deste fato decorre uma importante peculiaridade produtiva do avestruz: a maior quantidade de carne produzida não estará no peito, mas nas coxas e dorso, jáque trata-se de animal corredor.

O grupo das ratitas inclui:

Avestruz Struthio Camelus Australis Originário da África do Sul.

Ema Rhea Americana ou Pterocnemia Pennata Originária da América do Sul Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.

Causar Casuarius Casuarius Originário da Nova Guiné.

Emu Australiano Dromaius Novaehollandie Originário da Austrália.


O avestruz é originário da África, e se divide em 5 diferentes subespécies das quais as mais conhecidas comercialmente são:

1. Black Neck – Pescoço Preto - mais conhecido como African Black é um animal domesticado (Struthio Camelus Domesticus) fruto de seleção empírica feita pêlos sul-africanos ao longo dos últimos 150 anos.

2. Red Neck – Pescoço Vermelho – É uma ave mais agressiva que pode chegar a atacar pessoas uma vez sentindo-se ameaçada.

3. Blue Neck – Pescoço Azul – É uma ave também agressiva. Não gosta do convívio com pessoas nem com outras raças de avestruz.

Esta classificação se baseia na coloração da pele dos animais adultos, pois, na verdade todos apresentam a mesma coloração das plumas (Machos preto e Fêmeas Cinza).

A seleção foi feita com base em certas características produtivas:

• Maior fertilidade e precocidade – Maior número de ovos e início da postura precoce.

• Docilidade – Manejo é mais simples.

• Alta densidade de plumas – Maior ganho com esta venda.


Não existe uma raça que seja superior a outra. As “Red” e “Blue” tem maior porte, mas iniciam a postura mais tarde e são mais agressivas. Os criadores de avestruz nos U.S. denigrem uns as raças criadas pelos outros. Há muito cruzamento entre as diferentes raças, gerando grande variabilidade (animais com características diferentes). Ainda existe muito trabalho a ser feito em termos de melhoramento genético cruzando as diferentes raças, até que se obtenha uma ave perfeita, que comece a postura mais cedo, etc. Este trabalho está começando agora a ser desenvolvido no Brasil e deve demorar cerca de 50 anos.

Os maiores criadores de avestruz na Europa São:

• Inglaterra

• Holanda

• Espanha

• Itália

• Polônia

Os maiores criadores de avestruz no resto do mundo são:

• África do Sul

• Austrália

• Israel

• Canadá

• Estados Unidos

• China

A China é um dos países em que mais cresce a estrutiocultura.

Os produtos do avestruz são :

• Plumas – Maior produtor é a África do sul, o mercado consumidor está na Europa, Ásia e Américas. São classificadas em vários tipos: as que tem mais estática vão para indústrias automobilísticas, as mais longas e bonitas são usadas como adornos e as outra usadas nos espanadores. No Brasil temos um mercado seguro para as plumas (carnaval), mas este não é o produto mais interessante do avestruz.

• Couro – Grande aceitação e procura no mercado internacional. Cada animal irá produzir de 1,2 a 1,5 m de couro de fácil extração e curtimento, aceita bem várias cores e é naturalmente decorado (Cálamos). Está sendo usado em substituição do coro de répteis como o crocodilo e a cobra, pois o avestruz não é um animal protegido. O mercado europeu do couro paga entre US$ 200 a US$ 300 por peça de couro cru e paga entre US$ 500 a US$ 600 pelo couro tratado.

• Ovos – Pesam entre 1.200 e 1.800 gr. Tem sabor muito semelhante ao ovo de galinha. Hoje ainda não é consumido, porque está sendo usado na formação de plantéis reprodutores.

• Outros – Cascas vazias dos ovos são usadas na decoração ( porta moedas ,abajur, porta jóias, etc...); a gordura entra na preparação de cremes e pomadas; os cílios podem ser utilizados para a confecção de cílios postiços; a carcaça pode entrar na composição de rações.

• Carne – É o produto que está dando mais impulso a criação comercial de avestruzes atualmente. A carne está sendo redescoberta por ser semelhante a carne de bovinos em termos de aspecto, sabor e textura mas com a vantagem de ter baixos teores de gordura e colesterol. Esta característica da carne se deve à distribuição de gorduras no organismo do animal: estasse localizam em volta do estômago e sob a pele, propiciando cortes de carne magra e couro extremamente macio. Mercado consumidor está nos U.S. e Europa. A Suíça importa 200-300 toneladas por ano de carne de avestruz. No Brasil existe um grande interesse por carnes exóticas, e a carne de avestruz inicialmente se introduziria neste setor.

