20 de mai. de 2021

Fase de recria do Avestruz

 

Fase de recria – de 4 a 12 meses (Abate) , 4 a 18 meses (matriz)

Instalações:

• Piquetes longos e estreitos (como a pista do Jóquei Club) por que os avestruzes precisam correr para desenvolverem massa muscular e crescerem fortes e saudáveis.

• Os piquetes devem ter uma base de pasto resistente ao pisoteio, pois os animais pastam o dia inteiro. Alfafa por exemplo é um ótimo pasto, mas não suporta a presença constante de animais adultos. Em geral os animais ficam em piquetes com base de braquiara e se dá alfafa picada.

• Estes piquetes devem ter 1 fio de arame a cada 10 cm a partir dos primeiros 40cm inferiores, e passando a 20cm até completar 1,80 m. Todas as telas e arames devem ser bem acabados e sem pontas para evitar acidentes.

• Os piquetes devem ter uma área coberta mínima de 20m2, para abrigo da ave ( lugar este que deverá ficar o cocho de ração). Esta cobertura deve existir em todos os piquetes, inclusive nos de matrizes.

• Machos e fêmeas podem ficar juntos em áreas de 200 m2 por cabeça até 6 meses , 6 a 18 meses passamos para 600 m2 e acima de 18 meses passamos para 1000 m2.

• Água à vontade. O consumo de água é de 10 litros por dia /ave.

• O consumo de ração continua aumentando mês a mês. No quarto mês o avestruz come entre 500 – 580 gr de ração por dia, no quinto mês entre 600 - 700 gr, aumentando 100 gr por mês até que no décimo mês, a ave come entre 1.200 – 1.900 gr de ração por dia, levando-se em conta o tipo de pasto existente no piquete.

• Nesta fase a ração deve ter um nível de proteína 12 %,gordura 3%, fibra 8%, cálcio 1,5%, fósforo 0,7%. (Aconselhamos que seja feita analise do solo para complementar a ração em Cálcio e Fósforo.)

• O animal também precisa de pasto fresco que é a base do piquete ou é dado de 2 a 4 vezes por dia, na proporção de duas a três vezes a quantidade de ração diária (capim triturado, podendo ser braquiara , alfafa etc...).

Nesta fase as aves são bastante resistentes à doenças infecciosas. Os traumatismos, porém podem ocorrer em uma ave pequena, mas são problema típico de animais maiores, quando os ossos já são mais longos. Os avestruzes são animais sem papo, vorazes e sem paladar, podendo comer qualquer coisa (parafusos, pregos, pedaços de madeira, pregadores de roupas...). Portanto devemos prestar muita atenção na construção dos piquetes, para evitar a presença de pontas ou farpas nas estruturas e no chão, pois posteriormente os animais podem encontra-los, ingeri-los, sofrerem perfuração digestiva e morte.

Patologias mais comuns:

• Traumatismos - Por serem animais assustadiços e estabanados, podem esbarrar numa cerca ou escorregar, sofrendo fraturas, luxações ou lacerações. Têm ossos longos.

As lacerações resolvem-se bem, mas fraturas e luxações não são tão simples assim.

• Oclusão digestiva - Significa ingestão em excesso. Pode ser causada por stress, devido a viagem ou a adaptação (mudança de piquete) onde as aves ingerem grande quantidade de alimento(ração ou pasto), ou de outros materiais (folhas secas, areia, etc.) causando a interrupção do trânsito digestivo e a morte por desnutrição. Podemos tentar uma solução fazendo lavagem gástrica com Nujol, massageando a barriga da ave ou colocando-a no soro(cura difícil).

• Perfuração digestiva – É causada pela ingestão de materiais estranhos nos piquetes, (pedaços de madeira, areia, cimento ou longas hastes de capim) e não tem cura.

• Doenças infecciosas - Trata-se de espécie robusta, recém introduzida no território e criada em boas condições sanitárias (piquetes amplos, expostos ao sol com poucos animais). Maior atenção deve ser dada ao aparecimento de micoses sob os dedos dos pés (em geral ligadas a um piso freqüentemente úmido e/ou com urina e fezes acumuladas) e a parasitoses intestinais como helmintoses ou ácaros. Usamos mais ou menos o mesmo tratamento do gado ou aves.

O avestruz tem pouca sensibilidade na pele e também sangra muito pouco. Por isto a grande maioria das suturas são feitas sem anestesia. O grande golpe de defesa do avestruz é o chute, por isto ele deve ser imobilizado para que se possa fazer curativos e suturas. O melhor jeito de imobiliza-lo é colocando-o em um “cavalete” especial para curativos. Este cavalete terá outra tora de madeira um pouco mais para cima, para proteger o pescoço do animal que estará usando um capuz para não se assustar com a situação (cuidado especial com as asas e pescoço, são frágeis).

