3 de ago. de 2015

Curso Basico de Adestramento de Câes

Caes

Curso Adestramento Básico

Apresentamos aqui maneiras de educar seu cachorro, alguns comandos e obediência, seu cão agradece. 

É o início da preparação do animal para o objetivo que se quer atingir. Nessa fase o cão deverá entender que está sendo trabalhado e que deverá trabalhar com muita disposição e obediência.

Material utilizado: 

1. Guia: existem dois modelos: a longa que mede, aproximadamente 10 (dez) metros e a curta 1,50 m (um metro e cinqüenta centímetros). A guia se divide em Três partes: alça, corpo e mosquetão. 
2. Colar de espinhos: ajustáveis ao pescoço do animal. Pode ser usado com espinhos para fora ou para dentro. NOTA: atualmente conforme normas adotadas pelas Sociedades de Criadores de Cães Pastores Alemães do Brasil. É proibida a utilização do colar de espinhos para dentro, ou seja, com os espinhos voltados para o pescoço do animal. O mesmo só poderá ser utilizado, em casos em que o animal for muito feroz e estiver fora de controle. 
3. Enforcador: colar liso. 
4. Rasqueadeira: utilizada para remoção dos pelos mortos. Deve ser usado pelo menos duas vezes por semana. 
5. Escova: ao mesmo tempo em que limpa o pelo do cão, ativa a circulação sangüínea. 
6. Peitoral: utilizado para cães de busca de rasteio e venteio. 
7. Cambão: apetrecho para captura de animal agressivo, pode ser utilizado também no adestramento durante a amizade com animal de temperamento forte.

O adestramento básico consiste dos seguintes exercícios:

1. Amizade com o cão 
2. Exercício de junto 
3. Exercício de senta 
4. Exercício de parado 
5. Exercício de deita 
6. Exercício de morto 
7. Exercício de vivo 
8. Exercício de fica


1. Amizade com o cão

a. A amizade com o cão deve ser feita, quando o mesmo é ainda filhote (na faixa de três meses). Essa amizade deve ser feita, no sentido de aproximar o cão do seu dono, e ou adestrador e afastar os possíveis inimigos. 

b. Período muito importante precedente ao adestramento. Durante três semanas, o adestrador deverá levar o cão para passeio, brincar com o mesmo e observar todos os vícios e características do cão. É nessa fase que o adestrador procurara descobrir e explorar as qualidades e defeitos apresentados pelo animal. O adestrador deixará junto ao cão um objeto de uso pessoal (lenço, sapato) para que o mesmo se familiarize com seus odores. Também através da amizade, o homem irá obter a confiança do animal, assim como, o cão a do adestrador. 
c. Aproveitando a vivacidade do filhote, pode se começar a estimulá-lo com ordens que antecipem os comandos a serem aprendidos no futuro, tais como: SENTA, ATENÇÃO, MUITO BEM, AQUI, NÃO, PEGA. Um bom exercício para ser feito nesse período e alertá-lo toda vez que se aproximar um estranho, com o comando de atenção. 
d. Durante a amizade iremos começar a colocação do colar no pescoço do animal.
cão deve ser feita, quando o mesmo é ainda filhote (na faixa de três meses). Essa amizade deve ser feita, no sentido de aproximar o cão do seu dono, e ou adestrador e afastar os possíveis inimigos. 

b. Período muito importante precedente ao adestramento. Durante três semanas, o adestrador deverá levar o cão para passeio, brincar com o mesmo e observar todos os vícios e características do cão. É nessa fase que o adestrador procurara descobrir e explorar as qualidades e defeitos apresentados pelo animal. O adestrador deixará junto ao cão um objeto de uso pessoal (lenço, sapato) para que o mesmo se familiarize com seus odores. Também através da amizade, o homem irá obter a confiança do animal, assim como, o cão a do adestrador. 
c. Aproveitando a vivacidade do filhote, pode se começar a estimulá-lo com ordens que antecipem os comandos a serem aprendidos no futuro, tais como: SENTA, ATENÇÃO, MUITO BEM, AQUI, NÃO, PEGA. Um bom exercício para ser feito nesse período e alertá-lo toda vez que se aproximar um estranho, com o comando de atenção. 
d. Durante a amizade iremos começar a colocação do colar no pescoço do animal.



Desenvolvimento: 

• Passamos a guia em torno do seu pescoço, viramos os espinhos para fora e enfiamos pela cabeça do animal. (Quando conhecemos a índole do animal e sabemos que o mesmo não tentará morder o adestrador). 
• Da mesma maneira que o anterior, vamos passar a guia em trono do pescoço do cão, soltamos um dos elos de espinhos, abrindo totalmente o colar e colocamos o mesmo em volta do pescoço do animal. (Não conhecemos o animal). Se o animal mostra-se inquieto é porque não está acostumado a Ter objetos estranhos em torno de seu pescoço. Para evitar isso deixamos o colar a ser utilizado com o cão par o mesmo brinque com o colar e se familiarize com o mesmo. Colocamos o colar no pescoço do animal e vamos assim acostumando-o a essa sensação de enforcamento, provocado pelo colar. Quando já se nota uma perfeita aceitação do animal, estaremos então prontos para sairmos com o cão preso a guia. Nunca se deve obrigar o cão a andar, se notarmos que o mesmo está aflito por causa do colar.

2. Exercício de junto
O guia conduzirá seu cão por um colar, chamados de Enforcador ou de espinhos, em cuja argola se prenderá a uma guia de um metro e vinte centímetros aproximadamente. Ao fazer caminhar o cão, a ele ordenará com voz firme: JUNTO.
treinamento de caes

3. Exercício de senta.

A esta altura, a importância de chamar o cão pelo nome já é indiscutível. Por isso, seu nome tem o mesmo peso de um comando.
Fazer com que ele esteja imediatamente atento assim que o dono chamá-lo com voz firme e forte, já é meio passo dado para que ele obedeça com sucesso. Depois de prender sua atenção chamando pelo nome, pare diante dele para ensiná-lo a sentar. Suspenda suavemente a guia ao mesmo tempo em que diz SENTA ou SIT e pressione a garupa dele para baixo, com os dedos polegar e indicador em forma de pinça. São três movimentos simultâneos: SENTA ou SIT, tranquinho da guia para cima e pressão em sua garupa par abaixo, chegará o momento em que não será preciso pressionar a garupa do cão (e ele mesmo avisará quando estiver pronto). A partir daí, fique diante do cão, suspenda a guia e movimente a mão direita de trás para frente, como se fosse uma raquete. O movimento deve iniciar ao lado do corpo e terminar acima dos olhos do cão. Enquanto durar o movimento, pronuncie SENTA. Assim que ele senta, de o comando FICA e afaste-se dele. Depois de alguns segundos, vá até o cão e acaricie-o a fim de incentivá-lo a acertar o comando sempre. E muito provável que ele tente levantar, mas se ele fizer isso, você deve dizer NÃO, imediatamente e FICA, mesmo que tenha que voltar e começar o exercício novamente não concorde com o erro dele, nunca.

No início, não se afaste muito, dê apenas alguns passinhos para trás e elogio-o em seguida, para que ele vá se acostumando com sua distância. Com alguns exercícios, a guia não será necessária para fazer sentar.

4. Exercício de parado

O adestrador deverá colocar a mão sob a barriga do cão, obrigando-o ficar de pé e ao mesmo tempo pronunciará a palavra PARADO, a cada repetição do exercício o cão deverá ser elogiado. 

Poderá ainda, partindo da posição de SIT ou SENTA, comandar-se PARADO, pressionando-se com suavidade a guia para frente até conseguimos o desejado. Podemos ainda, ao mesmo tempo em que pressionamos a guia par frente, com pé esquerdo encaixado no vazio do animal, erguê-lo para cima até a posição desejada.
cao beleza


5. Exercício de deita
Essa posição em que o animal permanece deitado sobre suas quatros patas, (posição esfinge). Partindo-se da posição de SIT ou SENTA, o adestrador coloca-se à frente do animal, levanta e puxa suas patas dianteiras até que ele fique deitado, pronunciado sempre a palavra DAWN ou DEITA. Partindo ainda da posição de SIT ou SENTA, o adestrador segura com a mão esquerda próximo ao colar e pressionando continuamente para frente e para baixo, conduzirá o cão em direção ao solo, até que o mesmo fique deitado sobre as quatro patas, sempre pronunciando a palavra DEITA. Quando o cão ficar na posição desejada, sem oferecer resistência deverá ser elogiado e agradado pelo adestrador.

Esse exercício deve-se repetir até o cão aprender perfeitamente o comando. Logo que o cão o realize por sinais deve o guia colocar-se à frente do cão e ao mesmo tempo em que lhe ordena DEITA, moverá energicamente a mão para baixo. Tão logo o cão se encontre corretamente deitado, o adestrador segurando a ponta da guia, dá pequenas voltas ao redor do animal, chegando mesmo a pular por cima de seu dorso, repetindo a ordem DEITA. Não se deve permitir que o animal acompanhe com as vistas o adestrador, durante essas pequenas voltas ou mudanças de posição. Não é conveniente, por cansar o animal, obrigar o cão a permanecer muito tempo nessa posição.

6. Exercício de morto

Esse movimento é aquele em que o cão deverá fingir-se de morto. Para conseguir esse movimento, devemos ficar de cócoras ao lado do cão, o qual se encontra na posição DEITA, como a mão direita segurar a guia e a mão esquerda deverá ser colocada no vazio do cão, forçando-o para a esquerda até que ele fique complemente estendido no solo. Em seguida o adestrador deverá levantar-se sempre pronunciando a palavra MORTO, fazendo com que o animal finja-se de morto por alguns segundos.
857094902

7. Exercício de vivo

Com o cão na posição de Morto, iremos para frente do mesmo, com a mão esquerda seguramos a guia e daremos um ligeiro, tirão para cima na guia e pronunciamos a palavra VIVO o cão deverá imediatamente ficar em pé na posição de PARADO. Repetimos esse exercício tantas vezes quantas forem necessárias, até que o animal passe a obedecer ao adestrador por um simples gesto ou comando.

8. Exercício de fica

Estando o cão nas posições de SIT ou SENTA, PARADO, DAWN ou DEITA, MORTO e VIVO, o adestrador se afastará pouco a pouco do mesmo, dizendo-lhe, QUIEDATE ou FICA, ao mesmo tempo em que por gesto energético esticará o braço direto para frente, o cotovelo ligeiramente dobrado e apresentado a palma da mão direta voltada par o cão. Cada vez que o cão efetuar algum movimento, deverá ser executado o comando e o gesto para que o cão permaneça na posição ordenada. No início desse exercício, quando fazemos o gesto com a mão, é interessante que o adestrador toque com a palma da mão o focinho do animal. Se o cão tentar se mover empregamos energicamente a palavra FOI, que é o termo de repressão, pois o cão a essa altura da instrução já perceberá que se emprega a palavra para que se deixe de fazer algo que seu adestrador não lhe tenha ordenado. À medida que o cão vai interpretando a ordem o adestrador aumentará a distância paulatinamente.


Adestramento avançado

Este tipo de adestramento só deverá ser iniciado após o cão estiver adestrado no adestramento básico, tendo em vista que a execução dos exercícios de adestramento secundário dependerá dos exercícios de adestramento básico:
o adestramento avançado ensinaremos o nosso cão os seguintes exercícios:

1. Exercício de DAWN FOR (rasteja) 
2. Exercício de AQUI 
3. Exercício de IR EM FRENTE 
4. Exercício de RECUA ou (IR PARA TRÁS) 
5. Exercício de APORT ou (SEGURA) 
6. Exercício de AUSS ou (LARGA) 
7. Exercício de BUSCA 
8. Exercício de CORTA



1. Exercício de DAWN FOR ou RASTEJA
Neste exercício o cão deverá rastejar. Este procedimento é muito útil na vida Policial Militar quando houver necessidade de nos aproximarmos de um local sem sermos percebidos.
Estando o cão na posição de DAWN ou DEITA, se lhe puxará com suavidade a guia para frente e para baixo, dizendo-lhes as palavras DAWN FOR, até que o mesmo comece adiantar-se se arrastando. A cada movimento efetuado pelo cão, por menor que seja, o guia o afagará carinhosamente, dizendo-lhe MUITO BEM, porém sem afrouxar a guia para que o cão não se levante.
Aprendido a executar este exercício através de simples comando, começar-se-á repetir o mesmo, por sinais. Devemos insistir no treinamento, até que o cão interprete o sinal. Pouco a pouco se vai soltando cada vez mais a guia para que mais tarde esta possa ser suprimida totalmente, quando o cão se arrastar somente ao comando de DAWN FOR.
De nenhum modo se deve pensar que este exercício carece de importância, pois na prática é o saldado (adestrador) que deve arrastar-se ao solo ao lado do cão, em caso de emergência ou quando deva acercar-se de um ligar onde se encontram elementos suspeitos.