Comparação entre os valores nutricionais de diferentes tipos de carne:

Carne de    Calorias  Protídios Lipídios Colesterol

Bovino        240           23            15            77

Suíno          275           24            19            84

Frango       140            27            3              73

Peru           135            25            3              59

Avestruz      97            22            2              58


O avestruz alcança o peso de abate por volta de 12 meses de idade, produzindo em média:

• Entre 30 e 40 Kg de carne limpa, sendo 15 Kg de carne de primeira e 15 Kg de carne de segunda. A carne de primeira é composta de pedaços mais inteiros tipo filé, e a carne de Segunda é assim chamada não por tratar-se de carne de menor qualidade em termos de composição e maciez, mas, porque vem em pedaços menores , sendo ideal para a preparo de pratos tipo strogonoff.


Cortes da carne da avestruz



• Entre 1 e 2 kg de plumas

• E entre 1,2 a 1,5 m de couro.

• O rendimento por animal abatido é proporcionalmente baixo (30% do peso vivo) se comparado com o rendimento de bovinos, sendo este fato largamente compensado pela grande produção de filhotes. O avestruz é uma ave que gera em quantidade produtos de primeira qualidade com baixos custos de produção, já que não requer muitas construções, estruturas ou mão de obra.








Este vídeo mostra uma visão geral da criação de avestruz e seus benefícios

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18 de mar. de 2021

Saúde na Criação de Perus

 

Saúde

Quando adultos, os perus são aves resistentes e dificilmente adoecem, desde que sejam criados em ambientes propícios. Nunca se deve criar perus juntamente com outras aves, porque estas também podem ser transmissoras de doenças.

Um casal de perus sadio.

Os pastos dos perus precisam ser secos, isentos de umidade e, como já foi dito, com farto sombreamento, pois esse tipo de ave aprecia tanto a liberdade quanto o repouso nas horas de forte calor. Os bebedouros e comedouros têm de ser abrigados do sol e da chuva.

O fator limpeza é muito importante para evitar doenças. Os poleiros, bem como os abrigos, devem ser desinfetados. A coleta das fezes nos abrigos necessita ser feita diariamente.

A qualquer sintoma de doença, a ave precisa ficar isolada do bando até que sare. Quando sua recuperação não for possível, é preferível sacrificá-la, a fim de evitar o contágio.

Não é aconselhável criar perus em terreno úmido ou em lugares muito pequenos, pois essas aves exigem espaço para dar expansão a seus instintos ancestrais.


Principais doenças

Bouba — Caracteriza-se pela presença de bolotas nas partes livres de penas, como cabeça e patas, principalmente. As aves ficam indispostas, perdendo o apetite e, conseqüentemente, o peso.

No início, pode ser tratada, mas é melhor prevenir do que remediar. As aves atacadas pela bouba devem ser isoladas, a fim de evitar o contágio.

A vacina contra bouba é aplicada na pele, fazendo-se dois pequenos cortes nela, só de raspão, para esfregar o medicamento. No local surgirão, após alguns dias, bolotinhas, sinal de que a vacina pegou. O peru ficará imune à bouba.

Caso não haja erupção, a ave precisa ser revacinada.

Os perus podem ser vacinados com qualquer idade. Nos jovens, deve-se proceder a vacinação com muito cuidado. Na embalagem da vacina há instruções para o uso correto.


Piolho — O piolho de galinha também ataca os perus, principalmente no verão. Deve-se evitar a criação de perus com galinhas ou qualquer outra ave. Para combater o piolho existem, no mercado, inseticidas em pó que devem ser polvilhados entre as penugens das aves. Quando se deita uma perua para chocar, também é de bom alvitre polvilhá-la com inseticida, principalmente debaixo das asas e da barriga.

No ninho, podem-se colocar alguns galhinhos de erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides).

Piolho-vermelho — Parasita típico de galinhas malcuidadas, também pode ser hóspede dos perus, principal-mente dos peruzinhos, que são picados e sofrem coceiras irritantes. Os piolhinhos também picam os seres humanos, provocando pruridos e, às vezes, até infecções.

Para exterminar os piolhos, é preciso examinar os ninhos, poleiros e abrigos. As aves atacadas devem ser pulverizadas com inseticida em pó por todo o corpo. Os abrigos têm de ser desinfetados com creolina misturada com querosene, procedendo-se também a uma boa limpeza nos poleiros e ninhos, limpando bem todas as frestas que porventura existirem, aplicando inseticida.

Carrapato — Fica escondido em frestas durante o dia, para sair à noite e atacar as aves, sugando seu sangue. Além disso, também é transmissor de doenças. Visando evitar a presença de carrapatos, os abrigos devem ser construídos sem frestas. Para conseguir exterminar

esses parasitas, os poleiros e os ninhos têm de ser examinados periodicamente, raspados e cobertos com uma mistura de uma parte de óleo de motor queimado e uma de querosene, ou ainda uma solução de creolina bem forte. A desinfecção deve ser feita logo pela manhã, quando as aves vão para o pasto, a fim de que o abrigo esteja seco e sem cheiro à noite.