 Visão geral criada por IA

A recria de avestruz é uma etapa crucial da estrutiocultura, focada no desenvolvimento dos filhotes entre 3 e 10-12 meses de idade. Exige piquetes de terra batida com pastagens resistentes, cercas de 1,5 m de altura, e manejo nutricional focado em ração balanceada e forragem. O objetivo é abater com cerca de 100 kg para produção de carne, couro e plumas.

Principais Aspectos da Recria de Avestruz

A fase de recria situa-se após a "cria" (0 a 3 meses) e vai até o abate, sendo essencial garantir o desenvolvimento saudável da ave. 

  • Instalações: Piquetes retangulares com cantos a 45º para evitar sufocamento de filhotes. Área recomendada de cerca de 400 1000 m quadrados  por avestruz para pastagens de boa qualidade e resistência ao pisoteio.

  • Manejo Alimentar: Alimentação baseada em ração de crescimento e, principalmente, pasto/forragem, pois a avestruz é uma ave rústica com alta capacidade de digestão.

  • Cuidados Sanitários: O manejo deve focar na prevenção de enfermidades, uso de abrigos para proteção contra sol/chuva e atenção a produtos tóxicos.

  • Abate e Produto Final: Aves são abatidas entre 10 e 12 meses, pesando em média 

    , para produção de carne (baixa gordura, alta proteína) e couro de alto valor agregado.

  • Produtos Derivados: Além do couro e carne, a atividade gera receita com plumas, óleo e ovos.



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10 de mai. de 2021

Manejo do Avestruz na Fase de Cria

 

Produção:

Fase de cria – de 0 a 3 meses:

Instalações:

• Mantê los abrigados à noite; quando há chuva, vento ou frio, em um galpão coberto com pelo menos 3m2 por animal, não inferior a 20m quadrados para estimular a movimentação.

• Mantê los aquecidos com campânulas a gás se a temperatura estiver inferior a 20 graus.

• O galpão coberto deve ter no mínimo 20m2, e uma base de cimento rústico e lavável.

• O galpão deve ser lavado e desinfetado todos os dias, a desinfeção deste galpão é essencial para a saúde das aves e deve estar muito bem desinfetado para recebê-las. ( Sugerimos desinfeção com cal e desinfetante a base de iodo).

• O piquete ao ar livre deve ter pelo menos 10m2 por animal nos três primeiros meses, devendo ser longo e estreito para estimular a movimentação e corrida, os cantos a quarenta e cinco graus para evitar acidentes, devem ter comedouros, bebedouros, cobertura e também um alambrado fino com 1,5m de altura para proteger a ave de outros animais,( dos três aos seis meses, o piquete deve ter pelo menos 100 m quadrados por animal ).

• Bebedouro: pode ser de alvenaria ou similares com uma bóia (para que esteja sempre cheio) e um extravasor para facilitar

escoamento da água e limpeza diária.

• Comedouro: pode ser feito com pneu , galão de plástico cortados ao meio ,ou similares, observando que o bebedouro e comedouro devem estar de lado oposto do piquete, para incentivar a movimentação da ave dentro do mesmo.

• Cobertura dentro do piquete: pode ser de eternit com tela ou bambu nas laterais.

• A base destes piquetes podem ser de terra batida ou pasto.

• Terra batida – À partir da Quarta semana (1 mês )já se dá capim picado (pedaços de mais ou menos 1,5cm).

• Pasto – Pode ser braquiara, napiê, ou até alfafa que por ter um ótimo nível de proteínas, é o melhor pasto.

Manejo:

• Nos primeiros 5 dias de vida a ave tem que fazer jejum total de comida, não esquecendo da água à vontade.

• Estimular a movimentação! Jejum e movimentação são fundamentais nos primeiros 5 dias de vida do animal.

• Ração com 20-22% de proteína contendo milho, farelo de soja, farelo de trigo e um núcleo (cálcio, fósforo, vitaminas e oligominerais), Proteína 20%, Gordura 3%, Fibra 8%, Cálcio 1,5 a 2,0%, Fósforo 0,7 a 1,0%.(Aconselhamos que seja feita analise

do solo para complementar a ração com Cálcio e Fósforo.)

• Introduzir o pasto aos poucos à partir do primeiro mês.

• Durante os primeiros três meses, a ração é à vontade e o pasto é dado 2 vezes ao dia. A partir do quatro mês, complementar a alimentação com pasto verde na razão de uma parte de ração para duas a três partes de pasto verde.

Consumo de ração nos primeiros três meses:

• Mês 1 - entre 000 – 300 gr por dia.

• Mês 2 - entre 300 – 400 gr por dia.

• Mês 3 - entre 400 – 500 gr por dia.

Consumo de pasto nos primeiros três meses:

• Mês 1 - entre 000 – 300 gr por dia.