Podemos ainda, estando o cão em DAWN ou DEITA, tomando-lhe suas patas dianteiras fazermos com que o mesmo arraste-se puxando-lhe pelas patas em nossa direção uma de cada vez. Por menor que seja o deslocamento conseguido pelo sinal devemos elogiá-lo.

2. Exercício de AQUI
Quando o cão estiver afastado de seu adestrador e este quiser chamá-lo, o comando a ser empregado deverá ser AQUI. Ao mesmo tempo em que o adestrador comandar AQUI, deverá apontar o dedo indicador da mão direita na direção do nariz do animal até o cão á sua frente, puxando-o pela alça da guia. Recebendo este comando o cão deverá aproximar-se até a frente do adestrador permanecendo na posição de SIT ou SENTA. Se este não fizer, comandaremos SIT ou SENTA até que se possa suprimir este comando.

Para este exercício o adestrador deverá ficar de frente voltada para o cão e com suas pernas afastadas
3. Exercício de IR EM FRENTE
Para o soldado da Polícia Militar que faz patrulhamento com seu cão, é de fundamental importância que seu acompanhante (cão) vá de vez em quando adiante do adestrador, sobretudo quando o local patrulhado é de má reputação, ou estradas solitárias, ou em altas horas da noite ou ainda zonas desconhecidas pelo Policial e que poderão ser explorados pelo cão.
O cão que possui audição e olfato bem apurados, não perderá nenhum ruído estranho e perceberá o perigo muito antes de seu guia e avisará com latidos e grunhidos, quando encontrar alguns pessoa ou objetos suspeitos, evitando assim, que o soldado (adestrador) seja surpreendido. Para ensinar um cão a IR EM FRENTE, já que até agora foi ensinado a caminhar ao lado esquerdo de seu adestrador, se escolhe um local solitário onde nada atraí a atenção do animal.
Quando o cão vai caminhando ao local do Soldado (adestrador), este estanca de repente e acaricia o cão dizendo-lhe VAI EM FRENTE, ao mesmo tempo em que lhe indica simultaneamente a direção com a mão direta. A fim de conseguir pouco a pouco que se adiante é necessário que o guia caminhe bem devagar dando sempre o comando de IR EM FRENTE, e como o cão, por si só, deseja passear e farejar sempre adiante, paulatinamente aumentará a distância entre ele e seu guia.
Caminhando por um campo aberto, se obrigará que o cão busque em direção aos dois lados do guia, exercício este adicional, que se obtém facilmente. Ao caminhar o adestrador para o lado oposto da direção que tenha tomado o cão, obrigará que este também o siga neste sentido e assim o adestrador marchará (caminhará) da esquerda para direita e vice-versa, até que o cão tenha aprendido a trançar em maior ou menor distância num amplo ziguezague na frente de seu guia.
Tão logo o cão execute este exercício, de dia, devemos repeti-lo à noite em lugares diferentes.
Podemos ainda utilizar para o treinamento deste exercício uma haste, na qual adaptamos uma roldana e uma guia (corda fina de nylon) de tamanho longo. Podemos ainda contar com o auxílio de um ajudante que permanecerá escondido em um local qualquer, também de posse de uma guia longa que ataremos no pescoço do cão. Nestas duas hipóteses, caso o cão rejeite ou vacile em executar, o exercício. O condutor e o ajudante darão pequenos tirões na guia e ao mesmo tempo o adestrador dará o comando de VAI EM FRENTE, e os respectivos elogios ao animal.
1217967715969_bigPhoto_0


4. Exercício de RECUAR ou IR PARA TRÁS.
Para o treinamento deste exercício, podemos utilizar dois obstáculos compridos e paralelos, no meio dos quais colocamos o cão e vamos empurrando-o para trás ao mesmo tempo em que se faz o gesto característico e se repete o comando de RECUA ou PARA TRÁS.
Podemos ainda, para ensinar este exercício, utilizarmos duas guias longas que estarão atadas ao colar do pescoço do animal. Adestrador e cão na posição de JUNTO, uma guia em cada mão, vamos dando pequenos tirões para trás ao mesmo tempo em que se repete continuamente a palavra RECUA ou PARA TRÁS.
Se o cão procurar desviar-se devemos a princípio utilizar uma parede a qual deverá estar a esquerda do animal. Se o cão negar-se a caminhar para trás podemos pisar suavemente em suas patas dianteiras sem machucá-lo, pois o animal para evitar que o pisemos retrocederá.
Quando o cão já retroceder sem dificuldade junto ao adestrador devemos ensinar-lhe que o faça afastado do mesmo. O cão na posição de PARADO, na frente do adestrador a uma distancia de meio metro aproximadamente, damos o comando de RECUA ou IR PARA TRÁS.
E caminhando para o mesmo convocando-o a retroceder fazendo gesto com a mão direita. Se o cão parar ou rejeitar o exercício, pisamos suavemente em suas patas fazendo-o retroceder.

5. Exercício de APORT ou SEGURA

Para ensinar um cão a apanhar um objeto qualquer, se começa por introduzir um sua boca um artefato de madeira ou de borracha (halter) Após introduzir o objeto em sua boca, fechamos a mesma para que o cão não solte o objeto, dizendo sempre APORT ou SEGURA. Logo que o cão mantenha durante algum tempo o objeto na boca (por alguns instantes que seja), o adestrador ordenará para que fique segurando o mesmo, repetindo sempre APORT ou SEGURA e elogiando-o com palavras de carinho como MUITO BOM, MUITO BEM, etc.
cao21

6. Exercício de AUSS ou LARGA
Logo o cão mantenha durante algum tempo o objeto na boca, o adestrador ordenará para que o mesmo solte, dizendo-lhe AUSS ou LARGA, ou SOLTE ou ainda TIRA, enquanto tiramos o objeto da boca do cão com suaves puxadas. Sempre repetindo os comandos. Efetuada esta parte do exercício, premiaremos o cão de imediato com palavras de carinho, ao mesmo tempo em que o afagamos.
Após o cão estar perfeitamente condicionado neste tipo de exercício começaremos a distanciar a mão, mandando-lhe apanhar novamente o objeto da mão do adestrador. Repetiremos o exercício até o cão comece apanhar o objeto do solo.
Quando o cão estiver apanhado e soltando com desenvoltura, mudaremos o objeto, trocando-o sempre. O cão para aprender este exercício deve encontra-se na posição de SIT ou SENTA. De acordo com o progresso do ensinamento, vamos aumentando paulatinamente a distância entre o cão e o objeto, até que o animal comece a transpor obstáculos (barreiras, cursos d’água, etc.) com o objeto sem deixá-lo cair.
adestramento
7. Exercício de BUSCA.
À medida que a distancia vai sendo aumentada, comandamos ao cão: BUSCA, APORT ou SEGURA.
Recomendamos o uso de objetos bem leves nos primeiros ensinamentos.
socializacao_do_cao
8. Exercício de CORTA
Estando o cão em posição SIT ou SENTA e na frente do adestrador, o qual deverá estar com as mãos amarradas com um cordão fino e pouco resistente, introduzir-se-á o cordão na boca do animal, dizendo-lhe CORTA. Ao mesmo tempo em que faz-se-a o movimento de vai e vem com o cordão entre os seus maxilares. O ele não consiga cortar, força-se as mãos para fora o ajudando até o seu rompimento.
Tão logo isto aconteça elogiar-se-á efusivamente o cão demostrando que ele proporcionou-lhe a liberdade, exclusivamente do animal.
Na medida em que se prossegue com o exercício, o acostumamos a cortar ataduras de várias espessuras e resistência, estando a pessoa que tem as mãos amarradas em diferentes posições (deitado, sentado, com as mãos para frente, com as mãos para trás, etc.).
Na medida em que o cão vai progredindo no exercício, podemos ainda, introduzir junto com palavra CORTA SOCORRO, ou seja, SOCORRO CORTA, porque ai vai dar a entender que ele (o adestrador), necessita de sua ajuda para se libertar. Terminado o exercício, premiaremos o cão com palavras de carinho, ao mesmo tempo em que o afagamos.