Além das citadas, outras doenças e parasitas podem atacar a criação de perus, mas, desde que se mantenham as aves em abrigos higiênicos, dos abrigos às pastagens, e sem contato com outras aves, dificilmente as moléstias aparecerão. Se surgir algum problema mais sério, o melhor é a orientação de um veterinário.

Renovação do plantel

O pequeno criador de perus também deve evitar a consangüinidade, isto é, precisa fazer a renovação, a cada dois anos,principalmente dos machos, a fim de não degenerar a raça. Nesse

período, convém adquirir novos machos de criadores idôneos. Mas, para salvaguardar a criação, os exemplares recém-adquiridos devem ficar isolados num abrigo especial durante pelo menos vinte dias, para que se possa ter certeza de que as aves não estão doentes, alimentam-se bem e tê m vivacidade e penas lustrosas, que são os indícios característicos de reprodutores sadios.

Se a criação for feita continuamente com base apenas nos exemplares nascidos no próprio criadouro, podem ocorrer problemas tanto com o nascimento dos peruzinhos como também infertilidade dos ovos, aumento da mortalidade, diminuição no crescimento e retardamento no amadurecimento sexual.

Também podem-se adquirir ovos de criadores idôneos que serão chocados pelas peruas para depois os machos servirem como reprodutores. Essa prática é melhor, pois não há o risco de uma ave adulta transmitir doenças ou parasitas.

Higienização

Não resta a menor dúvida de que, em qualquer tipo de criação, o cuidado com a higiene é um fator primordial para o sucesso.

Muitas doenças, bem como parasitas, acabam aparecendo em virtude do descuido na limpeza. A vigilância constante do criador para com seu “rebanho” é de suma importância.Por isso, os abrigos, ninhos, poleiros e parques devem ser fiscalizados periodicamente, procedendo-se a vigilância sanitária. Se aparecerem ratos ou qualquer outro animal silvestre, deverão ser combatidos: são grandes transmissores de doenças, no contato com os alimentos, e consomem a ração destinada às aves.

A água para as aves deve ser renovada diariamente, e os bebedouros, escovados e bem lavados. Os comedouros também precisam de uma limpeza diária, para que as sobras de alimento não venham a fermentar, contaminando a ração.

A ração, quando armazenada, deve estar a salvo do ataque de animais e ser mantida em lugares frescos e bem arejados, para não criar mofo. Não se deve adquirir ração em grandes quantidades, mas apenas o suficiente para consumo em trinta dias, no máximo. As verduras distribuídas às aves devem estar livres de pesticidas ou inseticidas.

Os lugares úmidos, bem como as correntes de ventos, devem sempre ser evitados, durante o dia e principal-mente à noite.

Os galpões têm de ser pintados pelo menos duas vezes por ano, interna e externamente, com cal hidratada diluída com um pouco de sabão em pó.

Adubo orgânico

O estrume recolhido dos abrigos dos perus é um ótimo adubo orgânico e, por isso, grande nutriente para as plantas, devendo ser colocado fora do parque e curtido em um buraco. O esterco não pode tomar sol nem chuva, e deve ser mantido apenas úmido, a fim de completar a fermentação, para depois ser utilizado em hortas, poma-res e jardins.

O buraco onde se põe o esterco deve ser coberto por um telheiro; sobre ele coloca-se um plástico ou qualquer outra cobertura impermeável, para evitar a propagação de moscas.

O esterco pode ser utilizado depois de três a quatro meses de descanso.

Ele deve ser muito bem revolvido com a terra e, após um descanso de dez dias, pode-se iniciar o plantio.

Outra maneira mais prática e racional é construir dois buracos: enquanto estamos acumulando o esterco em um deles, o esterco do outro já fica curtindo.

Regras para o sucesso

. • Iniciar com peruzinhos de 21 dias, para maior segurança.

. • Adquirir aves sadias ou ovos de criadores idôneos.

. • Nunca criar perus juntamente com outras aves (à exceção dos pintinhos), para evitar problemas futuros de saúde.

. • Seguir os cuidados especiais com os peruzinhos até os três meses de idade, para evitar a “crise do vermelho”.

. • Fornecer uma alimentação de boa procedência e qualidade é a base da saúde das aves.

. • Não deixar de aplicar a vacina contra a bouba.

. • Manter higiene e limpeza para evitar doenças.

. • Isolar a ave a qualquer sintoma de doença.

. • Manter boa proteção e higiene nos comedouros e bebedouros.

. • Criar os perus somente em muito espaço e pastagens.





Visão geral criada por IA

Aqui estão os pilares essenciais para a saúde dos perus:

1. Manejo e Biosseguridade (Ambiente)

  • Separação: Mantenha perus afastados de outras aves, especialmente galinhas, para evitar a transmissão de doenças graves, como a histomoníase.

  • Ambiente Seco: Perus são sensíveis à umidade e frio até os 3 meses. Utilize camas secas e abrigos protegidos do vento e chuva.