• Mês 2 - entre 600 – 1.200 gr por dia.

• Mês 3 - entre 1.200 – 1.500 gr por dia.

Evolução da resistência dos animais ao frio e a chuva:

• Semana 1-Tomar todos os cuidados com os animais (Frio, vento etc...)

• Semana 2 - Soltar as aves duas vezes por dia para tomar sol (30mim).

• Semana 3 - Soltar as aves por mais tempo duas vezes por dia tomando cuidado com os ventos fortes e chuva.

• Semana 4 - Soltar as aves as 9:00hs e recolher as 15:00hs, tomando cuidado com os ventos fortes e recolher em caso de chuvas fortes, podendo ficar num chuvisco rápido.

• Semana 5 - procedimento normal soltando as aves pela manha (8:00 hs) e recolhendo a tarde (17:00hs).

• Semana 6 - idem (tomar cuidado com as aves em caso de chuvas fortes).

• Semana 7 - Podem agora ficar numa chuva rápida, cuidado com o tempo fechado.

• Semana 8 - As aves já podem agora ficar embaixo da chuva desde que seja fraca e rápida.

Obs: Um avestruzinho saudável está sempre em movimento, ciscando no chão, andando, correndo em grupo com a cabeça bem alta. Se um animal fica parado seja em pé ou deitado, anda com a cabeça baixa, não come, se isola do grupo, provavelmente está doente. Uma ave normal nasce com peso entre 800 gr e 1 kg. A

seguir relacionamos os problemas mais comuns enfrentados nesta fase de desenvolvimento e algumas sugestões de tratamento, mas consulte sempre um veterinário antes de medicar um animal.

Se qualquer ave ficar doente no piquete, observar o máximo possível, medicar de acordo com um veterinário, nunca separar a ave doente do grupo a menos que a doença for transmissível, quando houver necessidade de separar a ave doente, fazer a quarentena com outras aves que estiverem mais enfraquecidas para se fazer um tratamento adequado e evitar o Stress, o isolamento desta, pode provocar a morte, podendo ela estar doente ou não.

Patologias mais comuns:

• Entorses, deslocamentos, traumatismos – São causadas ou por instalações inadequadas ou pelo manejo violento das aves ou ainda por stress massagear a parte afetada com Calminex pomada. É mais comum à partir do terceiro mês.

• Deformidades nas patas – Podem ser causadas por herança genética do animal, podem também ter sido causadas por traumatismos repetidos (tombos,...), podem ainda ser conseqüência de uma alimentação deficiente ou decorrentes do intenso período de crescimento dos filhotes, onde há um ganho de peso excessivo e as pernas ainda são fracas. Temos rotação de dedos, pernas e coxas ou deformidades nos ossos e articulações. A solução é difícil: a colocação de talas, a cirurgia ou o uso de suplementos minerais não revertem uma deformidade já instalada.

• Incompleta absorção do saco vitelino – tem como conseqüência a infecção e morte do animal – é um dos maiores problemas encontrados nos primeiros 15 dias de vida. O tempo normal de absorção do saco é de 7 a 10 dias, sendo que este é um meio rico para bactérias que entram pela cicatriz umbilical. Pode ser causado por stress ( excesso de calor, frio, vento, barulho...). A solução é antibióticos terapia ou cirurgia, mas as chances de cura são pequenas.

• Diarréia ( fezes muito moles, misturadas com urina): se o animal está bem e ativo pode ser excesso de grama por isso diminua a quantidade de capim e de mais ração. Mas se o animal estiver apático, de cabeça baixa, antibiótico terapia + soro.

• Coprofagia (ingestão de fezes) é normal em todas as idades. Ajuda a formar a flora bacteriana do animal.

• Apatia, anda com a cabeça baixa – não é uma doença, é um sinal de que algo não está bem, seria necessário identificar a causa ( infecção, stress?): antibiótico terapia + soro. Para reconhecer um animal que tenha pernas tortas, observamos os seguintes itens: Pernas abertas, pernas em X, pernas em arco, dedos virados para dentro ou para fora e unhas viradas uma para a outra. Esta ave será um descarte do seu plantel e portanto será ave para abate. Se for possível esperar até que a ave tenha 1 ano para abatê –la, melhor pois ela renderá mais carne. Se a ave não estiver apresentando condições para esperar 1 ano, devemos abatê –la assim que pare de crescer e antes que morra por si só, para que possamos fazer o aproveitamento de sua carne derivados.

Durante os 3 primeiros meses de vida do animal, dizemos que ele está no berçário. As perdas neste período chegam até 20 %. Há casos registrados em criatórios que as perdas foram de 0%, isto porque dentro de um criatório novo, bem desinfetado não tem risco de contaminação, com o passar do tempo este se torna um risco eminente, normal para um criatorio é de 5% a 10%.