OUTRO METODO


Bem, então você tem um novo amigo peludo e você espera que ele seja perfeito, certo? Ou talvez ele já seja um velho amigo, mas esta amizade está precisando de uma reciclada.
Pensando nas pessoas que possuem cães e que pretendem tornar esta convivência o mais agradável possível, este é um manual, cujo método baseia-se na transferência de conhecimentos e técnicas para os donos dos cães. Desta forma os donos aprendem a educar e a manter seus animais obedientes através de técnicas de adestramento e de fundamentos da psicologia canina. Os exercícios praticados neste manual ajudarão abrir uma linha de comunicação entre o dono e seu cachorro, de forma que esta dupla possa desfrutar desse relacionamento da maneira mais prazerosa.
Estatísticas comprovam que a maioria dos problemas de convivência de um ser humano com um cachorro surge quando um dos dois não entende que o outro quer. Isto faz com que o relacionamento com o animal seja conturbado e estressado. Este manual ajuda na formação da base de uma convivência doméstica sem esses estresses, já que o cachorro passará a entender o que se espera dele a partir dos comandos dados pelo dono. Também as noções de psicologia canina dadas nas aulas farão com que os donos sejam capazes de entender um pouco do que se passa na mente dos cães.
Mas quando é muito cedo, ou tarde demais para começar? Reeducação nunca show começa no momento em que o filhote cheguei em casa. A partir daí tudo o que for feito por qualquer membro da família estará
"ensinando" algo ao cachorro, seja uma coisa boa ou nem tanto assim. Por exemplo, se você deixar cair migalhas de pão no chão durante o seu café da manhã, você estará ensinando o totó que ele também tem acesso a sua comida enquanto você estiver na mesa. No dia que não cair nada no chão e ele irá reclamar a sua parte com toda a veemência de um cachorro. Embora seu filhote só possa participar das aulas em grupo depois das três doses das vacinas, não perca tempo comece a educá-lo em casa mesmo. Basta seguir seu bom senso e sua intuição para evitar que gracinhas de filhote torne-se "terrorismo" de cão adulto. A boa notícia é que nunca é tarde para começar. Claro, existem algumas limitações para cães velhinhos, mas eles podem surpreender e sempre vale a pena tentar.
Não se deixe enganar: um cão obediente não age mecanicamente como um robôzinho, ele continua feliz e brincalhão como sempre, mas caminha na rua ao lado do seu dono sem arrastá-lo, senta à beira da calçada para aguardar o sinal abrir, não pula nas pessoas, não morde, e sempre vem quando chamado. Tudo o que precisa ser feito é ensinar o cachorro com o comportamento que você espera dele, e você se surpreenderá em descobrir que todo cachorro está ansioso em atender as vontades do seu dono.
A esta altura você deve estar pensando: "Vai ser mole, certo?" ERRADO
Para começar o cachorro não vai desistir facilmente dos pequenos privilégios que ele vem conquistando ao longo dos anos. As aulas (6 ao todo) são repetitivas e embora o instrutor se esforçe ao máximo para manter todos motivados, nem sempre é fácil. No curso você aprende todos os comandos logo na primeira aula e vai ter que ficar repetindo os mesmos exercícios pelas próximas 5 aulas. Não, isso não é simples tortura. Acontece que só assim o seu cachorro vai aprender (repetindo, repetindo, repetindo) e só assim o instrutor terá tempo e oportunidade para aperfeiçoar os seus movimentos e técnicas de treinamento (vendo você repetir, repetir e repetir). Mas você também pode ajudar. Se os exercícios já estiverem ficando fácil demais para você e para seu peludo, peça para o instrutor ensinar um novo nível de dificuldade para a mesma tarefa. Mas só se vocês estiverem fazendo tudo direitinho.
Além disso o curso foi planejado cuidadosamente para que as turmas não tenham sempre os mesmos participantes. Em cada aula um novo aluno pode estar se juntando ao grupo e um outro se formando. Mais uma vez, existe uma razão para isso. Os cães mais adiantados no curso trazem mais tranquilidade e ordem para os cães novatos. Os cães novatos trazem novos desafios para os cães mais adiantados. Os donos novatos se sentem mais estimulados ao ver como o dono do cachorro mais adiantado tem obtido sucesso. O dono do cachorro mais adiantado já pode respirar mais aliviado quando vê um dono novato. Até que o meu cão não está tão mal assim.
"Ah, tudo bem, são só seis aulas" ERRADO de novo.
Primeiro que não são só seis aulas. São seis semanas de curso onde os donos, os cães e o instrutor vão estar se encontrando uma vez por semana para continuar se aperfeiçoando, mas o mais importante é que depois das seis semanas o seu trabalho ainda não acabou. Muitos cães vão precisar de mais do que seis semanas para assimilar completamente estes novos hábitos e esta é a grande missão de seu dono. Manter o trabalho iniciado com instrutor, por quanto tempo for necessário. Fácil !
Esta apostila descreve todos os comandos ensinados nas aulas para que você possa dar continuidade ao treinamento do seu cachorro na sua casa. Não existe receita milagrosa que possa fazer o seu cachorro mudar de comportamento de um dia para outro. Não desista facilmente, com certeza o seu cachorro não vai fazê-lo. Para que o seu amigo peludo aprenda rápido e com perfeição, esses comandos deverão ser exercitados todos os dias, por no mínimo 30 minutos. Além disso, algumas dicas úteis são dadas para você obter o melhor resultado quando estiver treinando e se comunicando com seu cão.
É muito importante que toda a família participe do treinamento e para que o cachorro aprenda a obedecer e respeitar a todos, e não apenas a pessoa que cuida diretamente dele.
E não se esqueça: muito amor, paciência e persistência é a chave para o sucesso no treinamento seu cachorro.
IMPORTANTE: no início do treinamento o cachorro ainda não sabe o que se deseja dele, portanto sempre que você der um comando coloque-o na posição correta sem esperar que ele faça sozinho. Use sempre um tom de voz suave e nítido. Repita cada exercício por no mínimo cinco vezes. Quando o cachorro atender ao comando corretamente, elogi e-o com bastante carinho e afagos usando sempre um tom de voz suave e agradável. Quando o cachorro cometer algum erro dê um leve tranco com a guia ou enforcardor e diga a palavra NÃO em um tom bem forte. Caso ele estiver usando a coleira Gentle Leader, puxe levemente a guia para cima e diga palavra NÃO. Repita o comando até o cachorro acertar.
O segredo de um bom treinamento é ser mais persistente do que o cachorro
1) 1 coleira de nylon para o pescoço 2) 1 guia de couro de 1,5 a 2 m de comprimento 3) 1 coleira Gentle Leader 4) 1 enforcador de elos grossos (sem pinos) 5) 1 guia longa de 3,5 m de comprimento (já vem com a coleira Gentle Leader) 6) Brinquedos especiais para cachorros (bola de tênis, ossos de couro, ossos de corda, bichos de pelúcia) 7) Biscoitos e iscas para cachorros (guloseimas) 8) Uma tonelada de paciência e bom humor 9) Duas toneladas de perseverança 10) Três toneladas de diversão
A coleira Gentle Leader foi cientificamente desenhada para trabalhar com os instintos naturais do seu cachorro e ajudar você a se tornar o líder da matilha. Esta coleira proporciona às pessoas que amam e respeitam os seus cães um novo método de ensinar o comportamento desejado ao seu animal e a abrir uma linha de comunicação entre o cão e seu dono sem usar de crueldade.
A coleira Gentle Leader foi inventada pelo Dr Robert K. Anderson, professor e diretor emérito da clínica de comportamento animal da escola de medicina veterinária da universidade de Minnesota, e pela Sra Ruth E Foster, presidente da associação nacional dos treinadores de cães dos EUA e juíza de provas de obediência do American Kennel Club. Atualmente esta coleira é considerada por diversos treinadores especialistas em comportamento canina, como um método bastante eficaz de se treinar um cachorro.
A Gentle Leader atua da mesma forma que um cabresto através de uma tira de nylon para o focinho e outra para o pescoço do cachorro. Estas tiras "sinalizam" ao cachorro que a pessoa que está segurando a guia tem o seu total controle. A guia é afixada em uma argola que fica embaixo do queixo do cachorro, de forma que, quando ela é tensionada, as tiras de nylon fecham a boca do cão e aplicam uma leve pressão no alto do seu pescoço. A grande descoberta desta coleira é que esses são os mesmos sinais que a cadela dá aos seus filhotes quando precisa controlálos. Quando algum filhote se comporta de maneira indesejada ela morde seu focinho ou o levanta do chão pelo pescoço.
Este é o mesmo sistema que funciona há bastante tempo para controlar cavalos e gado. Apesar deles serem animais muito grandes e fortes, os cabresto dão um total controle a quem os conduz. Imagine se alguém poderia controlar um cavalo de corrida apenas com uma corda em volta do pescoço. O cavalo simplesmente arrastaria a pessoa pelas ruas sem sentir nada, pois o pescoço é uma área muito forte e resistente à dor. O cabresto só dá total controle ao cavaleiro pois aplica pressão em pontos sensíveis da cabeça do cavalo.
Portanto é simples entender por que uma coleira que usa os mesmos princípios de um cabresto também é usada como um sistema para controlar cães. Com a Gentle Leader é incrívelmente fácil levar um cachorro muito grande e forte para passear na rua: ele pára de puxar imediatamente e até uma criança ou pessoa idosa é capaz de levá-lo.
Alguns cães levam algumas horas para se ajustar a coleira Gentle Leader e tentam tirá-la fora, mas uma vez adaptados, elas têm um poder mágico de acalmar (inicialmente o cão pode parecer prostrado, mas logo ele irá voltar ao normal) e dar ao dono um poderoso controle sobre o animal. Após isto todo treinamento é baseado em estímulos positivos, como carinho e guloseimas. Diferentemente da coleira enforcadora, que precisa de um leve tranco, a Gentle Leader só precisa ser puxada levemente para o alto quando se quiser corrigir o cachorro.
A coleira Gentle Leader é especialmente indicada para cães:
. Muito fortes que arrastam os donos na rua . Hiper-Ativos . Dominantes . Agressivos ou com tendência a agressividade . Excessivamente tímidos ou com medo
A coleira Gentle Leader vem acompanhada de uma guia longa de 3 metros e de um extenso manual de instruções que lhe ensinará como usá-la.
.* Mantenha um tom de voz normal e calmo quando estiver treinando seu cachorro. Não é preciso gritar. Ele tem ouvidos excelentes. .* No início procure treinar seu filhote num lugar calmo e sem distrações. Na medida que ele for respondendo aos comandos com maior precisão, aumente as distrações e treine-o na rua ou em lugares diferentes. .* Sempre chame o nome do seu cachorro antes de dar um comando. O nome serve para chamar a atenção dele para você. O certo é: RAMBO, SENTA !
.* Faça as sessões de treinamento de no máximo 30 minutos por dia.
Se possível faça metade pela manhã e metade à noite. .* Fale cada comando apenas uma vez. Se o cachorro não atender diga NÃO, repita o comando e o coloque na posição correta. Caso contrário, o cachorro aprenderá que você diz SENTA, SENTA, SENTA antes de ele ser realmente obrigado a sentar. .* Sempre encerre uma sessão de treinamento de forma positiva para você e seu cachorro. Repita um exercício que seu cachorro saiba atender com sucesso e faça muita festa quando terminar.
.* Seja consistente. Seu filhote não é capaz de entender que “as vezes pode, as vezes não pode”. Se você não quer que seu cachorro suba no sofá quando ele estiver todo sujo ou molhado, também não o deixe subir quando estiver limpo. PREVENÇÃO é uma palavra mágica.
.* Procure não alimentar seu filhote pelo menos uma hora antes das aulas ou das sessões de treino. Barriga cheia dá o maior sono nele também. .* Nunca dê um comando ao seu filhote se você não tiver como corrigi-lo caso ele não responda imediatamente. Isto é, enquanto ele não estiver bem treinado nunca dê o comando senta quando ele estiver solto e distante de você. Isto o ensinará que ele somente deve atender aos comandos quando estiver preso na guia.
.* Se o seu filhote estiver confuso e não estiver atendendo ao comando, ajude-o fisicamente a ficar na posição correta. .* Se você estiver irritado, cansado, ou se o seu cachorro demonstrar sinais de estresse, interrompa a sessão de treinamento de uma forma positiva e tente novamente mais tarde. .* A forma correta de se colocar o enforcador é fazendo o “P” e colocá-lo de frente para o focinho do seu cão. A guia deve estar presa a argola de metal ligada a corrente que passa por cima do pescoço do cachorro. .* Procure vestir roupas bem confortáveis e sapatos de sola de borracha, nas aulas e nos treinamentos em casa. Em alguns exercícios você vai precisar sentar no chão. .* Caso seu cabelo seja longo, mantenha-o preso num rabo-de-cavalo quando estiver trabalhando com seu cachorro e procure não beber bebidas alcoólicas ou fumar durante os treinamentos. .* Alguns cachorros não reagem bem ao cheiro de álcool e fumo. Em casa, fazer duas sessões curtas de treinamento é melhor do que fazer uma longa. .* Use a coleira de nylon o tempo todo no pescoço do cão. Ela serve para você segurá-lo quando ele estiver muito agitado, ou quando for preciso tirá-lo de algum lugar.
* O enforcador só deve ser usado quando você for sair com o seu cachorro ou quando for treiná-lo. Nunca deixe seu cachorro com esta coleira se ele for ficar sozinho, pois ela pode prenderse em algum lugar e machucar o seu animal.
* Se o seu cachorro é do tipo difícil de controlar dentro de casa, faz muita bagunça, ou apresenta sinais de agressão e dominância, use a coleira Gentle Leader juntamente com a guia longa, durante o dia todo e sempre sob supervisão. OS COMANDOS DE OBEDIÊNCIA BÁSICA
O NÃO é o comando de correção do cachorro. Ou seja, o comando que indica algo negativo para o cão.
Ele é o mais importante da série de comandos de obediência básica, e significa para o cachorro: “PARE DE FAZER O QUE ESTÁ FAZENDO AGORA”. Não importa o que ele estiver fazendo, ele tem que parar imediatamente.