  • Higiene: Limpe o galpão regularmente para evitar doenças.

  • Fase Inicial: Filhotes (peruzinhos) precisam de calor e, preferencialmente, criação em criadeiras ou piso telado até 9-10 semanas. 

2. Nutrição e Alimentação

  • Fase Inicial (0-4 semanas): Dieta de alta proteína (23% a 28%), incluindo ração balanceada, ovos cozidos e verduras.

  • Fase de Crescimento: Ração específica com 18% a 20% de proteína.

  • Água: Água limpa e fresca deve estar sempre disponível. 

3. Saúde Preventiva (Doenças e Vacinas)

  • Vacinação: Vacinar contra Bouba aviária (9-10 semanas) e Newcastle (35 dias).

  • Vermifugação: Fundamental para prevenir a histomoníase, especialmente se criado no chão. A vermifugação a cada seis semanas pode ser necessária.

  • Sinais de Alerta: Monitore o comportamento. Perus doentes podem se afastar do bando, parar de comer ou apresentar dificuldade de locomoção. 

4. Principais Desafios de Saúde

  • Histomoníase: Conhecida como "doença da cabeça preta"é fatal e transmitida por parasitas.

  • Micoplasmose: Causa inchaço nas articulações e problemas respiratórios.Artrite: Comum em raças pesadas, afetando a locomoção. 

A observação diária é a melhor ferramenta para garantir a saúde e produtividade do lote. 

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15 de fev. de 2021

Alimentação dos Perus


 

Cuidados

Alimentação

As aves silvestres, de modo geral, que se alimentam daquilo que a natureza lhes oferece, vivem tranqüilamente e em condições de boa saúde. A alimentação natural é de origem animal e vegetal, como minhocas, vermes, insetos, capins, sementes e frutos silvestres, e contém os elementos necessários para seu desenvolvimento e reprodução.

Se assim não fosse, acreditamos que a maioria das espécies desse gênero estaria extinta.

O homem, porém, deseja que o rendimento, ou melhor, o crescimento e a reprodução sejam mais rápidos, a fim de auferir maiores lucros com uma criação racional.

Graças a pacientes estudos, foram criadas várias rações balanceadas, umas a fim de suprir tudo o que a natureza pode oferecer e outras que podem acelerar o desenvolvimento das aves. Basicamente são as rações de engorda, postura e crescimento.

É por isso que, para aqueles que possuem espaço suficiente, falamos da criação caseira mista de perus: deixar as aves no pasto, completando suas necessidades com ração balanceada, e ao mesmo tempo fazer com que se habituem a dormir e botar no lugar desejado. Com esse sistema, ficam mais fáceis o manejo e o controle.

Os cuidados com a alimentação também devem ser maiores até os animais atingirem três meses de idade. Como este pequeno manual se destina àqueles que desejam iniciar uma criação de perus, não vamos complicar com fórmulas de rações, pois isso seria mais adequado para uma granja comercial.

Vamos nos limitar ao que é mais fácil e prático.

A alimentação para os peruzinhos recém-nascidos pode ser constituída da ração inicial que se costuma dar aos pintinhos, porém acrescida de ovo cozido (qualquer ovo) bem esfarelado e misturada com verduras, exceto al-face, cortadas bem fininhas. A distribuição deve ser feita sobre um jornal, a fim de que os perus aprendam a comer.

Perus criados em cativeiro . Comer em seguida, a ração deve ser colocada em comedouros apropriados para o tamanho das aves, servida três vezes ao dia, até as aves completarem 30 dias. Após esse período, deve-se fornecer a ração de crescimento, até os 90 dias. Essas mudanças sempre devem ser feitas paulatinamente. Depois, usa-se a ração engorda e postura, que deverá conter pelo menos 20% de proteína animal — como farinha de carne, farinha de peixe e farinha de sangue — e 80% de cereais — como milho, cevada, trigo e similares.

Aos peruzinhos jovens também se deve dar leite desnatado, que poderá ser adicionado a pedaços de pão amanhecido ou colocado em vasilhames.

Quando os perus se tornarem adultos, se houver pastagem onde possam viver soltos, darão pouquíssimo trabalho, e as despesas com alimentação diminuirão muito. Pela manhã pode-se dar uma pequena quantidade de ração; a seguinte, constituída de grãos e fareladas, só deverá ser dada na hora do recolhimento.

Aos perus criados soltos, pode-se dar apenas uma refeição por dia, quando recolhidos. No pasto é que eles encontram aquilo de que necessitam, tornando-se mais fortes e sadios. Os futuros reprodutores devem ser escolhidos entre os que são criados livres, não só por sua rusticidade como, principalmente, pela maior probabilidade de se tornarem bons reprodutores.

O consumo de ração para as aves criadas em pastos é de aproximadamente 50 a 60 gramas por ave por dia.