Visão geral criada por IA

O manejo de avestruzes exige atenção à segurança devido à agressividade, especialmente na reprodução, utilizando varas bifurcadas e capuzes para contenção. A criação intensiva foca em piquetes, alimentação balanceada (ração e forragens), monitoramento sanitário contra parasitas e incubação artificial, com abate ideal ocorrendo entre 12 e 14 meses. 

Principais Aspectos do Manejo de Avestruz

  • Segurança e Contenção: Avestruzes são fortes e podem ser perigosos. O uso de uma vara com gancho no pescoço (sem torcer) e colocar um capuz sobre os olhos ajuda a acalmá-los. A aproximação deve ser feita por trás.

  • Instalações: Piquetes precisam de cercas com no mínimo  1,5 m de altura. Abrigos rústicos (cerca de 20 m quadrados)  são necessários para proteção contra intempéries.

  • Alimentação (Nutrição):

    • Filhotes: Ração farelada até 3 meses.

    • Adultos: Ração peletizada (20-22% proteína) com alto teor de fibras, incluindo milho, soja e cálcio/fósforo.

    • Pastagem: Iniciar o pastejo após o primeiro mês de vida.

    • Reprodução e Incubação: A fase reprodutiva começa por volta dos 2 anos. A incubação é artificial, durando cerca de 42 dias a 

    • Sanidade: Limpeza rigorosa é vital, especialmente com filhotes, que são sensíveis a estresse e infecções.Manejo de Recria: Avestruzes jovens (4 a 24 meses) precisam de espaço para correr, o que ajuda no desenvolvimento muscular. 

    • A criação bem-sucedida combina um ambiente limpo, nutrição adequada por fase e manejo calmo para reduzir o estresse das aves. 

    • Manejo Sanitário e Alimentar

    • Alimentação: Aves comem de tudo, exigindo limpeza rigorosa contra pregos ou plásticos. Dieta com alto teor de fibra, cálcio e fósforo, suplementada com ração.

    • Sanidade: Controle de doenças como salmonelose e monitoramento de parasitas.

    • Contenção: O uso de um bastão curvo (vara de manejo) com 2,5m é recomendado para isolar a ave. Capuzes podem ser usados para acalmar o animal, que se torna mais dócil com olhos vedados.

    • Estrutura Necessária

    • Abrigos: Cobertura contra chuvas, ventos fortes, sol excessivo e frio.

    • Bebedouros: Água limpa à vontade, preferencialmente em alvenaria.

    • Piquetes: Áreas amplas de terra ou pastagem.

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26 de abr. de 2021

Características dos avestruzes

 

Características dos avestruzes: 

• Grande porte, alcançando quando adulto de 2 a 2,5 m de altura e de 100 a 150 kg de peso.

• Temperatura corpórea 38-39 C.

• Aparelho digestivo semelhante ao de ruminantes (sem papo, 2 estômagos, 2 cecos e intestinos longos, digestão bacteriana).

• Asas rudimentares, não voam.

• Animal corredor (atingindo até 60 km/h).

• Pernas longas, pés com dois dedos, dos quais apenas um com unha.

• Vida longa (50 a 70 anos de vida), contando de 20 a 40 anos de vida reprodutiva.

• Início da vida reprodutora com 2 – 3 anos.

• Dimorfismo sexual marcado: nos adultos o macho é preto com as pontas das asas brancas e a fêmea é cinza, mas tal diferença só aparece a partir de 1 ano e meio de idade.

Ambiente e comportamento:

• Originário de regiões semi-áridas, planas (savana africana), na altura do Trópico de capricórnio.

• Tem uma ótima capacidade de adaptação, suportando altas e baixas temperatura.

• Durante a temporada reprodutiva os machos formam haréns em que há uma fêmea dominante (um macho para três fêmeas).

• A fêmea choca os ovos durante o dia e o macho durante a noite.

Sistemas de identificação dos animais:

A identificação da ave é fundamental para que se possa fazer seu acompanhamento desde o nascimento até sua morte. Este acompanhamento é chamado de registro de dados. O registro de dados deve conter a idade, sexo, vacinações, medicações e doenças, e ainda todas as informações sobre o acompanhamento desta ave (início da postura, produtividade, rendimentos, familiares, cruzas, etc).Esta identificação pode ser feita por diferentes métodos:

• Tatuagem no bico. Tem a desvantagem de sair com o tempo.

• Tingimento de penas ou pele. É um método falho pois as penas caem e a cor desbota até sumir da pele.

• Faixas nos membros posteriores. É um bom método desde que se preste atenção para que as faixas não apertem as pernas dos filhotes a medida em que forem crescendo.