Por ser o comando negativo ele deve ser usado toda vez que uma correção for necessária, como por exemplo quando o cachorro se recusa a obedecer um comando pela primeira vez. Se você deu um comando e o cachorro não obedeceu, corrija-o, dê o comando NÃO e após alguns segundos dê o comando que não foi obedecido novamente.
Além disso, o comando NÃO, combinado ao comando OK, ajuda o cão a ter maior controle da sua ansiedade. Aprendendo a esperar a autorização do dono para fazer alguma coisa, o cão fica menos nervoso e agitado, e mais confiante.
O NÃO também pode ser usado para indicar ações ou lugares proibidos para o cachorro, como por exemplo, se você não quiser que ele suba na cama ou entre em algum cômodo da casa.
- COMO ENSINAR: Se o seu cachorro é um filhote, ou se ele é muito tímido ou assustado, fique ajoelhado ao lado dele. Se o seu cão já é adulto você pode começar o exercício em pé mesmo. Coloque seu cachorro sentado. Fique perpendicular a ele e segure um pedacinho de biscoito na mão direita. Deixe o cachorro cheirar a mão por alguns segundos e ver um pedaço do biscoito. Assim que ele tentar pegar o biscoito, delicadamente empurre o seu focinho com o punho. Ao mesmo tempo dê o comando NÃO. Repita várias vezes até o cachorro recuar o focinho voluntariamente e então dê o comando OK e libere o pedacinho de biscoito enquando você faz muita festa.
LEMBRE-SE: o cachorro sempre DEVE comer o biscoito ao final de cada exercício, aprendendo a esperar até receber o comando OK, como você deseja.
No ínicio do aprendizado recompense o “recuo” do cão, mesmo que seja por distração ou por poucos segundos. Na medida em que o cachorro for aprendendo e tornando-se mais eficiente passe a colocar o biscoito no chão e corrija qualquer tentativa dele pegar o biscoito levantando a guia da Gentle Leader, ou dando um leve tranco na guia com o enforcador, enquanto você repete o comando NÃO. Continue evoluindo no comando, pedindo para outras pessoas jogarem o biscoito perto do seu cachorro, ou deixando biscoitos pelo chão enquanto você anda com ele. Procure usar outros objetos e guloseimas além do biscoito.
Não deixe nunca o seu cachorro pegar comida no chão. Sempre que você precisar recompensá-lo pegue o biscoito em suas mãos e só então permita que ele coma.
Use sempre um tom de voz grave e firme, mas sem gritar: a intenção é limitar o som do rosnado do cachorro.
Seja firme e deixe bem claro que você quer que ele pare de fazer o que está fazendo imediatamente. Em situações novas é preciso que você mostre ao cachorro o que ele precisa parar de fazer: quando ele come alguma coisa proibida, é preciso dizer o NÃO e enfiar a mão dentro da boca dele para tirar a coisa de lá. Procure não ter medo, especialmente se ele for um filhotinho.
Se você for firme ele não irá te morder.
Seja consistente: sempre que disser NÃO para o seu cachorro não admita que ele ignore o comando.
O comando NÃO é um dos mais difíceis de serem ensinados ao cachorro. Porque ele pode ser aplicado em várias situações, é normal que o cachorro leve algum tempo até aprender a respeitá-lo.
Se ele estiver cavando o quintal, diga um NÃO bem forte e FAÇA ele parar de cavar. Se o totó começar a implorar comida quando você estiver jantando, dê o comando com firmeza. Se o cão estiver roendo algum objeto que não pode, diga NÃO e troque este objeto por algum brinquedo dele. Quando ele pular em você, diga NÃO e espere ele colocar as quatro patas no chão, então você fará muito carinho no peludo. Toda vez que o cachorro não obedecer a um comando, corrija-o e dê o comando NÃO.
O comando JUNTO significa que o cachorro deve caminhar do seu lado esquerdo, com as patas dianteiras alinhadas com as suas pernas. Ele não deve andar nem na sua frente nem atrás de você. O objetivo é acostumar o seu cachorro a caminhar ao seu lado, sem puxar na coleira e prepará-lo para, mais tarde, andar solto sem fugir ou sair de perto de você.
O cachorro caminhando JUNTO significa que ele não arrasta você pela rua quando vai passear, não atravessa a rua na sua frente, e não sai do seu lado descontroladamente. Sempre que você desejar dar mais liberdade ao seu cachorro, libere ele do JUNTO com o comando OK ou LIVRE e deixe ele se afastar um pouco. - COMO ENSINAR:
Coloque o seu cachorro na posição sentada do seu lado esquerdo e segure a guia com as duas mãos. Inicie a sua caminhada com a perna esquerda, fale o nome dele e o comando JUNTO no momento em que você começar a se movimentar. Sempre que o cachorro andar na sua frente levante a guia com a Gentle Leader ou dê um leve tranco na guia com o enforcador e fale NÃO. Puxe o cachorro para a posição correta e fale JUNTO.
Caso o cachorro estiver andando atrás de você, não desacelere o passo – diga NÃO e puxe ele para a posição correta. No momento que ele ficar do seu lado fale JUNTO.
Enquanto ele anda do seu lado use palavras encorajadoras num tom suave e, se ele for um cachorro de grande porte, afague levemente o alto de sua cabeça. Cuidado para não excitá-lo a ponto dele se distrair e sair da posição. O carinho é apenas para lembrá-lo que ele está fazendo tudo direitinho.
No início comece andando em círculos em um local fechado e sem muitas distrações. Quando o cachorro já estiver se acostumado com o comando passe a fazer curvas para a direita e mais tarde para a esquerda. Toda vez que o cachorro se afastar da sua perna, ou tentar parar, dê um leve puxão na coleira e dê o comando NÃO. Aguarde alguns segundos e dê o comando JUNTO. Quando ele já estiver aprendido o comando passe a treiná-lo durante os passeios na rua. Sempre que ele estiver sob o comando JUNTO e você quiser liberá-lo para ir cheirar um poste ou brincar com um outro cachorro não se esqueça de dar primeiro o comando OK, ou o comando LIVRE.
Este comando é utilizado para dizer ao cão que ele está liberado para brincar, andar, levantar ou fazer qualquer coisa que deseje, ou para dizer que o exercício acabou. Ele deve ser sempre dado com uma voz alegre e feliz. O OK também serve para “quebrar” qualquer outro comando.
Procure estar atento às situações em que o comando OK pode ser usado de forma a liberar o seu cachorro para fazer alguma coisa. Quando você identificar uma destas situações use o comando OK de maneira bem entusiasmada e com um tom suave de voz bem particular e marcante, quase dizendo ÓKEY.
Experimente pedir para o seu cachorro ficar sentado e peça para uma outra pessoa chamá-lo. Se ele tentar ir até a pessoa que o está chamando diga NÃO e coloque-o sentado novamente. Quando o cachorro ficar finalmente calmo diga OK e dê um leve empurrãozinho no cachorro para incentivá-lo a ir até a pessoa. No final todo mundo faz muita festa, é claro.
Veja também os exercícios dos comandos NÃO, FICA e JUNTO.
Diga OK antes de dar alguma coisa para o seu cachorro, para ele poder se movimentar depois do comando fica, ou quando você pedir para ele esperar. Por exemplo: peça ao seu cão para sentar enquanto você abre uma porta. Para ele poder cruzar esta porta diga antes o comando OK (isso ajuda a evitar que o cachorro “fuja” por uma porta aberta). Dê o comando OK antes de “liberar” o seu cachorro para que ele “ataque” o prato de comida.
OBS: Este comando nunca deve ser utilizado depois do comando NÃO MORDE.
O comando ALTO serve para fazer o cachorro parar quando ele estiver caminhando com você, do seu lado e com o comando JUNTO, não é mesmo ?
Sempre que você estiver caminhando com o seu cachorro, diga ALTO, pare e dê um leve puxão na guia de forma a fazer o seu cão parar. Assim que ele o fizer diga “muito bem amigão” e dê o próximo comando, que pode ser SENTA ou DEITA.
É só não se esquecer de dizer o comando ALTO (mas pode dizer num tom de voz baixo), toda vez que você for dar uma paradinha na rua. Aliás, faça diversas paradinhas intencionais para poder praticar este comando junto com o peludo.
Este comando serve para que o seu cachorro sente ao seu comando e espere sentado até você dar um novo comando. Geralmente o SENTA é o comando que o cachorro aprende mais rapidamente.
No início do treinamento é mais fácil se você se ajoelhar ao lado do cão. Assim que ele estiver dominando o comando procure não se abaixar mais ao lado dele.
Se o cachorro estiver em pé: coloque o cão do seu lado esquerdo, bem paralelo à você. Com a mão direita segure a guia bem perto do pescoço do cão e puxe levemente para cima e para trás. Ao mesmo tempo, deslize a mão esquerda em forma de concha pelas costas do peludo e continue deslizando até depois do rabo. Quando a sua mão esquerda estiver na altura da parte traseira do “joelho” do cão, faça uma pequena pressão para dentro, forçando o “joelho” se dobrar e o cachorro sentar. Não é preciso fazer força ! Use o comando SENTA num tom de voz bem suave.
Assim que o bumbum do cachorro tocar o chão deixe de fazer qualquer pressão na guia e faça muita festa. Dê o comando OK para liberá-lo ao final do exercício.
Combine com o comando JUNTO e ALTO.
Depois de uma semana de trabalho a maioria dos cães estará pronta para receber apenas um leve toque na altura da base superior da cauda antes de sentar. Mais uma semana de prática e tudo o que você precisará fazer é dizer a palavra SENTA, para ver um cachorro todo feliz em ter o bumbum grudado no chão.
Se o cachorro estiver deitado: segure a guia com as duas mãos e puxe o cachorro para cima, com a guia fazendo um ângulo de 90 graus em relação ao chão. Solte a guia gentilmente, até as patas tocarem o chão. Durante este processo diga a palavra SENTA. Não é preciso puxar com força, nem machucar o cão. Não dê “soquinhos” na guia, faça um movimento suave e contínuo para cima.
Este comando pode ser praticado em qualquer lugar: na rua, em casa, no elevador, na fila do pão, etc. Quanto mais você fizer melhor. O SENTA é ótimo para controlar a ansiedade do cachorro – se ele estiver em pé, preso na guia, e você estiver parado, provavelmente ele estará tentando cheirar alguma coisa, ou ver quem está passando. Sentado ele ficará calmo e esperará você dar um outro comando que o libere desta posição. Este comando serve para fazer o cachorro ficar parado ao seu lado quando você for atravessar uma rua, estiver conversando com um amigo que encontrou na calçada, etc.
Este comando é especialmente útil para fazer o cachorro esperar quieto num lugar, se acalmar quando muito excitado, esperar pelo prato de comida, não pular nas pessoas quando chegam visitas na sua casa, dentro de elevadores, etc.
Aproveite para treinar o seu cachorro quando você encontrar uma pessoa com outro cachorro. Aproxime-se da pessoa, peça ao seu cão para sentar-se, aguarde alguns segundos até ele estar comportado e depois dê o comando OK e libere-o para cheirar o traseiro do novo amiguinho. Vai ser um sucesso de público se o seu cachorro se comportar direitinho.
A posição deitada é uma das mais difíceis de se fazer com um cachorro, principalmente se ele estiver na presença de um outro cachorro. A razão disto é que esta é uma posição extremamente submissa na linguagem corporal dos cães. A princípio, somente os cães submissos se deitam ou mostram a barriga na frente de um cachorro mais dominante, portanto pela facilidade ou pela dificuldade do seu cachorro em se deitar sob comando podemos ter uma boa idéia se ele é submisso ou dominante. Mas não é só isso. Um cachorro treinado e extremamente confiante não hesitará em deitar-se sob as ordens de seu dono. Nestes casos a posição deitada não significa mais que o cão é submisso a outro cão, mas que ele confia plenamente na liderança de seu dono e se sente confortável e relaxado ao obedecê-lo.
Por isso o DEITA também serve para manter o seu cachorro calmo e sob controle em situações em que você assim precise. Use este comando para fazê-lo deitar debaixo da mesa quando sua família estiver comendo, inclusive em restaurantes, para relaxar quando muito excitado, etc.
No início do treinamento é mais fácil se você se ajoelhar ao lado do cão. Assim que ele estiver dominando o comando procure não se abaixar mais ao seu lado.
Primeiro coloque o seu cachorro sentado usando o comando SENTA. Com a mão esquerda segure a guia por baixo do pescoço dele e faça pressão contínua para baixo. Com a mão direita faça um sinal com o dedo indicador apontando o chão e diga o comando DEITA. Assim que o cachorro tocar a barriga e o peito no chão faça muita festa e pare de fazer pressão na guia. Dê o comando OK para liberá-lo ao final do exercício.
Se o seu cão for do tipo “duro na queda” não fique tentando ajeitar a guia e não fique dando “soquinhos” na guia para tentar forçá-lo a deitar. Lembre-se, a pressão deve ser contínua. Se você perceber que não vai conseguir colocar o cachorro deitado apenas fazendo pressão na guia, simplesmente puxe as patinhas dele para frente e para baixo, usando a sua mão direita para a pata direita e a esquerda para a pata esquerda (você vai precisar se “debruçar” por cima das costas do cachorro). Você pode até perder o controle, mas nunca a paciência (o cão deve confiar muito em você para que ele possa obedecer sem resistências). Simplesmente diga o comando NÃO e comece tudo outra vez.
UMA PEQUENA OBSERVAÇÃO: Se o seu cachorro é bravo, você tem medo dele e, para piorar ainda mais, o bicho é grande, peça orientações especiais ao seu treinador e não tente este exercício sozinho.
É melhor começar a ensinar o comando DEITA dentro da sua casa, onde o cachorro se sente protegido e relaxado. Quando ele já estiver bem treinado passe a praticar dentro de elevadores, e em lugares calmos na rua. Não é preciso nenhuma situação especial, você mesmo pode criar uma situação para treinar o seu cachorro. Vá andando calmamente com o cão ao seu lado, e dê a seqüência de comandos. ALTO, SENTA e DEITA. Só não se esqueça de antes verificar se o chão não está muito quente.
O objetivo deste comando é fazer com que o cachorro espere sentado ou deitado até que o dono volte para o seu lado. Muito útil para fazer o cachorro esperar num lugar enquanto você lava a cozinha, ou entra numa loja. Também é bom para fazê-lo esperar enquanto você esconde um brinquedo para brincar de esconde-esconde, para posar para a foto, para não sair do portão aberto, etc. Também é fundamental para cachorros que sofrem de ansiedade e medo. Ajuda o cão a exercitar o autocontrole, a autoconfiança e a confiança no dono.