Engorda

O tempo ideal para se abater o peru é de seis meses para as fêmeas e sete para os machos. Depois dessa idade aparecem as penas novas, dando um aspecto ruim às aves.

Antes desse período, porém, convém fazer um regime de engorda. Durante trinta dias antes do abate, devese eliminar da ração a farinha de peixe e o óleo de fígado de bacalhau, caso estes ingredientes estejam na composição, pois transmitem à carne o gosto do peixe.

É necessário distribuir milho, fubá, trigo, mandioca, sobras de comida e muita verdura picada, que deixam a pele amarelada e com boa aparência, principalmente o milho amarelo. A farinha de peixe pode ser substituída por soja ou similar. Essa mistura deve ser servida com água ou leite desnatado, pois os alimentos moles são ingeridos mais facilmente pelos perus. A distribuição deve ser feita três vezes ao dia.

A dieta alimentar dos perus, além de insetos e grãos, água limpa e fresca, poderá ser feita por meio da aplicação de ração balanceada e da alimentação verde. Em caso de engorda, é permitido também o fornecimento de outros alimentos, como frutas, verduras e, inclusive, restos de comida.





4 de jan. de 2021

Equipamentos e Instalações na Criação de Perus

 

Ninhos

Tanto o ninho para postura quanto para incubação podem ser feitos com caixotes de madeira, medindo 50 cm de largura e 25 cm de altura. Também pode ser utilizada uma barrica fora de uso, que deve ficar deitada, com a parte superior retirada. Para a postura de ovos, deve-se ter pelo menos um ninho para cada três peruas.

A perua de origem selvagem aprecia muito fazer o ninho numa moita de capim ou qualquer outro tipo de vegetação, onde deposita os ovos para depois chocá-los. A perua é muito matreira, isto é, procura todos os disfarces a fim de que seu ninho não seja localizado. Quando

isso acontecer em criações, caso não descubra o local da postura, devese prender a perua pela manhã, até o meio dia, para depois soltá-la. Isso fará com que ela vá ao seu esconderijo, que será facilmente localizado.

Quando a perua já está chocando em um ninho natural e é feita a transferência para um ninho artificial, ela costuma abandonar os ovos, pelo simples fato de estes terem sido pegos com as mãos. Isso aconteceu muitas vezes numa criação no Mato Grosso do Sul em que as aves são mantidas em plena liberdade.

 

Ninho de palha.

 

No período em que estiver chocando, a perua resguardada daschuvas deve ter comida e água constantemente à sua disposição, pois essas aves são muito fiéis quanto ao choco. Portanto, é necessário uma rigorosa fiscalização diária para certificar-se de que ela se alimentou satisfatoriamente. A ave choca que deixa de se alimentar acaba fraca e debilitada.

Ao se preparar um ninho para choca, pode-se colo-car em seu fundo uma camada de terra úmida, dando-lhe uma forma côncava e cobrindo-a com palha. Além da forma desejada, a terra também fornecerá umidade para os ovos. Outra maneira de fazer o ninho é escavar no chão um buraco em forma de concha, depositando capim ou palha por cima e tijolos ao redor, para que a cobertura não se espalhe. O ninho serve também para tirar o choco .

 

Abrigo

Os abrigos que servirão de dormitório e para proteção contra o vento e o sol devem ser simples, isto é, apenas uma cobertura e poleiros, sendo que a parte em que os ventos são predominantes deve ser fechada. As demais partes poderão ter uma pequena parede com 50 cm de altura e o restante fechado com tela.

Um galpão, por exemplo, que meça 4 x 4 m poderá abrigar mais de vinte perus. A altura será de 1,5 m na parte traseira e 2 m na frente.

Os poleiros deverão ficar a uma altura de 70 a 80 cm do chão, no sentido horizontal, e afastados das paredes pelo menos 60 cm, devendo ter 5 cm de espessura e 10 cm de largura, com os cantos arredondados. O chão dos abrigos deverá ser cimentado, podendo ser coberto com pó de serra ou até mesmo, se houver facilidade, com palha de arroz, a fim de facilitar o recolhimento do esterco. O esterco do peru é superior ao de cavalo ou de vaca, sendo de grande serventia para hortas, pomares e jardins, depois de devidamente curtido.

Cada peru pode fornecer até um quilo de esterco por semana.

 

Abrigo para perua com parque para os peruzinhos tomarem sol.

 

Após o nascimento, os peruzinhos devem ter aces-so a um pequeno parque anexo ao abrigo, nas medidas de 1,2 m de largura por 1,5 m de profundidade, para que possam tomar sol. A perua é mantida presa no abrigo, no qual deve existir um ripado por onde apenas os filhotes possam passar. Desta maneira, a ração distribuída aos peruzinhos não será consumida pela perua.

Nos primeiros dias de vida dos peruzinhos, devemse ensiná-los a comer. Para tanto, pega-se a avezinha com muito cuidado, colocando seu bico em leite desnatado ou água e certificando-se de que ela engula.