• Microchips. É

 o método mais eficiente, implantado na parte posterior inferior da coxa ou pescoço do animal ficando com ele até que morra para só então ser retirada e usada em outro animal. Não usa energia, nem bateria, não acaba, não pode ser perdida, não desgasta e nem pode ser roubada. Usa-se um leitor (transreceptor) para ler o número do avestruz. Uma vez lido e digitado no seu computador este número dá acesso  todas as informações a respeito desta ave. O microchip custa 12.5 US$ e o leitor varia entre 800 e 2.300 US$ .


Visão geral criada por IA

O avestruz (Struthio camelusé a maior e mais pesada ave do mundo, nativa da África, podendo atingir 3 metros de altura e 150 kg. Embora não voe, é excelente corredor, atingindo até 70-80 km/h. É onívoro, possui pescoço longo, pernas fortes com apenas dois dedos em cada pata e vive até 70 anos em cativeiro.

Principais Características:

  • Velocidade e Locomoção: Suas pernas longas e musculosas permitem que corram a altas velocidades, usando as asas como leme para mudar de direção. Podem dar passos de 3 a 5 metros.

  • Físico: Machos possuem penas pretas com pontas brancas, enquanto fêmeas são acinzentadas. Não possuem quilha no esterno (osso do peito), o que impede o voo.

  • Alimentação: Onívoros, alimentam-se de plantas, sementes, frutos, raízes, pequenos invertebrados e insetos.

  • Reprodução: Avestruzes são polígamos. Os ovos são os maiores entre todas as aves (até 1,5 kg) e, após a postura, tanto machos quanto fêmeas participam da incubação, que dura cerca de 42 dias.

  • Comportamento: Vivem em grupos de 5 a 50 indivíduos na savana e, quando ameaçados, correm ou utilizam chutes poderosos como defesa.Mito da cabeça na terra: Ao contrário do mito, avestruzes não escondem a cabeça na terra; o comportamento de baixar a cabeça rente ao solo é para se alimentar ou organizar ninhos.

  • Diferencial Fisiológico:

  • O avestruz é a única ave que possui apenas dois dedos em cada pata, sendo que um deles possui uma unha forte semelhante a um casco, adaptada para a corrida. Eles também têm a capacidade de sobreviver longos períodos sem água, obtendo-a da vegetação, e são muito adaptáveis a climas quentes. 


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13 de abr. de 2021

Criação de Avestruzes

 

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Visão geral criada por IA

A criação de avestruz, ou estrutiocultura, é uma atividade pecuária rentável que envolve a produção de carne (vermelha e magra), couro, plumas e ovos. Exige instalações com cercas altas (1,5m+), piquetes de pasto e um galpão coberto. É um negócio que demanda manejo especializado, principalmente nos primeiros 90 dias de vida dos filhotes.

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Criação de Avestruzes.

Classificação: Struthio Camelus Austrálias conhecido no Brasil como Avestruz, é uma ave corredora de grande porte e está incluído no grupo das " Ratitas", ( RATITAS , vem do Latim, significando “jangada” ). O esterno destas aves é plano, desprovido de carena, ao contrário das aves voadoras. A carena nas aves voadoras, é sede de inserção dos potentes músculos peitorais. O avestruz não é uma ave voadora, logo, não tem músculos peitorais desenvolvidos como um pato ou galinha. Deste fato decorre uma importante peculiaridade produtiva do avestruz: a maior quantidade de carne produzida não estará no peito, mas nas coxas e dorso, jáque trata-se de animal corredor.

O grupo das ratitas inclui:

Avestruz Struthio Camelus Australis Originário da África do Sul.

Ema Rhea Americana ou Pterocnemia Pennata Originária da América do Sul Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.

Causar Casuarius Casuarius Originário da Nova Guiné.

Emu Australiano Dromaius Novaehollandie Originário da Austrália.


O avestruz é originário da África, e se divide em 5 diferentes subespécies das quais as mais conhecidas comercialmente são:

1. Black Neck – Pescoço Preto - mais conhecido como African Black é um animal domesticado (Struthio Camelus Domesticus) fruto de seleção empírica feita pêlos sul-africanos ao longo dos últimos 150 anos.

2. Red Neck – Pescoço Vermelho – É uma ave mais agressiva que pode chegar a atacar pessoas uma vez sentindo-se ameaçada.

3. Blue Neck – Pescoço Azul – É uma ave também agressiva. Não gosta do convívio com pessoas nem com outras raças de avestruz.

Esta classificação se baseia na coloração da pele dos animais adultos, pois, na verdade todos apresentam a mesma coloração das plumas (Machos preto e Fêmeas Cinza).

A seleção foi feita com base em certas características produtivas:

• Maior fertilidade e precocidade – Maior número de ovos e início da postura precoce.

• Docilidade – Manejo é mais simples.

• Alta densidade de plumas – Maior ganho com esta venda.