- COMO ENSINAR: Fique em pé tendo o cão ao seu lado esquerdo e coloque-o sentado ou deitado usando os respectivos comandos. Espalme a mão direita na frente do focinho do cão (sem encostar) e dê o comando FICA. Dê um passo para o lado, conte até cinco e volte a posição inicial. Se o cachorro não tiver se mexido, dê o comando OK e faça a maior festa. Se o cachorro tentar sair, ou sair do lugar, dê o comando NÃO, posicione-o exatamente no mesmo lugar e comece novamente. Se a posição inicial for deitada coloque-o deitado e se for sentada faça ele ficar sentado.
Conforme o cachorro for executando o comando sem falhas, vá incrementando a distância e o tempo de espera. Sempre volte para o lado do cachorro e dê o comando OK antes de iniciar um novo exercício ou liberar o cachorro.
Procure não olhar ou facilitar o seu cachorro antes de ter voltado totalmente para o lado dele, caso contrário ele irá “quebrar” o comando segundos antes de você voltar.
Inicialmente é melhor praticar este comando em lugares fechados e sem muita distração para o cachorro. Com o tempo, a medida que o cachorro for aprendendo, vá exercitando-o em outros locais e com outras pessoas a sua volta.
Usar a porta aberta da saída da casa ou do apartamento é ótimo para treinar o seu cachorro e também para ensiná-lo a não fugir.
ATENÇÃO: não pratique este comando na rua quando seu cachorro estiver solto. Enquanto seu cachorro não estiver totalmente obediente aos comandos ele pode se distrair e sair da posição para seguir um outro cachorro, uma borboleta, etc e correr perigo.
O VEM é o mais importante dos comandos de obediência básica, e também é um dos mais difíceis de serem ensinados. O objetivo é ensinar o seu cachorro havia sempre que for chamado e, para isto, é necessário que ele associa este comando a situações de prazer.
Ao contrário do que muitos pensam este não é um comando natural para os cães. Quando um cachorro "chama" um outro cachorro ele está dizendo "Me espera que eu já vou até aí". É por isso que quando chamamos os nossos cães eles simplesmente dão uma olhadinha para trás para avaliar a que distância que nós estamos deles. A maioria nem pára, dá apenas uma "desacelerada" no passo, esperando que nós os alcancemos. É preciso ensinar a estes peludo a voltar até nós.
-Como ensinar:
Com a guia longa: ponha seu cachorro sentado e com o comando FICA. Afaste-se uns cinco passos inicialmente e vire de frente para ele. Enquanto segura a ponta da guia longa com a mão esquerda, traga a mão direita para o peito, fale primeiro o nome dele de forma clara, depois de o comando OK e finalmente de o comando VEM de uma forma bem alegre. Puxe a guia na sua direção e assim que o cachorro chegar na sua frente, faça muita festa. Esta seqüência de comandos é muito importante para que o cachorro não fique confuso e para que ele não quebre o comando FICA sem a sua permissão.
Com o cachorro solto: num lugar seguro e fechado coloque seu cachorro sentado com o comando FICA num canto, afaste-se uns 5 passos, e segurando um pedacinho de biscoito na mão direita, agache e chame seu cachorro pelo nome. Quando ele olhar para você de o comando OK e o VEM de forma esfuziante, enquanto traz a mão esquerda junto ao peito. Quando seu cachorro chegar bem à sua frente, entregue o biscoito e faça uma grande festa.
-Como praticar:
Experimente chamar o seu cachorro quando ele estiver distraído na rua. Não se esqueça de puxar a coleira até você e de fazer um carinho especial quando ele vier. Se ele vier prontamente, aí ele merece uma festa de arromba e talvez até uma viagem para a Disney, por que não? w Importante: nunca repreenda ou execute algum ato que o cachorro possa interpretar como sendo negativo imediatamente após o comando VEM. Por exemplo, nunca use este comando para pô-lo na banheira para dar banho, dar comprimidos ou remédios, brigar por algum estrago, etc.
Nunca deixe seu cachorro andar fora da coleira em um lugar aberto e estranho se ele não estiver totalmente obediente aos comandos JUNTO e VEM
Além do treinamento do comando NÃO (para não pegar comida), este é o único comando que recomendamos que se use um biscoito nos treinos, mas é importantíssimo que não se use o biscoito todas as vezes. Alterne exercícios com e sem o biscoito, pois o cachorro não deve te obedecer apenas pela certeza de que sempre irá ganhar algo para comer quando vier até você. A melhor recompensa dele será a montanha de carinhos que ele ganhará quando chegar até você, caso contrário ele aprenderá a ser um chantagista e somente virá quando você tiver um biscoito na mão.
O objetivo é ensinar o cachorro, principalmente se ele ainda é filhote, que morder não é permitido e deve parar de fazê-lo imediatamente.
É importantíssimo que se ensine o cachorro a não morder as pessoas desde pequeno. O cachorro se comunica mordendo. Quando filhotes, eles não mordem com força, mas na verdade eles estão testando as pessoas e procurando ver até onde eles podem chegar. A força das dentadas vai aumentando aos poucos e, em um determinado momento de seu amadurecimento emocional, ele passa a acreditar que é mais forte que você e que pode te morder com força. Ele então pode se achar o cachorro dominante da “matilha”, o que é bastante perigoso.
Este treinamento é mais importante ainda se houverem crianças pequenas na família. O cachorro percebe, pelo menor tamanho, pelas brincadeiras, e pela obediência que as crianças têm aos adultos, que elas ocupam uma escala hierárquica inferior ao resto da família. Como conseqüência o cão acha que possue uma chance maior de ser superior a elas. Por isso, este exercício deve ser praticado por todos os membros da família, inclusive as crianças e empregados da casa.
-Como ensinar:
Toda vez que o filhote morder, com força ou de leve, faça pressão para baixo com o polegar (ou qualquer dedo que já esteja dentro da boca do cão) na língua dele e dê o comando NÃO MORDE.
Não é necessário machucá-lo. Use pressão suficiente apenas para causar uma sensação de desconforto na língua do seu filhote.
Solte a boca do cachorrinho quando ele tentar empurrar com a língua o seu dedo para fora da boca. Repita a ação que provocou a mordida e a correção até que o cachorro não morda mais e só então faça festinha, mas sem excitar o cãozinho.
NUNCA use comida como recompensa neste exercício, pois ele aprenderá que se morder ele poderá ganhar um biscoito.
Se você não se sentir confortável em usar esta técnica, use a coleira Gentle Leader ou o enforcardor e o comando NÃO como um método de correção. No caso do cachorro ser muito pequeno para usar a coleira como correção, siga as orientações do seu instrutor para corrigir o seu cachorro com a técnica de morder atrás das orelhas.
Uma pequena observação: se o seu cão é bravo, se você tem medo dele e, para piorar ainda mais, o bicho é grande, peça orientações especiais para o seu treinador e não tente este exercício sozinho.
Nunca deixe crianças pequenas juntas do cachorro sem a supervisão de um adulto. Não deixe crianças brincarem de "atiçar" os cachorros para eles morderem. Não aceite nenhum sinal de agressividade do seu cachorro e lembre-se que pequenas situações de mau hábito em filhotes se tornam grandes problemas em cachorros adultos.
-Como praticar: Experimente segurar os dedinhos do filhote de forma firme, porém gentil. A grande maioria detesta isso e vai tentar morder para se livrar. Aí é só pegar a língua do pequeno e começar a pôr em prática a lição. Pode parecer maldade provocar um filhote desta maneira, mas lembrese: é melhor praticar numa situação controlada do que lamentar uma bela mordida mais tarde. Também não se esqueça de que se ele aguentar alguns segundos desta provocação, sem mandar os dentes, ele vai ter direito a uma dose dupla de carinhos. Vale o sacrifício.
O objetivo deste comando é fazer com que o cachorro entenda que ele será manipulado e que deve aceitar o exame sem se mexer excessivamente, morder, rosnar ou se sacudir. Ele ajuda os donos e veterinários quando é preciso fazer um exame nas patas, orelhas, rabo, barriga ou qualquer outra parte do seu corpo.
-Como ensinar:
Sentado no chão coloque seu cachorro deitado de costas para você. Diga o comando DEIXA VER enquanto você checa gentilmente as orelhas, patas, dedos, barriga, boca, olhos e rabo. Repita o comando toda vez que o cachorro tentar resistir. Se ele ficar muito inquieto coloque-o de volta na posição e volte ao exame com movimentos suaves. Procure por machucados, bolinhas e caroços. Procure sentir se existem locais inchados, áreas avermelhadas e irritadas. Cheire a orelha e a boca do seu cachorro que não devem possuir mal cheiro. Procure por pulgas e carrapatos, principalmente entre os dedos. Qualquer sinal de problema deve ser comunicado ao seu veterinário.
Corrija o cachorro se ele tentar morder. Use o comando NÃO MORDE
No final do exercício use o comando OK para liberar o cachorro e faça bastante festa. Se ele se comportar muito bem você pode usar biscoitos como recompensa. -Como praticar:
Aproveite os momentos em que o seu cachorro está relaxado, principalmente depois de um bom exercício e caminhada na rua. Com o tempo experimente este comando com o cachorro sentado e em pé, simulando um exame na mesa do veterinário.
É o comando para o seu cachorro deixar cair da boca qualquer coisa que ele esteja carregando ou comendo. É especialmente útil quando seu cão estiver com seu par de meias importadas na boca, quando vocês estiverem brincando de jogar bola, quando ele roubar um osso ou qualquer outra coisa. O comando LARGA também se aplica quando o cachorro come alguma coisa indevida, como uma porcaria na rua.
-Como ensinar:
Estimule seu cachorro a abocanhar algum brinquedo dele. Quando ele o fizer, você dá o comando LARGA enquanto pressiona a parte inferior da bochecha do cachorro contra os seus dentes de modo a fazer o bichinho largar o brinquedo. Não use força excessiva para não machucar seu peludo. Quando o cachorro largar o brinquedo recompense-o física e verbalmente e, após alguns segundos, de o comando OK e devolva o brinquedo. Biscoitos não devem ser usados como recompensa (ao invés de recompensa eles vão virar resgates).
Com o tempo substitua o brinquedo por um pedaço de comida que ele goste, como um biscoito ou osso digerível. Faça o exercício algumas vezes e, no final, deu comando OK e deixe ele comer como recompensa.
- Como praticar:
O ideal é começar quando o cachorro ainda é bem filhote. Não aceite sinais de agressão, rosnados ou resmungos. Corrija-o imediatamente e não desista. Mais uma vez: peça orientação especial do seu treinador se o seu cachorro for grande, bravo, ou se você sentir medo.
- Torne a sua casa à prova de cães. Pense na segurança do seu amiguinho. Certificar-se de que ele não vai cair da escada ou da sacada. Tire todos os medicamentos e produtos químicos de seus armários ou de locais em que seu cachorro possa fuçar. Lembrese que embalagens a prova de crianças não são a prova de dentes afiados e curiosos.
-Retire objetos que são muito valiosos do alcance do seu cachorro enquanto ele ainda é filhote. Acidentes acontecem. É melhor você deixar o seu tapete persa guardado enquanto ele não aprender a fazer xixi no jornal.
-Cuidado com o "monstro" que você pode criar. Não permita ao seu filhote nada que você não permitiria a ele quando adulto. É lindo um filhotinho de pastor alemão em um lado do seu travesseiro, mas é uma briga de foice tirar um cachorro de 50 kg da sua cama numa noite de verão quando ele acha que o seu quarto é o único com ar-condicionado forte o bastante.
-Não deixa as crianças alimentarem seu cachorro na mesa com aquele pedacinho de fígado que ninguém gosta mesmo, se você não quiser ter um cachorro se esganiçando do lado daquela visita importante quando você oferecer um jantar em comemoração ao seu aniversário.
-Caso você note uma mudança de comportamento repentina no seu cachorro, veja com o seu veterinário se a causa não é clínica. Na grande maioria das vezes estas mudanças não são comportamentais, e sim conseqüência de alguma dor.
- É uma gracinha o seu Poodle Toy te defendendo do namorado abusado, mas não será nada divertido quando o mesmo cachorrinho der uma dentada na sua pequena sobrinha que só ia te dar um abraço. Pense bem, use o bom senso, e sua bola de cristal para prever as conseqüências desses comportamentos no futuro. Prevenir, prevenir, prevenir. Esta é a palavra-chave.
-Sempre mande o seu cão sentar ou deitar antes de receber a tigela de comida. Dessa maneira ele irá perceber que a comida não vem de graça, o que iria apenas reforçar o seu estilo de predominância.
- Nunca brinque de cabo-de-guerra com seu cão se você não estiver disposto a levar a brincadeira até o fim e ganhar. Cada vez que o cão ganhar a brincadeira ele irá questionar a sua liderança e começar a sentir que pode disputar este lugar com você.
-Caso você sinta que irá ganhar o cabo, use o comando LARGA e faça ele soltar o brinquedo. Nunca brinque de cabo-de-guerra com seu cachorro se ele apresenta sinais de agressividade dominante.
-Fique atento a qualquer sinal dominante do seu cachorro e reprima-o adequadamente. Não se esqueça de que qualquer membro da família deve ser percebido pelo cachorro como hierarquicamente superior a ele.
Apenas assim ele irá respeitar a todos.
-Alguns destes sinais são: pedir carinho cutucando a sua mão com o focinho, montar nas pernas das pessoas, rosnar para visitas ou empregados domésticos, ser excessivamente protetor da sua comida e brinquedos, etc.
-Exercite bastante o seu cachorro. Sempre que puder leve-o a locais abertos onde ele possa correr e brincar livremente. Lembre-se: um cachorro cansado é um cachorro feliz.
- Uma ótima brincadeira que também serve de exercício é lançar uma bolinha de tênis ou um disco de plástico para que ele pegue e traga de volta. Essa brincadeira pode ser praticada em locais públicos desde que o cão esteja preso numa guia longa e não ofereça risco a ninguém. Além disso ele deve estar atendendo perfeitamente ao comando VEM.
E nunca se esqueça das duas palavras chaves para o sucesso deste manual: amor e paciência.
Boa sorte !




