24 de out. de 2013

Manual do Criador: 1- ORIGEM DAS GALINHAS DOMÉSTICAS


CAROS AMIGOS, MEU NOME É CARLOS PENA, TÉCNICO AGRÍCOLA E ADMINISTRADOR DE EMPRESAS, FUNCIONÁRIO APOSENTADO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA, AGORA INFUENCER DIGITAL E COMERCIALIZO SEMENTES DE FLORES,HORTALIÇAS E FRUTAS EXÓTICAS. SE HOUVER INTERESSE, ENTREGO VIA CORREIOS TEMOS MIRTILO, TOMATE DE ARVORE,MELÃO ANDINOO E ETC, SE QUISERES ENTRE EM CONTATO VIA COMENTARIO DO BLOGGER PARA FORNECER DETALHES DA TRANSAÇÃO.

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MANUAL DO CRIADOR

Índice

1. ORIGEM DAS GALINHAS DOMÉSTICAS
2. MATRIZES
3. NINHOS
4. OVOS - TEMPO INCUBAÇÃO
5. PINTOS
6. AQUECIMENTO
7. ALOJAMENTO
8. ALIMENTAÇÃO NATURAL E HIGIENE
9. LIMPEZA DOS AVIÁRIOS
10. DESINFECÇÃO
11. DOENÇAS / MEDICAMENTOS
12. DOENÇAS E PROFILAXIA
13. DETALHES PROFISSINAIS DAS DOENÇAS, DIAGNÓSTICOS E REMÉDIOS.
14. QUALIDADE DA ÁGUA
15. CHECKLIST PARA UMA BOA ADMINISTRAÇÃO
16. AVES RECÉM-CHEGADAS
17. PROPORÇÃO DE EQUIPAMENTOS
18. QUADRO DE VACINAS
19. REMÉDIOS CASEIROS
20. INFORMAÇÕES SIMPLES
21. COMERCIALIZAÇÃO
22. A ARTE DE INCUBAR
1-ORIGEM DAS GALINHAS DOMÉSTICAS

O encantamento da vida no campo, nos leva a coisas simples, e relevantes. Não podemos lembrar de terra e criação, sem o cantar de um galo imponente e pontual na beirada de nossa janela. Os ovos pesquisados e saudáveis, colhidos à pouco, e servido no café da manhã, ou o gosto de caça, de uma deliciosa galinha cabidela ou mesmo, de um prato internacional servido no almoço.
A criação de galinha vai muito além desses prazeres, ela é consumida em 100% dos lares brasileiros, entretanto, somente a galinha caipira é fonte de proteínas e nutrientes sem hormônios e sem produtos industrializados.
Para muitos, criar galinhas, sintetiza toda uma mudança, no estilo de vida, é o campo, a saúde a qualidade de vida.
A galinha foi domesticada no continente asiático, e muitos sustentam que é proveniente do “gallus gallus” que até hoje habita as selvas da Índia. As galinhas foram classificadas em 1870, quando foram reunidos em 86 linhagens e 235 variedades. Hoje, estão classificados em 200 variedades incluindo perus, gansos, patos e marrecos. A publicação oficial que contem classificações é o “American Poultry Association Standard of Perfection” esse livro, é um guia indispensável e completo para quem deseja se aprofundar na criação de aves ornamentais, em pintinhos, galinhas, faisão, gansos, marrecos, perus e outros.
A fazenda Califórnia, aceita encomendas de exemplares desse livro, importado, escrito em inglês e com farta exposição de fotos e minúcias das características de cada raça.
As grandes variedades de aves são criadas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa. O livro “Living with Chickens” resume bem o sentimento dos colecionados
das linhas raças existentes: “Welcome to the wonderful world of poultry in general and chickens in particular” = “Bem vindo ao maravilhoso mundo das criações de aves em geral e das galinhas em particular”.
Rhodes Island Red – Plymouth Rock Barrado – New Hampshire – Label Rouge pescoço pelado) – Gigante Negro e Gigante Negro com Plymouth, são aves belas,
rústicas, criadas soltas no campo e de dupla aptidão – ovos e carne.
As raças puras, de origem americana e inglesa, têm sido utilizadas com o objetivo de melhorar o plantel das aves caipiras (capoeira). Ao serem cruzadas, dão origem a aves grandes, robustos, e com todas as características das caipiras. São aves que permitem ao criador várias gerações de aves sem perdas da produtividade.
A produção industrial produz os frangos “híbridos” abandonando as raças puras. A produção industrial programa suas galinhas para abate com 45 dias com 2,400kg com conversão alimentar de 1,7 de rendimento, tudo dependendo do sistema de produção, as vezes em menos prazo.
As galinhas de postura industrial, à cada dia, ficam menores e produzindo mais ovos, evidentemente, os recursos para obter esses resultados, são ditos pelos que observem a produção orgânica, como cheios de hormônios e produtos industrializados.
As raças puras de dupla aptidão, alimentam-se em pastos ou em áreas de solta, ou em sistema semi-confinado, com uma área coberta e uma área de solta. Os alimentos
básicos são: verduras, frutas, milho, capim de varias espécies como: guandu, cofei e rami, também se alimentam com mandioca, macaxeira, batata doce, folhagens, leguminosas, hortaliças diversas, pequenos insetos e outros recursos naturais.
Que tem alguma área e pode criar as suas aves livres de produtos tóxicos, está fazendo um investimento na saúde.
As aves híbridas não servem para reprodução. As aves puras são as criadas soltas.
Certas espécies produzem prole fértil quando cruzadas entre si, são as boas misturas genéticas, entretanto, as raças hibridas, não se reproduzem satisfatoriamente, o crescimento é mais lento, reduzido, têm postura mais baixa e menor resistência as doenças.
A fazenda Califórnia não cria raças híbridas, todas as aves são PO, daí o preço mais elevado que os de galinha de granja.
Importante para criar aves puras de dupla aptidão é formar um plantel com pintos adquiridos em empresa que tenha credibilidade e tradição.
Uma opção do criador é ter algumas aves livres de tóxicos, com ovos e carnes orgânicos ideais para um consumo saudável.
Se o criador buscar um pequeno lucro, poderá produzir um número pequeno de galinhas, por exemplo, 30 galinhas por semana, que poderão ser vendidos à um feirante da cidade ou a venda direta à quem quiser consumir galinhas e ovos caipira.
Outra opção seria o criador adquirir um número maior de pistas criar e vender os frangos num comércio que poderá ser maior ou menor de acordo com o capital e mercado consumidor.
A opção mais rentável e mais complicado, é criar uma estrutura de produção, adquirir as matrizes, produzir os pontos, e vender o produto na escala que puder contar de capital grande, média ou pequena. Esta última opção exige muito planejamento e trabalho, inclusive licença do Ministério da Agricultura (MAPA) e do órgão estadual da Secretaria da Agricultura sempre é preciso ter em vista que a ave caipira tem um preço final (junho/2012) em torno de R$ 14,00 e a galinha de granja R$ 3,50. A galinha caipira leva mais tempo, mas alimenta-se de produtos sem alto custo como a ração balanceada.
Este site, dispõe no seu tópico de “Manual do Criador”, de uma orientação para toda a criação de galinhas no sistema solto e semi-confinado.
No sistema, confinado e semi-confinado as rações não contêm promotores de crescimento.
No sistema confinado podem ser alojadas 32 aves por baia (5 aves/m2). No semi-confinado podem ser alojado 64 aves por baia (5 aves/m2) até os 35 dias de idade, em seguida, devem ser transferidas para cabanas de 3m pór 3,5m com acesso a piquetes de 15m por 33m, onde permanecem até o abate.
A Divisão de Operações Industriais (DOI), do DIPOA (Oficio Circular DOI/DIPOA
no 007/99). Ofício Circular impõe que as aves criadas no sistema caipira no Brasil, tenham acesso à piquetes com no mínimo 3m2 de espaço/ave e idade para abate no mínimo 85 dias, e regime alimentar constituído por ingredientes exclusivamente de origem vegetal, alem de ser proibido o uso de promotores de crescimento.
As raças puras que são criadas soltas tem dupla aptidão para carne e ovos foram desenvolvidas na Inglaterra e nos Estados Unidos no século 18 e 19. As raças Plymouth e Rhodes Island Red, são criadas em 80% das casas americanas.
Essa grande opção por essas raças, devem-se a maior produção de carne e ovos, que além de representarem um grande suplemento alimentar, possibilitava uma receita para os criadores. Mais tarde, justaram-se as essas duas raças, as galinhas Label Rouge (pescoço pelado), New Hampshire e Gigante Negro, mais tarde cruzada com a Plymouth, dando origem a uma ave bem graúda e ótima poedeira (Gigante Negro x Plymouth).

A galinha é um dos animais domésticos mais comuns; ela é criada tanto para a produção de ovos quanto de carne, e acredita-se que tenha sido originalmente domesticada a partir do galo-da-selva-vermelho ( Gallus gallus ), nativo de diversas regiões do Sudeste Asiático ao sudoeste da China


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15 de mai. de 2009

Glossário de termos técnicos de cinofilia.Cães




entre os inumeros termos usados cinofilia, vou citar os mais comuns
Dentro das diversas descrições de padrão das raças por vezes se encontram termos como “ergots” ou coloração “arlequim” que, para aquelas pessoas que não são familiarizadas se tornam de difícil compreensão. Para sanar esta dificuldade oferecemos aqui um glossário especializado , esperamos que o mesmo seja de utilidade para todos os interessados em cinofilia. Vale também dizer que alguns termos são sinônimos mas são usados separadamente dependendo da raça, e que alguns têm diferentes significados para raças diferentes.
  • Abobadado: Diz-se de uma região do corpo do animal que apresenta perfil convexo.
  • Acaju: coloração vermelho intensa
  • Agressivo: tendência para atacar sem ser provocado (não entra em nenhum padrão)
  • Alano: Cão de grande porte utilizado na idade média para caça de animais de grande porte (javali, urso, lobo).São reconhecidos três tipos de alanos (séc. XVII) o alano gentil ( próximo ao lebrel), o de açougue (guarda e boiadeiro) e o alano Vautre (próximo ao mastim).
  • Almofadas plantares: almofadas amortecedoras do pé, revestidos de epiderme córnea, grossa, irregular e muito pigmentada.
  • Andadura: Modo de locomoção do cão (passo, trote, galope).
  • Andadura fluente: vivacidade dos movimentos.
  • Andadura fácil: realizada sem dificuldade aparente.
  • Andadura regular: Velocidade constante e passos iguais.
  • Andadura aprumo: quando os membros anteriores e posteriores de um mesmo lado se levantam e pousam ao mesmo tempo.
  • Arame: pêlo muito duro e áspero.
  • Areia: coloração amarela muito clara, resultado da diluição do fulvo.
  • Arlequim: pelagem matizada com manchas irregulares ou salpicadas sobre um fundo cinza ou azul, ou branco com manchas pretas ( branco matizado com preto ex.: Dogue Alemão arlequim., cinza com manchas irregulares ex.: teckel.) Esse termo é mais usado para raças continentais.
  • Arqueado: que apresenta forma convexa
  • Arrebitado: nariz ou focinho curto e levantado.
  • Áspero: pelo duro, resistente as intempéries.
  • Assentado: Pelo que se mantém junto a pele, deitado horizontalmente.
  • Azul: coloração resultante da diluição do preto.
  • Bamboleado: movimento transversal do corpo do cão a cada passo.
  • Barbela: dobra de pele na parte inferior do pescoço, ao nível da garganta, podendo se estender até o antepeito.
  • Basset: tipo de cão que possui o corpo semelhante ao de outro maior do qual deriva, suportado por membros encurtados.
  • Belton: pelagem branca salpicada de manchas finas ou de mosqueados.
  • Bichon: palavra francesa derivada de barbichon, um pequeno cão de companhia de pelo longo ou curto, frisado ou liso.
  • Bicolor: pelagem de duas cores distintas.
  • Blenheim: pelagem caracterizada pela ausência de pigmento no pelo.
  • Boiadeiro: cão utilizado para conduzir gado.
  • Brachet: Designação medieval para cão sabujo de tamanho médio e pelo raso.
  • Braco: cão de aponte de pelo duro.
  • Bragadas: pelo abundante nas coxas, descendo abaixo das culotes.
  • Braquicéfalo: cão de cabeça curta, larga e redonda. ( ex.: Bulldog)
  • Braquiúro: cão cuja cauda é naturalmente curta. ( ex.: Pembroke)
  • Brevilíneo: cão de proporções atarracadas e corpo comprimido.
  • Cachorrinho do mato: cão que caça no mato, que afugenta a presa, mas não a detem nem a persegue. ( sinônimo de levantador)
  • Camalha: pelos longos e abundantes recobrindo o pescoço e os ombros.
  • Cão de aponte: cão que se imobiliza quando sente a proximidade da presa, apontando para ela.
  • Cão de ordem: cão sabujo que caça em matilha.
  • Cão de pista de sangue: cão de caça especializado na busca de caça grossa (caa de grande porte) ferida, também chamada de busca de sangue, porque segue a trilha de sangue deixada pelo animal.
  • Cão rastreador: cão de aponte adestrado para caça com redes.
  • Cão sabujo: cão de orelhas pendentes e bom farejador, que persegue a caça.
  • Capa interna: subpelo.
  • Carbonada: pelagem de fundo mais ou menos clara ( fulvo ou areia) sombreada de preto, castanho ou azul.
  • Castanho: fulvo avermelhado ou alaranjado.
  • Cauda chicote: tipo de cauda do cão de caça.(extremidade da cauda)
  • Cauda em espiga: cauda ou extremidade da cauda onde os pelos se abrem como uma espiga de trigo.
  • Cauda (comprimento): o ponto de referência para o comprimento da cauda é o jarrete. (equivalente ao calcanhar no cão)
    cauda curta: termina acima do jarrete.
    cauda media: termina na altura do jarrete.
    cauda longa: termina abaixo do jarrete.
  • Cauda (postura): posição da cauda típica da raça, pode ser: enrolada sobre o dorso (akita), na horizontal, em foice, formando arco duplo ou empinada.
  • Cernelha: região situada entre o pescoço e o dorso.
  • Chama: faixa branca estreita, encontrada às vezes na testa.
  • Chocolate: coloração marrom avermelhado escuro.
  • Cinzelado: diz-se de um focinho ou de uma cabeça de linhas puras, com contornos precisos e nítidos, e com relevos bem desenhados. (sinônimo de esculpido)
  • Cob: cão compacto, atarracado com membros relativamente curtos, fortes e de formas arredondadas. ex.: Pug
  • Codorna: pelagem de fundo branco com manchas rajadas.
  • Colar: marca branca ao redor do pescoço, pelos ao redor do pescoço.
  • Concavilíneo: cão apresentando perfil côncavo, osso frontal deprimido, uma face achatada, um dorso recolhido.
  • Convexilíneo: cão com perfil convexo, osso frontal arqueado.
  • Cor de pulga: marrom escuro.
  • Corço: fulvo carbonado.
  • Culote: pelo longo e abundante recobrindo as coxas. Designa às vezes as franjas da parte posterior das coxas.
  • Cuneiforme: que tem o formato de cunha, que vai afinando-se.
  • Desbotado:cor muito atenuada.
  • Dogue: cão de guarde de grande porte, de cabeça larga, com maxilares fortes. ( ex.: molossos de pelo curto)
  • Dolicocéfalo: cão cuja cabeça é longa e estreita. (ex.: galgos)
  • Empenachada: pelagem caracterizada pela presença de manchas brancas sobre um fundo unicolor.
  • Escova: cauda parecida com a da raposa.
  • Esgalgado: Ventre muito recolhido(ex.: Greyhound).
  • Estrela: marca branca com contornos irregulares na testa ou no antepeito.
  • Ergots: dedo lateral das patas traseiras.
  • Eumétrico: cão de porte médio.
  • Fígado: cor marrom.
  • Fole: caixa toráxica.
  • Franja: pelos longos formando uma faixa nos contornos das conchas das orelhas, na parte posterior dos membros, na cauda e no ventre.
  • Fulvo: cor amarela, as marcas “fogo” são fulvas. Também pode significar mistura de branco, vermelho e preto ou marrom.
  • Garupa: Região da bacia.
  • Gázeo: olho despigmentado, a parte despigmentada do olho gázeo é cinza, azul claro, cinza azulado e às vezes esbranquiçado.
  • Grifo: cão de aponte ou sabujo de pelo longo ou semi longo, eriçado, desgrenhado ou hirsuto.
  • Hipermétrico: cão de porte superior a média.
  • Isabel: fulvo muito pálido, sinônimo de areia.
  • Juba em gravata: pelos longos, mais ou menos levantados, ao redor do pescoço.
  • Lepra: presença de áreas despigmentadas.
  • Levantador: sinônimo de cachorrinho do mato, cão que espanta a caça sem a perseguir.
  • Lilás: cor resultante da diluição do marrom, variante do bege.
  • Limão: amarelo claro, fulvo claro.
  • Lista: faixa branca situada sobre o canal nasal e que, geralmente, se prolonga até a testa.
  • Lobeiro ou cor de lobo: pelagem fulvo carbonada ou areia carbonada.
  • Lombo: região lombar, entre o dorso e a garupa.
  • Longilíneo: contrário de brevilíneo, cão de corpo alongado e esbelto, com o comprimento superior à largura.
  • Luvas: marcas brancas nas extremidades dos membros.
  • Manto: cor escura no dorso, diferente da cor do resto do corpo.
  • Máscara: coloração escora na face.
  • Mastim: qualquer cão de grande porte de guarda, caça ou pastoreio.
  • Matizado: Pelagem apresentando marcas de contornos irregulares de um pigmento não diluído sobre um fundo claro.
  • Mediolíneo: cão de proporções médias (sinônimo de mesomorfo).
  • Merle: Pelagem com manchas escuras irregulares sobre um fundo mais claro, muitas vezes cinza ( os cães continentais com esse tipo de pelagem são chamados de arlequim, enquanto que as raças britânicas são chamadas de merle).
  • Molosso: grande cão de guarda de cabeça larga, corpo muito poderoso e músculos espessos.
  • Mosaico: conjunto de manchas brancas que invadem a partir da extremidade um fundo colorido.
  • Mosqueada: Pelagem empenachada que apresenta pequenos salpicos.
  • Multicolor: Pelagem de várias cores, com justaposição de manchas ou áreas coloridas.
  • Nanismo: diminuição harmoniosa de todas as partes de um indivíduo normal.
  • Nuance: grau de intensidade que uma cor pode ter.
  • Numular: que tem formato de moeda, refere-se as manchas do dálmata.
  • Ossatura: conjunto de ossos e dos membros do corpo.
  • Padrão: descrição do modelo ideal, o primeiro padrão canino foi o do bulldog, redigido em 1876.
  • Particolor: Pelagem com duas ou mais cores bem distintas.
  • Pastilha: mancha arredondada de cor castanha na testa dos cães das raças: King Charles Spaniel e Cavalier King Charles Spaniel. Também pode designar as marcas fulvas por cima dos olhos dos cães preto e fogo.
  • Pé de gato ( ou pata de gato): pata com formato redondo.
  • Pé de lebre: pata com formato alongado e estreito ( típico do collie ).
  • Piriforme: em forma de pera.
  • Placa: mancha de cor cobrindo uma grande superfície sobre um fundo branco.
  • Plastrão: antepeito.
  • Pointer: cão de aponte de pelo raso.
  • Ponteado: pelo mesclado com pintas ou mosqueado.
  • Preto e fogo: cão preto com marcas fulvas (tan), típico do rottweiler.
  • Primitivo: relativo aos cães mais antigos.
  • Prognatismo: mandíbula proeminente. (típico do bulldog).
  • Quatro olhos: cão que tem marcas fulvas sobre os olhos, cães preto e fogo.
  • Rajado ou tigrado: Pelagem com listras escuras mais ou menos verticais sobre um fundo mais claro.
  • Raso: pelo muito curto.
  • Recolhido: diz-se de um cão curto, atarracado, compacto.
  • Retilíneo: cães que possui linhas retas, os pointers e os setters são retilíneos.
  • Retriever: cão de caça que encontra e recolhe a presa.
  • Ruão: Pelagem caracterizada pela mescla uniforme de pelos brancos com pelos vermelhos ou fulvos.
  • Rubi: pelagem vermelho intenso.
  • Rubican: presença de pelos brancos em uma pelagem que não é branca.
  • Ruivo: coloração entre o vermelho e o amarelo, avermelhado.
  • Rústico: cão que suporta as intempéries, que não requer cuidados especiais.
  • Sabujo de trela: cão de faro muito desenvolvido que busca preso a uma guia.
  • Salpicada: Pelagem branca onde aparecem pontos de cor ou pelagem colorida com pontos brancos.
  • Sarapintada: pelagem com pequenas manchas.
  • Seco:
    Cabeça seca: cabeça cinzelada, de pele estreitamente ligada ao osso e músculos chatos.
    Articulação seca: que possui contornos vigorosos, não amolecidos por um tecido espesso.
    Lábios secos: finos, bem firmes.
  • Setter: cão de aponte das ilhas britânicas.
  • Sombreado: pelagem clara com partes escuras.
  • Stop: ângulo entre o crânio e o focinho, formada pelo osso frontal e pelo nasal.
  • Tan: sinônimo para fogo.
  • Terrier: cão que caça animais em tocas, caça debaixo da terra.
  • Tricolor: coloração típica do Bernese, o cão é quase todo preto, com o ventre branco e marcas “fogo” na face e nas patas.
  • Urajiro: marcas brancas nas laterais do focinho, bochechas, sob o queixo, na garganta, no antepeito, ventre, face interna dos membros e parte inferior da cauda. Esse termo só é usado para as raças japonesas como o akita e o shiba

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  • A cinofilia é, em sua origem etimológica, o amor e a dedicação aos cães (do grego kýon [cão] e philia [amor]). Contudo, no contexto moderno, o termo define a ciência, o estudo e a prática estruturada da criação responsável, desenvolvimento e preservação das características físicas e comportamentais das diversas raças caninas
  • Pilares da Cinofilia Moderna
    A atividade vai muito além de apenas gostar de cachorros ou reproduzir filhotes. Ela se sustenta em bases técnicas e éticas:
    • Estudo das Raças: Compreensão profunda sobre a conformação física, anatomia e temperamento padrão de cada linhagem.
    • Melhoramento Genético: Uso de testes de saúde e seleção criteriosa de matrizes para evitar doenças hereditárias e garantir a longevidade.
    • Preservação Histórica: Manutenção das funções originais para as quais as raças foram criadas, como pastoreio, guarda ou companhia.
    • Bem-estar Animal: Garantia de criação ética, rejeitando a exploração comercial desenfreada ou os chamados "fábricas de filhotes"
    • Principais Entidades Cinófilas
      Para organizar, regulamentar e emitir os registros genealógicos (o famoso pedigree), existem instituições oficiais renomadas:
      • Internacional: A Fédération Cynologique Internationale (FCI) é a maior federação mundial, responsável por ditar as regras globais e reconhecer os padrões de raças.
      • No Brasil: A entidade máxima filiada à FCI é a Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC). Também atuam no país outras organizações independentes de relevância, como a SOBRACI e a ALKC.

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