Não existe uma raça que seja superior a outra. As “Red” e “Blue” tem maior porte, mas iniciam a postura mais tarde e são mais agressivas. Os criadores de avestruz nos U.S. denigrem uns as raças criadas pelos outros. Há muito cruzamento entre as diferentes raças, gerando grande variabilidade (animais com características diferentes). Ainda existe muito trabalho a ser feito em termos de melhoramento genético cruzando as diferentes raças, até que se obtenha uma ave perfeita, que comece a postura mais cedo, etc. Este trabalho está começando agora a ser desenvolvido no Brasil e deve demorar cerca de 50 anos.

Os maiores criadores de avestruz na Europa São:

• Inglaterra

• Holanda

• Espanha

• Itália

• Polônia

Os maiores criadores de avestruz no resto do mundo são:

• África do Sul

• Austrália

• Israel

• Canadá

• Estados Unidos

• China

A China é um dos países em que mais cresce a estrutiocultura.

Os produtos do avestruz são :

• Plumas – Maior produtor é a África do sul, o mercado consumidor está na Europa, Ásia e Américas. São classificadas em vários tipos: as que tem mais estática vão para indústrias automobilísticas, as mais longas e bonitas são usadas como adornos e as outra usadas nos espanadores. No Brasil temos um mercado seguro para as plumas (carnaval), mas este não é o produto mais interessante do avestruz.

• Couro – Grande aceitação e procura no mercado internacional. Cada animal irá produzir de 1,2 a 1,5 m de couro de fácil extração e curtimento, aceita bem várias cores e é naturalmente decorado (Cálamos). Está sendo usado em substituição do coro de répteis como o crocodilo e a cobra, pois o avestruz não é um animal protegido. O mercado europeu do couro paga entre US$ 200 a US$ 300 por peça de couro cru e paga entre US$ 500 a US$ 600 pelo couro tratado.

• Ovos – Pesam entre 1.200 e 1.800 gr. Tem sabor muito semelhante ao ovo de galinha. Hoje ainda não é consumido, porque está sendo usado na formação de plantéis reprodutores.

• Outros – Cascas vazias dos ovos são usadas na decoração ( porta moedas ,abajur, porta jóias, etc...); a gordura entra na preparação de cremes e pomadas; os cílios podem ser utilizados para a confecção de cílios postiços; a carcaça pode entrar na composição de rações.

• Carne – É o produto que está dando mais impulso a criação comercial de avestruzes atualmente. A carne está sendo redescoberta por ser semelhante a carne de bovinos em termos de aspecto, sabor e textura mas com a vantagem de ter baixos teores de gordura e colesterol. Esta característica da carne se deve à distribuição de gorduras no organismo do animal: estasse localizam em volta do estômago e sob a pele, propiciando cortes de carne magra e couro extremamente macio. Mercado consumidor está nos U.S. e Europa. A Suíça importa 200-300 toneladas por ano de carne de avestruz. No Brasil existe um grande interesse por carnes exóticas, e a carne de avestruz inicialmente se introduziria neste setor.

Comparação entre os valores nutricionais de diferentes tipos de carne:

Carne de    Calorias  Protídios Lipídios Colesterol

Bovino        240           23            15            77

Suíno          275           24            19            84

Frango       140            27            3              73

Peru           135            25            3              59

Avestruz      97            22            2              58


O avestruz alcança o peso de abate por volta de 12 meses de idade, produzindo em média:

• Entre 30 e 40 Kg de carne limpa, sendo 15 Kg de carne de primeira e 15 Kg de carne de segunda. A carne de primeira é composta de pedaços mais inteiros tipo filé, e a carne de Segunda é assim chamada não por tratar-se de carne de menor qualidade em termos de composição e maciez, mas, porque vem em pedaços menores , sendo ideal para a preparo de pratos tipo strogonoff.


Cortes da carne da avestruz



• Entre 1 e 2 kg de plumas

• E entre 1,2 a 1,5 m de couro.

• O rendimento por animal abatido é proporcionalmente baixo (30% do peso vivo) se comparado com o rendimento de bovinos, sendo este fato largamente compensado pela grande produção de filhotes. O avestruz é uma ave que gera em quantidade produtos de primeira qualidade com baixos custos de produção, já que não requer muitas construções, estruturas ou mão de obra.








Este vídeo mostra uma visão geral da criação de avestruz e seus benefícios

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18 de mar. de 2021

Saúde na Criação de Perus

 

Saúde

Quando adultos, os perus são aves resistentes e dificilmente adoecem, desde que sejam criados em ambientes propícios. Nunca se deve criar perus juntamente com outras aves, porque estas também podem ser transmissoras de doenças.

Um casal de perus sadio.

Os pastos dos perus precisam ser secos, isentos de umidade e, como já foi dito, com farto sombreamento, pois esse tipo de ave aprecia tanto a liberdade quanto o repouso nas horas de forte calor. Os bebedouros e comedouros têm de ser abrigados do sol e da chuva.