VIDEO AULAS

01



02


A HISTÓRIA DOS CÂES


Depois de sua domesticação os cães particiaram ativamente da história das civilizações humanas. Eles serviram de transporte, de guarda, de caçadores, pastores, foram adorados como deuses, assassinados em revoluções, viajaram o pelo mundo com as Grandes Navegações, sofreram com as guerras e lutaram nelas. A história do cão doméstico é a nossa história, vista de um outro ponto de vista.
Algumas das raças mais antigas que se têm notícia são o saluki, o Samoieda e o pharaoh hound (o Cão de Canaã, o afghan hound e o xoloitzcuintle também estão entre as mais antigas raças conhecidas). Qual delas é realmente a mais antiga não se sabe, mas todas têm aproximadamente 5.000 anos de existência.
O pharaoh hound é o descendente do cão dos antigos egípicios, utilizado para caçar e adorado na forma do deus Anúbis, identificado com os chacais. Anúbis era o deus guardião dos mortos. Essa relação com os mortos que acompanhou os cães por muito tempo, teria vindo do hábito dos cães e também dos chacais, de se alimentarem dos cadáveres. A mesma relação entre uma divindade canina e o mundo dos mortos também existia na América central, o deus Xolotl (identificado com o xoloitzcuintle) dos Astecas era o guia das almas dos mortos. A lenda dizia que o próprio deus Anúbis, nascido de uma relação do deus Osíris e sua cunhada foi entregue, assim que nasceu, para ser criado por cães semelhantes aos pharaoh hound de hoje.
Enquanto no Egito os cães eram reverenciados como conhecedores dos segredos do outro mundo, na Grécia antiga cães semelhantes a galgos modernos eram relacionados aos deuses da cura. Templos que abrigavam dezenas de cães eram mantidos para que os feridos pudessem ser levados para lá e ter suas feridas lambidas pelos cães. O próprio Homéro disse na sua obra:

“Infeliz do homem que não tiver um cão para lamber suas feridas…”

HISTÓRIA DO CÃO


Além de agentes da cura, os cães também desempenharam outro papel na Grécia antiga. Eles combatiam junto com os exércitos. Grandes cães molossos acompanharam os exércitos de Alexandre, O Grande da Macedônia e se espalharam pelo mundo. Estes cães eram considerados armas de guerra. Eles eram os ancestrais do atual Dogue do Tibete e seguiram as tropas de Alexandre quando estas retornavam para casa, vindas de campanhas na Ásia e se espalharam pela Europa, chegando à Hungria, originando raças como o komondor, à Alemanha e outros países originando diversas raças de cães molossos.
O próprio Império Romano tinha como símbolo a loba que amamentara os fundadores da cidade. Mas a participação mais famosa dos cães em Roma foi outra. Dentre os diversos animais que os romanos fizeram lutar no coliseu para diservão do público havia grandes cães. Uma das principais atrações eram cães molossos e o Wolfhound irlandês. Estes cães de tamanho gigantesco e temperamento dócil eram trazidos diretamente das colônias romanas na Bretanha, mas especificamente na Irlanda, deixados sem comida e depois eram soltos na arena para matar prisioneiros, cristãos e escravos vestidos com peles de animais. Estes cães eram tão apreciados pelos romanos que eles quase os levaram à extinção, tal foi o número de espécimens que importaram para matar e morrer na arena.
Com o fim do Império Romano e o início da Idade média, o mundo entrou em outra fase, e conseqüentemente os cães também. A igreja católica foi a instituição mais influente no mundo durante esta época. Neste período ocorreram a peste negra, a inquisição e as cruzadas e todos estes eventos influenciaram a criação de cães no mundo. No início da idade média os cães já estavam espalhados pela Europa, levados do oriente médio para toda a região mediterrânea pelos mercadores fenícios e adentrado o continente seguindo soldados romanos.
Durante a peste negra que assolou a Europa e parte da Ásia, os cadáveres se amontoaram nas cidades e campos, muitos destes corpos, antes de serem queimados, acabavam servindo de alimento para os cães que viviam nas periferias das cidades. Os cães perderam o seu antigo prestígio de divindades para serem temidos como seres relacionados a morte e às “forças das trevas”. Durante grande parte da idade média, a influência da igreja atingiu diretamente os cães. A mentalidade supersticiosa da época fez dos cães, principalmente os pretos, animais de bruxas, relacionados com vampiros e lobisomens. Milhares de lobos foram mortos por incentivo da santa inquisição na tentativa de se caçar lobisomens, assim como alguns cães-lobos bem como outros cães de grande porte. Decretos foram baixados onde se dizia que se, qualquer pessoa acusada de bruxaria, estivesse presa, a espera de julgamento pela igreja e fosse visitada por um cão , gato ou pássaro, seria imediatamente considerada culpada de bruxaria e queimada na fogueira.
Foi só após a chamada “idade das trevas”, que os cães voltaram a cair nas boas graças dos homens. Principalmente os cães dos nobres. Durante a idade moderna cães para caça esportiva como sabujos, terriers e especialmente os galgos eram os preferidos da nobreza. Estes cães eram criados com cuidado e as variedades de cada região começavam a ser cultivadas. Cada família nobre poderia desenvolver sua própria variedade de cachorro, selecionando-os de acordo com sua preferência dentro dos canis do seu castelo. Na Inglterra, a rainha Elizabeth I mantinha em seu canil particular os “pocket beagles” uma variedade de beagles desenvolvida em seu próprio canil, que atualmente não existe mais.
Antes do mundo se tormar globalizado, e quando as distâncias ainda eram enormes, cães de raças típicas de uma região eram considerados como tesouros não encontrados em nenhum outro lugar do mundo. Reis presenteavam reis de outros países com cães de raças nativas de seu país e possuir cachorros de raças exóticas era um grande sinal de riqueza. Em 1860 na época do saque ao Palácio imperial de Pequim na China por tropas inglesas, cães pequinêses faziam parte do tesouro roubado e foram dados de presente a rainha. Foi como um presente também, que os primeiros borzois chegaram a Europa. Neste caso foram presentes reais, dados pelo Tzar à rainha da Inglaterra. Estes galgos russos eram criados pelos tzares e, conta-se que, o primeiro Tzar russo, Ivan, o terrível, teria matado inimigos políticos soltando seus cães atrás deles. Esta raça, de tão identificada com os nobres foi assassinada aos montes quando os comunistas tomaram o poder na Rússia. É provável que hoje estivesse extinta se não fossem os cães dados de presente à rainha inglesa.
Enquanto tudo isso se passava na Europa, na Sibéria tribos nômades mantinham seu estilo de vida a várias gerações. A tribo dos samoyedos usava seus cães (que mais tarde receberiam o nome de samoieda) para praticamente tudo e dificilmente sobreviveria nas inóspitas condições da Sibéria sem eles. Foram estes mesmos cães, trazidos da Sibéria, que tornaram possível a conquista dos Pólos por exploradores como o norueguês Roald Amundsen e o norte-americano Robert Peary. Os primeiros homens a pisar no Pólo Sul e no Pólo Norte respectivamente, chegaram lá em trenós puxados por Samoiedas.
De volta a Europa, os cães já haviam ganhado seu espaço dentro dos palácios como companheiros. Diz-se que Guilherme De Orange, rei da Holanda, teve sua vida salva contra um atentado pêlo aviso de seu cão de guarda, um cãozinho da raça Schipperke. Na França, fala-se que Napoleão trocava bilhetes amorosos com Josefina, durante o período em que esteve na prisão, escondidos na coleira do fiel cãozinho da raça pug, que servia de mensageiro.
As Grandes Navegações chegaram ao novo mundo e trouxeram consigo cães . Embora os cães não fossem desconhecidos dos povos pré-colombianos, muitas variedades novas foram introduzidas pelos conquistadores europeus. Nas guerras empreendidas contra os nativos, cães farejadores eram utilizados para encontrar e matar índios. Diz-se que na atual República Dominicana milhares de indígenas foram derrotados por uma tropa de 150 soldados de infantaria, 30 cavaleiros e 20 cães rastreadores.
Mais próximo dos dias atuais, as duas guerras mundiais também tiveram uma forte influência sobre os cães. Muitas raças, típicas de regiões muito afetadas pela guerra desapareceram completamente e outras, como o pastor polonês da planície, quase foram extintas durante a Segunda Guerra Mundial. O boiadeiro de Flandres quase desapareceu durante a primeira guerra. Durantes as guerras, as pessoas fogem e se escondem, a criação de cães é deixada de lado (exceto dos cães do exército) e raças que só existem nestes lugares são devastadas.
A segunda guerra mundial também determinou a expansão de cães militares como o pastor alemão e o dobermmam. No Japão, em um esforço de guerra o imperador decretou que todos os cães não pastores alemães fossem mortos para a confecção de uniformes militares com seu couro. Muitos criadores de akitas, desesperados com a iminência de perder todos os cães de sua criação, cruzaram seus cães com pastores alemães para tentar fugir ao decreto. Os cães resultantes destes cruzamentos, levados aos Estados Unidos por soldados, que voltavam para casa depois da guerra, resultaram mais tarde na criação do akita americano. Foi também após as guerras mundiais que surgiram os primeiros centros de treinamento de cães-guia de cego.
No pós guerra, a guerra fria e a corrida tecnológica entre Estados Unidos e Rússia deu início à corrida espacial e, novamente devemos aos cães muito do que conseguimos nesta área. Foram cães astronautas que precederam as pessoas no espaço. Laika, Strelka e Belka, todas russas, estão entre os cães mais famosos de nossa história e foram os primeiros seres a ir ao espaço.
Atualmente os cães das mais diversas raças encontram-se espalhados por todo o mundo. Novamente a história dos cães segue a nossa e reflete nas raças o resultado da globalização e da revolução nos transportes.





Para ter um cão,basta ter amor, não maltrate seu fiel amigo companheiro.
carlos pena

WALLPAPERS de CÂES




,
PAPEL DE PAREDE DE CÃES, VÁ AO FINAL PÁGINA E CLIQUE DOWNLOAD PARA BAIXAR OS MESMOS












2 de ago. de 2015

BUCHADA DE BODE

165_1346-buchada

+Buchada de bode 
 
Um amigo lá do nordeste(Natal),ao passar pelo meu blog, mandou-me um email perguntando-me onde estava a receita da buchada,retornei o email,pedindo sua colaboração, no sentido de me enviar a receita para quê pudesse publicá-la, e aí está: 

receita enviada por PAULO FERNANDES AMORIM, Natal(RN)


  • 1 bucho grande de cabrito
  • Vísceras de 1 cabrito (rins, tripa, fígado, língua, coração)
  • 1 colher (sopa) de tempero seco (cominho e pimenta do reino)
  • 1 maço de coentro
  • 1/2 xícara de azeite de boa qualidade ou 200 g de toucinho cortado em cubinhos bem pequenos
  • 2 cebolas grandes
  • 2 colheres (sopa) de colorau
  • 2 colheres (sopa) de sal
  • 2 pimentões grandes
  • 3 colheres (sopa) de vinagre ou suco de limão
  • 6 limões grandes
  • 8 dentes de alho amassados

  1. Limpe bem todas as vísceras, retirando a cartilagem e o sebo
  2. Limpe o bucho, lavando-o várias vezes em água corrente e esfregando o limão por dentro e por fora
  3. Leve o bucho e as vísceras ao fogo para escaldar um pouco
  4. Depois da fervura retire do fogo e limpe bem o bucho, raspando com uma faca. Separe.
  5. Retire alguns resíduos restantes e a pele da língua e corte as vísceras e o t em pedaços bem pequenos.
  6. Junte o bucho e as visceras em uma bacia e tempere com o tempero seco, o coentro, o sal, a cebola, o alho, os pimentões picados e o colorau
  7. Junte o vinagre ou o suco de limão e deixe marinar por pelo menos cinco horas.