Após duas semanas no abrigo inicial, sempre protegida contra as chuvas, a perua já pode ficar solta, a fim de passear com os peruzinhos. Para que eles não se cansem, não devem se distanciar muito do abrigo. Uma perua que choca seus ovos pode chocar até vinte peruzinhos. Quando se procede a incubação natural, é interessante colocar algumas peruas para chocar no mesmo dia. Assim, quando nascerem as aves, poderão ser colocadas duas ninhadas junto a uma única perua; isso depende apenas do nascimento dos filhotes. Essa operação deve ser feita somente durante a noite. Com esse sistema, uma ou mais peruas logo perderão o choco e reiniciarão a postura.

Uma galinha, por exemplo, pode cobrir no máximo 12 peruzinhos. Quando o criador de perus deseja criar mais de cem aves, o melhor sistema é o de incubadeiras, pois será dificil conseguir o número necessário de chocas num determinado período.

 

Pasto

Quando, nos parques destinados aos perus, existem pastos abundantes, essas aves adaptam-se perfeitamente, fazendo grandes caminhadas. Quando são criadas em cercados, é preciso dispor de uma área de 250 m˝ para cada lote de 10 a 12 aves.

No parque cercado destinado aos perus deve haver árvores para proporcionar-lhes sombra nas horas de forte calor, pois é seu costume, nessas horas, o descanso. As cercas deverão ter no mínimo 1,8 m de altura. A água deve es-tar sempre à disposição e em lugares sombreados.

Quando os perus são criados em plena liberdade, a vegetação dos pastos deve ser baixa, isto é, sem moitas ou qualquer outro tipo de esconderijo, pois a tendência dessas aves é se aninhar no mato, fazendo sua postura até que o choco se inicie. Com isso poderá haver perda de ovos, pois não raro mesmo os ovos inférteis são devorados por animais daninhos. Além disso, as ninhadas não são tão boas como quando acompanhadas com certa regularidade e bem manejadas.

 

Parque dividido em quatro seções, com abrigo no centro. Os pastos devem ser cercados e gramados, procedendo-se ao rodízio. Enquanto o pasto “A” está sendo utilizado pelos perus, os pastos “B”, “C” e “D” estão em recuperação. Desta maneira nunca faltará pasto aos perus, desde que se destine uma área razoável e compatível com o número de aves que se deseja criar .

As peruas que vivem em plena liberdade, nos campos, desde quesejam alimentadas pela manhã com ração balanceada para sua idade,bem como à tarde, no regresso, acabam se acostumando a usar os ninhos a elas destinados.

Sempre será interessante colocar nos ninhos um ovo falso, isto é, de gesso, o que servirá de atrativo para criar o hábito.

 Abrigo simples, sem passeio interno.

Comedouros

Depois que os peruzinhos tiverem aprendido a comer, a ração deve ser colocada em comedouros. Eles devem ser feitos de tal maneira que evitem a entrada das aves, que podem espalhar a ração e contaminá-la com as fezes. Também devem ter um pau roliço ou quadrado, giratório na parte superior, para evitar que os peruzinhos se empoleirem e defequem no cocho.

À medida que os perus vão crescendo, os comedouros precisam ser substituídos por outros maiores, para que todos possam comer ao mesmo tempo, evitando aglomeração.

Os comedouros para os perus adultos são fáceis de ser construídos: 25 cm de largura, 25 cm de altura e o comprimento de acordo com a quantidade de aves a serem alimentadas.


Comedouro de folha-de-flandres

Um comedouro de 1 m de para peruzinhos e perus jovens .

 

Comedouro semi-automático de madeira com proteção, para ficar à disposição no parque. Pode ser utilizado também para distribuição de ostras trituradas . comprimento é suficiente para 12 aves adultas se alimentarem utilizando os dois lados.

 

Sobre o comedouro dos adultos também deve-se colocar um pau roliço ou quadrado giratório, a fim de não servir de poleiro.

 Tipo de comedouro higiênico para perus. Na parte superior deve haver um pau roliço giratório.

 

Bebedouros

Nos primeiros 20 dias de vida dos peruzinhos, os bebedouros devem ser se-mi-automáticos, de barro ou alumínio, e podem ser encontrados nas casas de artigos para avicultura.


Bebedouro de folha-de-flandres

Também podem ser feitos semi-automático para peruzinhos com um vasilhame com capacidade para um litro ajustado numa tábua por meio de duas fitas de chapa, com uma vasilha no bocal.

Quando os perus crescerem, a água pode ser dada em bebedouros maiores semi-automáticos, ou mesmo de cimento, desde que protegidos, para evitar a entrada das aves com os pés. Se houver facilidade, a fim de evitar o empoçamento de água, é aconselhável a mudança do bebedouro para outros locais, devendo estar sempre protegido por sombra. Nunca se deve colocar o bebedouro em locais expostos ao sol. jovens e adultos .