O fator limpeza é muito importante para evitar doenças. Os poleiros, bem como os abrigos, devem ser desinfetados. A coleta das fezes nos abrigos necessita ser feita diariamente.

A qualquer sintoma de doença, a ave precisa ficar isolada do bando até que sare. Quando sua recuperação não for possível, é preferível sacrificá-la, a fim de evitar o contágio.

Não é aconselhável criar perus em terreno úmido ou em lugares muito pequenos, pois essas aves exigem espaço para dar expansão a seus instintos ancestrais.


Principais doenças

Bouba — Caracteriza-se pela presença de bolotas nas partes livres de penas, como cabeça e patas, principalmente. As aves ficam indispostas, perdendo o apetite e, conseqüentemente, o peso.

No início, pode ser tratada, mas é melhor prevenir do que remediar. As aves atacadas pela bouba devem ser isoladas, a fim de evitar o contágio.

A vacina contra bouba é aplicada na pele, fazendo-se dois pequenos cortes nela, só de raspão, para esfregar o medicamento. No local surgirão, após alguns dias, bolotinhas, sinal de que a vacina pegou. O peru ficará imune à bouba.

Caso não haja erupção, a ave precisa ser revacinada.

Os perus podem ser vacinados com qualquer idade. Nos jovens, deve-se proceder a vacinação com muito cuidado. Na embalagem da vacina há instruções para o uso correto.


Piolho — O piolho de galinha também ataca os perus, principalmente no verão. Deve-se evitar a criação de perus com galinhas ou qualquer outra ave. Para combater o piolho existem, no mercado, inseticidas em pó que devem ser polvilhados entre as penugens das aves. Quando se deita uma perua para chocar, também é de bom alvitre polvilhá-la com inseticida, principalmente debaixo das asas e da barriga.

No ninho, podem-se colocar alguns galhinhos de erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides).

Piolho-vermelho — Parasita típico de galinhas malcuidadas, também pode ser hóspede dos perus, principal-mente dos peruzinhos, que são picados e sofrem coceiras irritantes. Os piolhinhos também picam os seres humanos, provocando pruridos e, às vezes, até infecções.

Para exterminar os piolhos, é preciso examinar os ninhos, poleiros e abrigos. As aves atacadas devem ser pulverizadas com inseticida em pó por todo o corpo. Os abrigos têm de ser desinfetados com creolina misturada com querosene, procedendo-se também a uma boa limpeza nos poleiros e ninhos, limpando bem todas as frestas que porventura existirem, aplicando inseticida.

Carrapato — Fica escondido em frestas durante o dia, para sair à noite e atacar as aves, sugando seu sangue. Além disso, também é transmissor de doenças. Visando evitar a presença de carrapatos, os abrigos devem ser construídos sem frestas. Para conseguir exterminar

esses parasitas, os poleiros e os ninhos têm de ser examinados periodicamente, raspados e cobertos com uma mistura de uma parte de óleo de motor queimado e uma de querosene, ou ainda uma solução de creolina bem forte. A desinfecção deve ser feita logo pela manhã, quando as aves vão para o pasto, a fim de que o abrigo esteja seco e sem cheiro à noite.

Além das citadas, outras doenças e parasitas podem atacar a criação de perus, mas, desde que se mantenham as aves em abrigos higiênicos, dos abrigos às pastagens, e sem contato com outras aves, dificilmente as moléstias aparecerão. Se surgir algum problema mais sério, o melhor é a orientação de um veterinário.

Renovação do plantel

O pequeno criador de perus também deve evitar a consangüinidade, isto é, precisa fazer a renovação, a cada dois anos,principalmente dos machos, a fim de não degenerar a raça. Nesse

período, convém adquirir novos machos de criadores idôneos. Mas, para salvaguardar a criação, os exemplares recém-adquiridos devem ficar isolados num abrigo especial durante pelo menos vinte dias, para que se possa ter certeza de que as aves não estão doentes, alimentam-se bem e tê m vivacidade e penas lustrosas, que são os indícios característicos de reprodutores sadios.

Se a criação for feita continuamente com base apenas nos exemplares nascidos no próprio criadouro, podem ocorrer problemas tanto com o nascimento dos peruzinhos como também infertilidade dos ovos, aumento da mortalidade, diminuição no crescimento e retardamento no amadurecimento sexual.

Também podem-se adquirir ovos de criadores idôneos que serão chocados pelas peruas para depois os machos servirem como reprodutores. Essa prática é melhor, pois não há o risco de uma ave adulta transmitir doenças ou parasitas.

Higienização

Não resta a menor dúvida de que, em qualquer tipo de criação, o cuidado com a higiene é um fator primordial para o sucesso.