Passado o tempo de marinar, é hora de fazer os saquinhos da buchada:
  1. Separe o bucho e os miúdos.
  2. Corte o bucho do bode em pedaços grandes e dobre-os ao meio (um bucho de bode rende de 6 a 8 pedaços), costurando com agulha e linha grossa os lados e deixando apenas uma abertura por onde será colocado o recheio.
  3. Junte o toucinho às vísceras marinadas e recheie com eles os saquinhos, fechando a abertura com agulha e linha
  4. Leve os saquinhos recheados ao fogo em uma panela grande com água e deixe cozinhar por algumas horas ou até que, apertando com as costas do garfo ou de uma colher, o bucho esteja mole, quase cedendo.
  5. Sirva quente, acompanhado com mocotó, arroz e farofa



MAIS RECEITAS:





Receitas com Avestruz


Deixe-se surpreender com uma delicia incomparável. A carne portuguesa de Avestruz Barao combina as vantagens da carne „escura" com as da carne „branca". De uma cor, textura e sabor parecido com as melhores peças da vitela, com todas as vantagens de uma ave - com baixo teor em colesterol e gordura, com muitas proteínas e alem disso com alto teor de polinsaturados (Omega 3). E mesmo assim incomparável tenra e dum sabor próprio inconfundível, que muitas vezes está comparado com os melhores lombinhos das vacas da América de sul.

sdfsdf_487e201bf0a23
+Receita Nº 1: Bife de Avestruz





Preparação:
Junte todos os ingredientes para a marinada, misture bem e cubra os bifes com esse preparado durante 24 a 48 horas.
Os bifes marinados poderão ser grelhados ou fritos, a gosto; não muito bem passado ("medium")

Sugestão:
Servir com batatas fritas e uma salda mista
.


Receita Nº 2 STEAK DE AVESTRUZ ESPECIAL





Ingredientes (para 4 pessoas)

4 Bifes á 200 gr. de Avestruz "Barão" (tipo supersteak)

Ingredientes para marinada:

8Preparação: Junte todos os ingredientes para a marinada, misture bem e cubra os bifes com esse preparado durante 2 a 4 horas.
Os bifes marinados poderão ser grelhados ou fritos, a gosto.

Sugestão: Servir com arroz, uma salda mista e pão de Alho


Receita Nº 3 LOMBOS DE AVESTRUZ COM COGUMELOS





Ingredientes (para 4 pessoas)
4 filetes á 170 gr. de Avestruz Barão (tipo lombo)


Ingredientes para o molho: 

1 cebola média 

60 g de manteiga 

1 lata pequena de cogumelos laminados 

6 colheres de sopa de natas 

½ colher de sopa de sal 

1 pitada de pimenta (partida) para bife

Preparação: Tempere os bifes com sal e pimenta durante 24 horas. Derreta metade da manteiga numa frigideira e frite os bifes. Em seguida, retire os bifes da frigideira e conserve-os quentes num prato.
Acrescente o resto da manteiga, junte a cebola picada e deixe alourar. Escorra os cogumelos e junte-os a este preparado. Finalmente, deite as natas e deixe ferver em lume forte durante cerca de 2 minutos, mexendo bem até o molho ficar espesso.
Coloque os bifes numa travessa e regue-os com o molho de cogumelos.

Sugestão: Servir arroz e ervilhas


Receita Nº 4 PATÊ DE FIGADO DE AVESTRUZ





Ingredientes

1 chávena grande de figado de avestruz em cubos
3 fatis de bacon fumado
2 colheres de sopa de manteiga derretida
1 pitada de tomilho
1 folha de louro
3 colheres de sopa de cherry ou brandy
sal e piementa



Preparação: Frite o bacon sem adicionar manteiga na frigideira. Retire o bacon, junte o figado á gordura que ficou na frigideira e frite em lume brando.
Tempere o figado com tomilho, louro, sal e pimenta e coza em lume brando durante 3 a 4 minutos. Adicione cherry ou brandy. Retire o louro, transforme tudo em puré. Coloque a mistura em pratos de paté engordurados, e cubra com manteiga derretida. Coloque-os no frigorifico até arrefecerem completamente.

Sugestão: Servir como entrada em pãezinhos de trigo.


Receita Nº 5 AVESTRUZ COM LARANJA





Ingredientes (para 4 pessoas)


700 gr de de avestruz de Barão (supersteak ou steak) 

4 dentes de alho 

1 laranja 

Piripiri 

2 colhers de sopa de cominhos moíados 

Azeite e sal q.b.

Preparação:
Tempere os bifes com 1 hora de antecedência com sumo de laranja e sal. No momento de preparar, enxugue com papel absorvente e passe-os de ambos os lados num prato com os cominhos.
Aqueça o azeite com os alhos cortados em lâminas finas. Frite os bifes, rectificando o tempero de sal e adicionando o piripiri.

Sugestão:
Sirva em quente com o molho


Receita Nº. 6 Avestruz guisada com vinho tinto

  1. Fubas-Grill


Ingredientes (para 6 pessoas)
1 kg de carne de avestruz para guisar
1 limão, 2 cebolas
2 folhas de louro
6 cravinhos
1 alho-porro de uns 5 cm de largura
1 cenoura
6 colheres de óleo
5 grãos de pimenta preta
3 colheres de vinagre de vinho
0,5 l de vinho tinto
1 colherinha de sal
Meia colherinha de pimenta preta acabada de moer
1,2 dl de caldo de carne
2 colheres de farinha
1 colherinha de açúcar
1 colher de compota de arando

Preparação:
Corte uma rodela grossa de limão. Pele 1 cebola e espete-lhe 1 folha de louro e 3 cravinhos. Prepare os legumes, corte-os em pedaços e frite-os por 5 minutos em 1 colher de óleo. Ponha a carne a marinar por 24 horas, coberta, com a cebola espetada com o louro e os cravinhos, os legumes, a rodela de limão, os grãos de pimenta, o vinagre e o vinho (reserve 4 colheres); volte com frequência. Seque a carne, frite 15 minutos em 3 colheres de óleo e tempere de sal e pimenta. Passe a marinada pelo passe-vite e parta a carne em pedaços. Aqueça o caldo de carne. Reserve 3,5 dl do líquido da marinada. Aqueça o resto do óleo, aloure nele a farinha e o açúcar, junte o caldo de carne, o líquido da marinada que reservou e a segunda cebola também com louro e cravinhos espetados; junte a carne e deixe cozer outros 15 minutos. Retire a cebola. Tempere o guisado com a compota, o resto do vinho tinto e um pouco de vinagre.
Sugestão:
Sirva este prato com massa.

Avestruz com Couve

Ingredientes: 

Meia couve ; 

300 gr de carne de avestruz picada ; 

3 colheres (sopa ) azeite ; 

1 dente de alho picado ; 

3 cebolas cortadas aos cubos ; 

Meio cubo de caldo de carne ; 
0,5 L de água ; 
500 gr de batatas ; 
sal, pimenta, nós moscada, paprika e caril. 
Preparo: 
Corte as folhas de couve e escalde-as. Pele as batatas e corte-as aos palitos. Coloque a carne num tacho com azeite aquecido, junte o alho e a cebola e deixe alourar durante alguns minutos. Tempere com sal, pimenta, paprika, nós moscada e o caril. Adicione a água e o caldo de carne e deixe ferver. Num tabuleiro untado coloque a couve e disponha a carne, o molho e as batatas, polvilhando com pimenta preta. Cubra o tabuleiro com uma folha de alumínio e leve ao forno, previamente aquecido a uma temperatura alta, durante cerca de uma hora. Acompanhe com uma salada variada.



Avestruz all Ossobuco di Pesco


Ingredientes
  • 01 kg de pedaços de pescoço de Avestruz 01 laranja ( sómente a casca retirada grossa)
  • 01 cebola pequena picadinha
  • 02 talos de salsão picadinho
  • 01 colher (sopa) de açúcar mascavo
  • 300g de tomates maduros sem pele e sem sementes
  • 01 lata de 200g de molho de tomate refogado 100g de manteiga
  • 02 copos de vinho branco seco
  • 05g de Sal
  • 100ml de óleo de milho
  • Pimenta do reino
  • Salsa picadinha
  • 03 Folhas de louro
  • Farinha de trigo
Como fazer
  1. temperar os pedaços do Pescoço com sal, a seguir passe na farinha de trigo e levar ao fogo em óleo e manteiga até dourar derrame o vinho branco e deixe evaporar e reserve.
  2. Em uma panela de Pressão coloque o restante da manteiga, um pouquinho de óleo, a cebola, refogue e acrescente o açúcar mascavo o salsão , pimenta, casca da laranja , o molho de tomate, o tomate, sal e as folhas de louro e deixe ferver 5 minutos, a seguir junte a carne de ossobuco de pescoço o restante do vinho e mergulhe-os no molho e cozinhena pressão por 25 minutos em fogo médio, desligue e retire a casca da laranja.
  3. Sirva com a salsa picadinha e arroz branco.
  4. Avestruz à provençal







Como fazerIngredientes
  • 400 gramas de carne de avestruz Avestrinno;
  • Tempere com 01 colher (café) de sal;
  • 50 ml de azeite de oliva extra virgem;
  • Alecrim fresco;
  • Molho de amora ao vinho
  • 100 gramas de amora congelada
  • 02 colheres de manteiga
  • 01 copo de vinho tinto seco
  • 02 copos de vinho tinto licoroso
  • 02 cubo de caldo de carne
  • 01 colher de mel Karo
  • 02 folhas de louro
  • 01 pitada de sal
  • 01 lasca de canela em pau
  • Pimenta do Reino moída na hora

  1. Grelhar ligeiramente (quando o molho estiver pronto).
  2. Juntar todos os ingredientes do molho e levar a ferver por 12 a 15 minutos a seguir bate no liquidificador e coar em peneira fina.
  3. Servir com a carne grelhada, acompanha batata assada.




RECEITAS COM MEL



RECEITAS

O mel é uma substância de cor dourada, açucarada, obtida a partir do néctar das flores ou de secreções das partes vivas das plantas. Tais substâncias são captadas pelas abelhas e, no seu sistema digestivo, são transformadas. A coloração, a viscosidade, o sabor e o aroma do mel independem da ação das abelhas. O fator responsável por tais características é o tipo de flor, que também dá o nome ao mel, como o de laranjeira ou o de eucalipto, que são os mais comuns. De uma maneira geral, quanto mais escuro o mel, mais intenso é seu sabor.

Propriedades nutricionais 

O mel é composto, em sua maior parte, por dois tipos de açúcares simples: a frutose e a glicose, mas mais de 200 substâncias já foram identificadas no produto e, muitas delas, acredita-se ter propriedades terapêuticas. A composição nutricional do mel varia de acordo com o tipo de flor, mas de um modo geral é um produto energético e, por isso mesmo, utilizado por esportistas e atletas.

Como comprar e armazenar 

Escolha produtos de procedência confiável ou certificados. Quando o mel é armazenado em ambiente com temperatura mais baixa costuma cristalizar. Para voltar à sua liquidez normal, aqueça-o em banho-maria, no máximo a 50ºC. Para uma melhor conservação, guarde o mel em local fresco, num recipiente de vidro bem fechado. Dessa forma, se mantém por até um ano. Não é necessária a refrigeração, porque a sua integridade é mantida por causa do ácido fórmico, um excelente conservante natural.