Bebedouro semi-automático de Bebedouro simples semialumínio para peruzinhos. automático para peruzinhos.







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18 de nov. de 2020

Incubação dos Ovos de Perus

 Incubação

Natural

Aos iniciantes, aconselha-se a incubação natural, por ser mais racional e prática, pois quem vai cuidar dos ovos durante esse período será a perua choca.

A criação de perus também pode começar de outras formas, dependendo de como se queira encarar sua exploração: sistema caseiro; comercial para venda de aves e ovos; ou para povoar o sítio ou a fazenda. Pode ser iniciada com ovos, desde que sejam adquiridos de criadores idôneos; peruzinhos de um dia; perus com 21 dias ou ainda com aves adultas. Para maior fertilidade dos ovos destinados à incubação, deve-se manter um peru para cada grupo de cinco peruas.

Acreditamos que a melhor maneira para iniciar a criação é adquirir peruzinhos com 21 dias. Sendo assim, o princípio da criação caseira de perus, hoje em dia, é como o de galinhas, em que se dá preferência a pintos de um ou 30 dias ou ainda a frangas de 63 dias, que são mais resistentes, pois já superaram o período de maior mortalidade.

Depois da adaptação, com o decorrer do tempo, pode-se dar início à incubação dos ovos, porém devemse tomar certas precauções a fim de evitar problemas futuros. Os ovos destinados à incubação só devem ser chocados quando as peruas atingirem oito meses de idade e os machos, nove. Os primeiros ovos não servem para incubação, porque muitasvezes são estéreis, além de pequenos. Devem-se incubar os ovos de peruas precoces que tenham entre 75 e 85 gramas.

A coleta dos ovos deve ser feita de uma a duas vezes por dia, e eles devem ser conservados em lugares frescos, onde a temperaturanão ultrapasse os 16º C e nunca seja inferior a 2º C. Os ovos com mais de cinco dias destinados à incubação deverão ser virados duas vezes ao dia.

Uma perua choca pode cobrir de 15 a 18 ovos, dependendo de seu tamanho. A duração da incubação é de 28 a 30 dias.

Para completar o nascimento de todos os peruzinhos, devem-se aguardar 24 horas após o 28 dia. Os que não nascerem dentro desse período goraram, estão mortos dentro do ovo ou muito fracos, caso em que deverão ser sacrificados.

A primeira alimentação após o nascimento dos peruzinhos só deve ser distribuída depois de 24 horas. Quando os ovos são incubados por peruas, elas ensinam os peruzinhos a comer sozinhos, ao passo que os nascidos em incubadeiras precisam ser treinados a recolher o alimento de um papel no chão ou na criadeira.

Percebe-se que a perua ficou choca quando emite sons típicos, mais ou  como as galinhas, e permanece no ninho por longo tempo. Está apta, portanto, a cho-car os ovos. Apesar de uma perua poder chocar de 15 a 18 ovos, o nascimento de 12 perus pode ser considerado um bom resultado.

Durante o período de choco da perua, ela deverá receber água e alimentação sempre perto do ninho, com vigilância constante. Outro ponto importante é manter uma rigorosa higiene no ninho. Por exemplo,se um ovo se quebrar, a palha deverá ser limpa; se a perua evacuar no ninho, ele também deverá ser limpo. O resto ficará por con-ta da perua, que saberá cuidar bem do choco até o nascimento dos peruzinhos. Uma galinha choca também pode substituir a perua, cobrindo de sete a oito ovos.


Antes de colocar a perua para chocar, é preciso verificar se há parasitas em seu corpo. Se houver, é necessário polvilhar a perua com pó parasiticida para aves, a fim de não prejudicar a pele.

Artificial

A incubação de ovos de peruas também pode ser feita em chocadeiras artificiais, assim como ocorre com os de galinha. A temperatura a ser mantida é a mesma utilizada para os ovos de galinha (36º C), podendo-se aumentála um pouco na ocasião do nascimento.

A vantagem da incubação artificial é que os peruzinhos ficam livres de doenças que são transmissíveis pela perua ou galinha que chocou os ovos.

Além disso, há mais peruas para a postura, uma vez que não são utilizadas para o choco e a criação dos peruzinhos. No caso de a perua chocar, é colocada em uma gaiola especial, conhecida como “tirachoco”.

Campânula elétrica para aquecimento dos peruzinhos nascidos em chocadeiras.


A incubação artificial é destinada a grandes criações e, de maneira muito bem controlada, para fornecimento preestabelecido.

Na incubação artificial, do 24ao 28dia, é necessário deixar a incubadeira (chocadeira) fechada, sem tocar nos ovos. No manejo da chocadeira, o criador deve seguir rigorosamente as instruções do fabricante, ou seja, manter constantes o nivelamento, a umidade e a temperatura.