Muitas doenças, bem como parasitas, acabam aparecendo em virtude do descuido na limpeza. A vigilância constante do criador para com seu “rebanho” é de suma importância.Por isso, os abrigos, ninhos, poleiros e parques devem ser fiscalizados periodicamente, procedendo-se a vigilância sanitária. Se aparecerem ratos ou qualquer outro animal silvestre, deverão ser combatidos: são grandes transmissores de doenças, no contato com os alimentos, e consomem a ração destinada às aves.

A água para as aves deve ser renovada diariamente, e os bebedouros, escovados e bem lavados. Os comedouros também precisam de uma limpeza diária, para que as sobras de alimento não venham a fermentar, contaminando a ração.

A ração, quando armazenada, deve estar a salvo do ataque de animais e ser mantida em lugares frescos e bem arejados, para não criar mofo. Não se deve adquirir ração em grandes quantidades, mas apenas o suficiente para consumo em trinta dias, no máximo. As verduras distribuídas às aves devem estar livres de pesticidas ou inseticidas.

Os lugares úmidos, bem como as correntes de ventos, devem sempre ser evitados, durante o dia e principal-mente à noite.

Os galpões têm de ser pintados pelo menos duas vezes por ano, interna e externamente, com cal hidratada diluída com um pouco de sabão em pó.

Adubo orgânico

O estrume recolhido dos abrigos dos perus é um ótimo adubo orgânico e, por isso, grande nutriente para as plantas, devendo ser colocado fora do parque e curtido em um buraco. O esterco não pode tomar sol nem chuva, e deve ser mantido apenas úmido, a fim de completar a fermentação, para depois ser utilizado em hortas, poma-res e jardins.

O buraco onde se põe o esterco deve ser coberto por um telheiro; sobre ele coloca-se um plástico ou qualquer outra cobertura impermeável, para evitar a propagação de moscas.

O esterco pode ser utilizado depois de três a quatro meses de descanso.

Ele deve ser muito bem revolvido com a terra e, após um descanso de dez dias, pode-se iniciar o plantio.

Outra maneira mais prática e racional é construir dois buracos: enquanto estamos acumulando o esterco em um deles, o esterco do outro já fica curtindo.

Regras para o sucesso

. • Iniciar com peruzinhos de 21 dias, para maior segurança.

. • Adquirir aves sadias ou ovos de criadores idôneos.

. • Nunca criar perus juntamente com outras aves (à exceção dos pintinhos), para evitar problemas futuros de saúde.

. • Seguir os cuidados especiais com os peruzinhos até os três meses de idade, para evitar a “crise do vermelho”.

. • Fornecer uma alimentação de boa procedência e qualidade é a base da saúde das aves.

. • Não deixar de aplicar a vacina contra a bouba.

. • Manter higiene e limpeza para evitar doenças.

. • Isolar a ave a qualquer sintoma de doença.

. • Manter boa proteção e higiene nos comedouros e bebedouros.

. • Criar os perus somente em muito espaço e pastagens.





Visão geral criada por IA

Aqui estão os pilares essenciais para a saúde dos perus:

1. Manejo e Biosseguridade (Ambiente)

  • Separação: Mantenha perus afastados de outras aves, especialmente galinhas, para evitar a transmissão de doenças graves, como a histomoníase.

  • Ambiente Seco: Perus são sensíveis à umidade e frio até os 3 meses. Utilize camas secas e abrigos protegidos do vento e chuva.

  • Higiene: Limpe o galpão regularmente para evitar doenças.

  • Fase Inicial: Filhotes (peruzinhos) precisam de calor e, preferencialmente, criação em criadeiras ou piso telado até 9-10 semanas. 

2. Nutrição e Alimentação

  • Fase Inicial (0-4 semanas): Dieta de alta proteína (23% a 28%), incluindo ração balanceada, ovos cozidos e verduras.

  • Fase de Crescimento: Ração específica com 18% a 20% de proteína.

  • Água: Água limpa e fresca deve estar sempre disponível. 

3. Saúde Preventiva (Doenças e Vacinas)

  • Vacinação: Vacinar contra Bouba aviária (9-10 semanas) e Newcastle (35 dias).

  • Vermifugação: Fundamental para prevenir a histomoníase, especialmente se criado no chão. A vermifugação a cada seis semanas pode ser necessária.

  • Sinais de Alerta: Monitore o comportamento. Perus doentes podem se afastar do bando, parar de comer ou apresentar dificuldade de locomoção. 

4. Principais Desafios de Saúde

  • Histomoníase: Conhecida como "doença da cabeça preta"é fatal e transmitida por parasitas.

  • Micoplasmose: Causa inchaço nas articulações e problemas respiratórios.Artrite: Comum em raças pesadas, afetando a locomoção. 

A observação diária é a melhor ferramenta para garantir a saúde e produtividade do lote. 

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