Como usar 

Embora o mais comum seja o uso do mel em receitas doces, como bolos, biscoitos e sobremesas em geral, a mistura de mel com alimentos picantes ou ácidos para temperar carnes, aves ou peixe é bastante interessante. Algumas sugestões: misture o mel com limão, mostarda, rúcula ou agrião (bata com o mel no liquidificador), raiz-forte, pasta de alho ou gengibre. Para medir o mel de uma receita com facilidade, use uma colher de inox mergulhada previamente em água quente, porque assim não gruda na colher.

Perfil nutricional em 100 g (4 colheres de sopa) de mel


Calorias 

305 Kcal

Carboidratos 

82 g

Fibras 

0,2 g

Lipídeos 

0

Proteínas 

0,3 g

Sódio 

4 mg

Potássio 

52 mg

Fósforo 

17 mg

Ferro 

0,4 mg

Canjica ao mel e especiarias



Ingredientes:

2 xícaras (chá) de canjica branca 

1 canela em pau 

4 anises-estrelados 

1 colher (chá) de cardamomo 
4 cravos 
1 litro de leite 
1 xícara (chá) rasa de açúcar mascavo 
1/2 xícara (chá) de mel 
1 colher (sopa) de gengibre ralado 
canela em pó para polvilhar 
Modo de Preparo: 
Coloque numa tigela a canjica, cubra com água e deixe de molho por cerca de 4 horas. Em seguida, escorra a água da canjica. Coloque a canjica numa panela de pressão com 2 litros de água, a canela, o anis-estrelado, o cardamomo e o cravo. Tampe a panela e cozinhe em fogo alto até dar pressão. Reduza o fogo e cozinhe por cerca de 1 hora. Retire do fogo, elimine a pressão e destampe a panela. Adicione o leite, o açúcar, o mel e o gengibre e leve de volta ao fogo. Cozinhe, mexendo de vez em quando, até ficar cremoso. Elimine a canela em pau e o anis-estrelado e sirva quente. 


Categoria: 

Sobremesas: Doces

Cozinha: 

Brasileira

Temperatura: 

Quente

Dificuldade: 

Fácil

Tempo de preparo: 

exige preparo antecipado

Rendimento: 

10 porções

FIGO ASSADO COM MEL


Ingredientes:

8 figos médios maduros 

1/2 xícara (chá) de mel 

1/2 xícara (chá) de suco de laranja 

1 colher (chá) de especiarias em pó (canela, sementes de cardamomo, pimenta-da-jamaica) 
100 g de nozes picadas 
400 g de iogurte natural 
Modo de Preparo: 
Ligue o forno à temperatura média. Disponha os figos numa assadeira pequena, um ao lado do outro, e regue com o mel misturado com o suco de laranja e as especiarias. Polvilhe as nozes e leve ao forno por 35 minutos, ou até os figos ficarem macios. Retire os figos do forno, distribua o iogurte em pequenos potes fundos, coloque por cima os figos e sirva. Se preferir, decore com folhas de capim-santo.


Figo assado com mel e camembert

Ingredientes:

8 figos médios maduros 

3 colheres (sopa) de mel 

200 g de queijo camembert picado 

Modo de Preparo: 
Parta os figos ao meio, no sentido vertical, sem separar as metades. Abra-os cuidadosamente, regue com a metade do mel e disponha um pedaço de queijo. Coloque os figos numa assadeira refratária e leve ao forno de microondas, na potência média, por 3 minutos, ou até ficar bem quente e o queijo derreter. Retire do forno e sirva em seguida com o mel restante.


Categoria: 

Sobremesas: Doces

Esta receita: 

usa microondas

Cozinha: 

Brasileira

Temperatura: 

Quente

Dificuldade: 

Fácil

Tempo de preparo: 

7 min

Rendimento: 

4 porções

Salada de rúcula com lascas de parmesão e dressing de mel

Ingredientes:

1 maço pequeno de rúcula 

lascas de queijo parmesão 

dressing de mel 

100 ml de suco de limão (cerca de 4 unidades) 
100 ml de mel 
400 ml de azeite de oliva extravirgem 
Modo de Preparo: 
Coloque numa tigela o suco de limão, o mel e o azeite de oliva e bata, com um batedor de arame, até emulsionar. Distribua a rúcula lavada nos pratos, acrescente as lascas de queijo parmesão e regue com o molho. Sirva em seguida.


Categoria: 

Saladas

Cozinha: 

Brasileira

Temperatura: 

Frio

Dificuldade: 

Fácil



Lombo com recheio de mel

Ingredientes:

500 g de lombo de porco 

1/2 xícara (chá) de vinho tinto 

2 colheres (sopa) de mel 

1 ramo de tomilho 
1 colher (chá) de molho de pimenta 
1 pão francês torrado e esfarelado 
2 colheres (sopa) de azeite de oliva 
sal a gosto 
Modo de Preparo: 
Coloque em uma panela o vinho, o mel, o tomilho e o molho de pimenta. Leve ao fogo por 10 minutos, ou até encorpar. Retire do fogo e misture com o pão. Reserve. Abra o lombo como um bife e espalhe a mistura de pão. Enrole e amarre com um barbante. Tempere a parte externa com sal, regue com o azeite e embrulhe com papel-alumínio. Asse o lombo em forno médio por 45 minutos, ou até a carne ficar macia. Retire o papel-alumínio e deixe assar por mais 25 minutos, ou até dourar. Retire do forno, corte o lombo em fatias e sirva com arroz selvagem, preparado conforme as instruções da embalagem.


Categoria: 

Carnes

Cozinha: 

Brasileira

Temperatura: 

Quente

Dificuldade: 

Média

Tempo de preparo: 

20 min + o tempo de forno

Rendimento: 

2 porções



Brochete de frutas com queijo e mel

Ingredientes:

2 pêssegos cortados em gomos 

2 figos partidos ao meio (de preferência sem casca) 

1 maçã verde média cortada em gomos 

100 g de queijo brie cortado em 4 pedaços 
100 g de queijo gorgonzola cortado em 4 pedaços 
4 colheres (sopa) de mel 
Modo de Preparo: 
Ligue o forno à temperatura alta. Monte 4 espetos, intercalando as frutas com os queijos, e disponha-os numa assadeira média. Regue com a metade do mel e leve ao forno por 5 minutos. Retire de forno e distribua os brochetes nos pratos. Regue com o mel restante e sirva. 
Dicas: 
A combinação de frutas com os queijos é deliciosa. Experimente variar com outras frutas.


Categoria: 

Sobremesas: Doces

Cozinha: 

Brasileira

Temperatura: 

Quente

Dificuldade: 

Fácil

Tempo de preparo: 

10 min + o tempo de forno

Pão de mel

Ingredientes:

4 xícaras (chá) de farinha de trigo 

1/2 xícara (chá) de leite integral 

1 colher (sopa) de bicarbonato em pó 

1/2 xícara (chá) de manteiga 
1 xícara (chá) de mel 
1 xícara (chá) de açúcar mascavo 
2 ovos 
1 colher (sopa) de café solúvel 
1/2 xícara (chá) de cerveja 
2 colheres (chá) de canela em pó 
1 colher (chá) de cravo-da-índia em pó 
cobertura 
600 g de chocolate meio amargo 
Modo de Preparo: 
Peneire a farinha numa tigela e reserve. Coloque o leite numa panela e leve ao fogo até amornar. Retire do fogo, misture o bicarbonato e reserve. Bata na batedeira a manteiga (reserve 3 colheres de chá), o mel, o açúcar mascavo e os ovos por 5 minutos, ou até obter um creme. Junte o leite com o bicarbonato, o café, a cerveja, a canela e o cravo e bata por mais 3 minutos. Aos poucos, e sem parar de bater, incorpore a farinha. Bata por mais 5 minutos. Cubra a massa com filme plástico e deixe na geladeira por 5 horas. Passado esse tempo, ligue o forno à temperatura média. Com a manteiga reservada, unte uma assadeira de 20 cm x 30 cm e enfarinhe. Coloque a massa e nivele-a com uma espátula umedecida. Em seguida, fure-a com um garfo e leve ao forno por 35 minutos, ou até que enfiando um palito na massa ele saia limpo. Retire do forno e deixe por 35 minutos para esfriar completamente. Corte o pão de mel em 20 pedaços e reserve. Cobertura: pique o chocolate e coloque-o numa tigela refratária. Leve ao fogo em banho-maria, por 8 minutos, ou até o chocolate derreter. Não deixe a água ferver nem encostar o fundo da tigela refratária na fôrma. Retire do fogo, transfira o chocolate para uma outra tigela e misture bem. Passe os pães de mel, um a um, no chocolate e disponha-os numa assadeira forrada com papel-alumínio. Leve à geladeira e deixe descansar por 5 minutos, ou até o chocolate endurecer. Se preferir, decore com chocolate em lascas.


Categoria: 

Torta, pizzas e pães

Cozinha: 

Brasileira

Temperatura: 

Frio

Dificuldade: 

Fácil

Tempo de preparo: 

50 min + 5h e 35 min de descanso + forno

Rendimento: 

20 unidades



Bolinhos quentes de chocolate e mel com quinua real

Ingredientes:

100 g de chocolate em pó 

1 xícara (chá) de mel 

1/2 xícara (chá) de açúcar 

3 ovos 
2 colheres (sopa) de cream cheese 
250 ml de leite 
1 xícara (chá) de quinua real em flocos 
1/2 xícara (chá) de farinha de trigo 
manteiga 
Modo de Preparo: 
Bata numa tigela, com um batedor manual, o chocolate, o mel, o açúcar, os ovos e o cream cheese. Em seguida, junte o leite e bata até ficar homogêneo. Por último, adicione a quinua em flocos e a farinha de trigo e misture bem. Distribua o creme em fôrmas pequenas untadas com manteiga e enfarinhadas e leve ao forno médio, preaquecido, por 10 minutos. Retire os bolinhos do forno, deixe amornar, desenforme e sirva.


Categoria: 

Sobremesas: Bolos

Cozinha: 

Brasileira

Temperatura: 

Quente

Dificuldade: 

Fácil

Rendimento: 

6 a 8 unidades (conforme o tamanho da fôrma)



Pão de mel com cobertura de chocolate

Ingredientes:

1 e 1/2 xícara (chá) de mel 

1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar mascavo 

1 xícara (chá) de manteiga 

1 colher (chá) de especiarias em pó (canela, noz-moscada, cravo-da-índia) 
1 colher (chá) de café solúvel 
1/2 xícara (chá) de leite integral 
1/2 xícara (chá) de cerveja ou leite integral 
4 colheres (sopa) de conhaque ou suco de laranja 
3 colheres (chá) de bicarbonato em pó 
2 colheres (sopa) de fermento em pó 
1,2 kg de farinha de trigo peneirada 
600 g de chocolate meio amargo cortado em pedaços regulares 
Modo de Preparo: 
Bata por 5 minutos na batedeira o mel, o açúcar, a manteiga (reserve 1 colher de sopa), as especiarias e o café. Junte o leite, a cerveja, o conhaque, o bicarbonato e o fermento e bata por mais 1 minuto. Aos poucos, adicione a farinha de trigo e vá misturando (sem bater), até obter uma massa que possa ser aberta com um cilindro. A textura da massa deve ser macia. Cubra a tigela com filme plástico e deixe a massa descansar na geladeira por 4 horas. Preaqueça o forno à temperatura média (180ºC). Transfira a massa para uma superfície lisa e abra com a ajuda de um cilindro até ficar com 1 cm de altura. Corte-a com um aro de 4 cm de diâmetro e disponha em 4 assadeiras, untadas com a manteiga reservada. Leve ao forno por 20 minutos, ou até que enfiando um palito na massa ele saia limpo. Retire do forno e deixe esfriar. Coloque o chocolate numa tigela refratária e disponha-o dentro de uma panela com água (sem deixar a água encostar na tigela). Leve ao fogo até o chocolate derreter. Retire do fogo, transfira para outra tigela e bata com uma espátula por 3 minutos, ou até o chocolate amornar. Banhe a massa assada no chocolate e coloque numa assadeira forrada com papel-manteiga. Leve à geladeira até o chocolate secar. Se preferir, decore com cacau em pó e canela em rama. 
Dicas: 
A massa do pão de mel pode ser assada e congelada, podendo permanecer no freezer por até 6 meses. Deixe descongelar em temperatura ambiente e só então banhe no chocolate. 
Fonte: Revista Menu


Categoria: 

Sobremesas: Bolos

Cozinha: 

Brasileira

Temperatura: 

Quente

Dificuldade: 

Difícil

Tempo de preparo: 

50 min + 4 horas de descanso + o tempo de forno

Rendimento: 

64 unidades de 45g cada uma




PÃO DE MEL