No início, após três dias de incubação, os ovos devem ser virados duas ou três vezes ao dia. Ao nascerem os peruzinhos, depois de secos, devem ser retirados da chocadeira e colocados em criadeiras com calor artificial ou campânulas.

Para que os peruzinhos aprendam a comer, uma boa medida é manter, perto deles, pintinhos nascidos na mesma época.

Se quisermos chocar, de uma só vez, mais de 50 ovos, aconselhase o uso da chocadeira. Uma chocadeira com capacidade para incubar 60 ovos de galinha pode comportar de 35 a 40 ovos de perua.

Exame dos ovos

No 20dia convém verificar se os ovos estão claros ou com embriões mortos. Muitas vezes, esses ovos se quebram, sujando o ninho e os outros ovos. O exame deve ser feito em lugar bem escuro, usan-do-se um ovoscópio ou o oco da mão, segurando o ovo contra uma lâmpada.

Assim verifica-se facilmente se estão claros ou com embriões mortos.

Os ovos claros podem ser aproveitados, depois de cozidos,misturados à ração, para enriquecer a alimentação dos peruzinhos.

Peruzinhos

Nascimento

A partir do 28ou 29dia de incubação, os peruzinhos iniciam o rompimento da casca, com o bico, livran-do-se do ovo por si próprios.

Não convém auxiliar os peruzinhos que não conseguirem sair por suas próprias forças, pois isso demonstra que são fracos, propensos a doenças e, por certo, não sobreviverão.

Muitas vezes, na incubação natural, alguns ovos demoram mais para eclodir. Com a demora do nascimento dos retardatários, a perua pode ficar irritada no ninho e pisar os demais filhotes, matando-os.

Neste caso convém proteger os peruzinhos já nascidos, colocando-os numa caixa com agasalhos, em compartimento sem vento ou corrente de ar, já que os recém-nascidos são sensíveis ao frio, e esperar que os demais nasçam naturalmente.

Quando todos tiverem nascido, devem ser colocados junto com a perua, tomando muito cuidado com relação ao frio e ao vento. Quando houver sol, eles podem ser colocados ao ar livre.

Um espaço cercado para colocar a perua com os peruzinhos é recomendável, a fim de evitar que outras aves ou mesmo os machos causem danos aos filhotes.

Cuidados

A fase inicial dos peruzinhos é muito delicada, e o criador precisa ficar bem atento. Durante os três primeiros meses, os peruzinhos devem ficar sob a proteção da perua ou em abrigo apropriado, evitando correntes de vento e umidade e mantendo o calor artificial. Quando os peruzinhos estiverem com a perua devem ser enxugados e aquecidos,pois a água e a própria umidade são os piores inimigos dessas jovens aves.

Depois de terem ficado três meses com a mãe, podem ser transferidos para pastos mais amplos, ou mesmo soltos em locais onde encontrem alimentos naturais, e se exercitem o dia todo à procura de insetos, sementes e pas-to verde. Quando o calor for muito forte, eles podem descansar à sombra das árvores.

Ao anoitecer, os peruzinhos devem ser recolhidos aos abrigos, onde passam a noite, a fim de se acostumar ao local. Desta maneira, as fêmeas se habituarão ao galpão e, quando chegar a hora de iniciar a postura, utilizarão os ninhos ali dispostos, facilitando a colheita e o controle, ao contrário das aves acostumadas a procurar capoeiras para a postura.

Os peruzinhos, ao completarem oito semanas, deverão ser vacinados, principalmente contra a bouba. Não havendo manifestações de outras doenças nos arredores, as demais vacinas são dispensáveis.




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Visão geral criada por IA

A incubação de ovos de peru dura 28 dias, exigindo temperatura constante de  e alta umidade, especialmente nos últimos três dias (65% ou mais). Os ovos devem ser virados pelo menos três vezes ao dia até o 25º dia, mantendo-os limpos e armazenados entre:13 e 18 (°C)  antes da incubação. 

Detalhes Essenciais da Incubação

  • Temperatura: Mantenha a incubadora entre 37,5 e 38 (°C) e  Temperaturas muito altas podem causar deformidades e, muito baixas, atrasar a eclosão.

  • Viragem: Essencial para evitar que o embrião grude na casca. Deve ser feita 3 a 5 vezes ao dia, com maior frequência, até o 25º dia.

  • Umidade: Deve ser mantida em níveis altos, acima de 65% na fase final (dias 25-28), para facilitar a saída do peruzinho.

  • Limpeza: Os ovos devem ser limpos e livres de sujidades, mas não lavados com água, para evitar infecções bacterianas.

  • Eclosão: A partir do 25º dia, interrompa a viragem e aumente a umidade para que o filhote rompa a casca (eclosão). 

Ovos de peru de boa qualidade podem ser armazenados por 7 a 10 dias antes da incubação sem perda significativa de taxa de nascimento.

Este vídeo explica o tempo de incubação dos ovos de peru: